segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

FALE, POETA!

CARINHOS deste HOMEM IMPROVÁVEL!
“NÓ SOLAR!
Do guerreiro, o repouso.
Ao menino, colo.
Nas incertezas, à mão.
Conjunção do imprescindível e do belo.
Parte que se faz todo.
Lava de inimagináveis proporções.
Marola e tsunami.
Confluência do real e da magia.
Regalo comparável à maturidade.
Diuturna e tocante lição.
Lua cheia. Luvas novas.
Contraste entre as trevas e a luz.
Benfazejo e refrescante hálito.
Sonho em vívidas cores.
Doçura que a tudo imanta.
Condensação de apoios e soluções.
Do romântico, a musa.
Ao homem, contrapartida.
Nas dores, invulgar lenitivo.
Concerto de falsetes e semitons.
Metáfora e antítese e hipérbole e metonímia.
Seiva sem a qual desfaleço.
Dona do tempo. Senhora do vento.
Concubinato entre o espinho e a flor.
Céu de brigadeiro.
Olência de quindim.
Ervas. Frutas secas. Temperos.
Condescendência de ninho. De lar.
A veludínea pele.
A mansidão do olhar.
Forte. Norte. CONSORTE!
Conversão do surreal para o cotidiano.
Do nefelibata, o chão.
Ao carente, arrimo.
Nos desafios, parceria.
Consistência. Consequência. COMUNHÃO!”
Aos que sabem dar valor.

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