DISTÔNICO EMOLIENTE!
Com os dias contados, o felizardo derrama-se por sobre a tez.
Oásis de finas tâmaras e ventos de roldão.
No lugar que já é Meu.
Na Minha vez.
Homem rude e baldio, como ouso a ele ME opor?
Pelo mais comezinho dos motivos.
OLOR!
Partículas voláteis a produzir sensações no órgão olfativo.
Órgão olfativo?!
Por demais blasé e lúbrico neste universo tão intenso e santo.
E NÃO sou homem de MEIAS PALAVRAS.
De indiretas contidas.
De blasfemar no canto.
NARIZ.
ENORME, siciliano que é.
O sarau vê-se empobrecido.
Maculado.
CONSPURCADO.
Uma amalgamação de gostos, de gestos, de gritos, de gozos que merecem melhor sorte.
Que seja forte.
Na tela impactante, fruto de raras paletas, TEREBENTINA a esvaecer o instigante aroma de tintas vibrantes.
Depois. E antes.
No pontual. No específico. No todo. No geral.
Mandou MAL.
Eis que exsurge a bífida encruzilhada.
É tudo ou nada.
Inalar o gás tóxico e morrer como mais um.
Ou vociferar, não dando espaço para um próximo.
Gandhi ou Átila?
No rádio, DUSSEK.
Pois que CARLOTA, a hórrida cozinheira, feia e torta, a console, se morta.
Réplicas e tréplicas, irritam.
Fazem com que seque.
Respiro fundo, o BAFIO a ME aviltar o OLFATO ABSOLUTO, e faço a opção.
Antes só do que mal acompanhado.
É fato.
Alvedrio foi.
Mal-aconselhado.
Ele que fique só.
Na prateleira. No olvido. No degredo.
Acabemos com este melado segredo.
Com requintes de sedução.
NÃO, não é ele ou EU, não!
É POSSE.
É tosse.
Tossir, em invulgar acepção.
Lançar para fora de si!
Conteúdo e frasco. QUE ASCO!
EU mando.
Ele se manda.
De forma NADA indene.
Vaiado. Escorraçado. Humilhado.
Num misto de ódio e excitação, a ponta do MEU LÁBIO treme.
Perdeu, CREME!
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