quinta-feira, 11 de setembro de 2014

POUCAS E REALÍSTICAS PALAVRAS!

POUCAS PALAVRAS!
O dinheiro, pouco. O ar, seco. Os anos, muitos. A cara, amassada.
Ser despertado pelos cobradores. E vencido pelas dores.
E para festejar o causticante sol que adentra a espelunca, um trago de ÁGUA DE QUIABO.
Em homenagem ao próprio e POBRE-DIABO.
EU. O ATEU. O Fariseu. O plebeu. Que como serei cremado, nem a terra há de comer. E, tampouco, alguém COMEU.
Que anda pintando bastantes setes. Vítima da própria imbecilidade. E do DIABETES.
E por que não dizer, do meu pendor pelos amores.
Coisas de uma ANOSO MAZELENTO e INSOLVENTE. Que, sou obrigado a confessar, vale pouco. Ou melhor, quase nada.
Se eu não fosse um DELLA ROSA, diria todo prosa, que amanheci bem MAL-HUMORADO.
Na verdade, TODO CASTIGO PRA CORNO É POUCO.
Acabo por RIR. Que é o melhor remédio.
Se de mim mesmo, além de tudo, afugenta o tédio.
Como diz a gíria que ouvi no interior do LOTADO e INSALUBRE e AFOGADIÇO coletivo ontem pela tarde, vou "METER O LOUCO"!
Bom-dia, VIETNÃ!
Não, tenho alma IMBELE.
Às favas, o quanto sofra esta minha SICILIANA pele.
Bom-dia, BRASIL. É o que deseja a cada UMA e um de vocês este DESGRAÇADO e BEM-HUMORADO DELEGADO!

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