Seguem as manifestações.
Seguem as reverberações.
Quais são mesmo as intenções?
Espantam-ME as citações.
E suas origens de ocasiões.
Como se da responsabilidade decidissem fazer carimbados leilões.
É inegável que o futuro se constrói com ações.
E de PRÓCERES e VIS expostas menções.
Digo mais, vez que outra URGEM revoluções.
Que do anseio popular sejam traduções.
Como imprescindíveis e renovadoras monções.
O que repilo é o vazio das ilusões.
O repetir-se inconsciente de ocos sermões.
À rua, SEMPRE, ó multidões.
Desde que SEMPRE conscientes das RAZÕES!
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