CHOVA, CHUVA!
E não é que estou sentindo frio?
Logo EU, tão encalorado, tão solar, tão curva de rio?
Pão francês recém adquirido.
Chega dele dormido.
Estou certo de que haverá disputa pela manteiga.
Na mesa, UVA.
E MELÃO!
A dejejua é para MIM uma VEIGA.
Sabido momento de reflexão.
Em dias de sol. Em dias de chuva.
Seja no arrebol. Ou a qualquer instante.
Dispo-ME de todas as luvas.
Ajo como um infante.
Edaz, adoro o café da manhã do feriado.
Ainda que ME sinta um pobre-diabo.
Interessante essa sensação.
Pobre, sempre sou. Qual seja a adjetivação.
Plúmbeo céu. Maldita terra.
Quanto cobiço a verve dos que narram a gesta
Débil, tudo dói mais quando perco uma guerra.
Será que até a MANTEIGA far-se-á indigesta?
Sinceramente, espero que NÃO.
Há pouca no POTE.
E, quem ME conhece sabe. Gosto de MONTÃO!
Pote. Dorido o Meu coração de criança.
Pimenta no CU dos outros é mesmo refresco.
Ao POTE DA MINHA INSIGNIFICÂNCIA retorno.
Tudo agora é tão somente lembrança.
Uma NATUREZA MORTA. Do mais belo e encantador afresco.
Onde houve um inolvidável olor de rosa.
Carcaça cunhada por cinquentenárias porradas, SORRIO.
Faz FRIO.
Homem, com o tal H, retrocedo. Novo tempo SABÁTICO.
Cheiro de café. Com leite.
DEJEJUM. Quanto deleite.
Quem não tem cão, caça como ANTA.
Se ROSA, melhor.
Homens com H têm um esgar duro. ENFÁTICO!
É, DELLA ROSA, você é Minha testemunha.
Quanto mais tento ser PAULO, mais você se LEVANTA.
Danado VOCÊ. Terão razão os detratores, Meu THOR?
FADO. Triste? Não sei. Ao menos, tudo na UNHA.
ATEU, busco no mítico receituário analogia santa.
Vivemos, sim, NÓS TRÊS - três, adoro! - em mistério.
Todos comilões. Todos engraçados. TODOS DENSOS.
Não importa qual seja a Nossa idade.
Se estamos nas capas dos jornais, ou no eremitério.
Forças estranhas. Paixões extremadas. Arroubos intensos.
O fugidio e sensível PAULO.
O decantado e malfalado e TARADO DELLA ROSA.
E o humilde Homem com agá PAULO DELLA ROSA JUNIOR.
Uma NACARADA e IMPROVÁVEL TRINDADE!
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