sábado, 13 de julho de 2013

MORA NA FILOSOFIA!

ANTA ROSA NO ESPETO!
É brasa, mora!
Gíria de um tempo em que NÓS DOIS tínhamos os cabelos negros.
ELE, sempre melhor do que EU. 
E mais FORTE.
EU, com mais sorte.
ATEU, dele, nestes mais de trinta e cinco anos, o mais ecumênico respeito recebi.
Seu e do BISPO.
Saudoso BISPO.
Ungido, o Meu amado amigo tem a sua AGUINES.
Há tanto tempo que NINGUÉM pode precisar quando se deu.
Tão somente que se deram.
HOUVERAM-SE.
Mais uma das delícias e magias vicentinas.
As mulheres.
Se há um particular em Minha vida que salta aos olhos, no mundo e na essência feminil reside.
DENISE.
Pela força de um convite seu, o OLIMPO à terra desceu.
Ela própria.
E ainda outra magia fez.
JUAREZ.
Depois de anos com contornos seculares, segundos que se parecem dias.
Juarez Dias.
Não mais sozinho. Brindou-me com a vizinha e o vizinho.
E, mormente, com VICTOR e AMANDA.
Família de contos de fada. 
Família NACARADA.
Que em Meu DORIDO coração manda e desmanda.
Ontem. Hoje. 
E AMANHÃ.
Dia de estar no céu.
Dia de arremessar as plangentes dores ao léu.
De trocar por doce, o FEL.
De VAN vamos ela e EU.
A madame que NÃO come peixe de pobre e o PLEBEU.
Com rosas no peito e um PUDIM DE LEITE CONDENSADO nas mãos.
A chorar ficará o FILHO-CÃO.
Quiçá solidário com o velho PAI BABÃO.
SÃO VICENTE.
Cellula Mater da Nacionalidade.
Rincão de indeléveis marcas do Meu passado.
Claudete Maria Baffa. A ETERNA diretora.
Do eterno GRUPÃO.
Da BANDA DO GRUPÃO!
Das BA-BAHIANAS SEM TABULEIRO. Caçadoras e ora CASSADAS!
Do glorioso MARTIM AFONSO DE SOUSA.
Da professora JACIREMA. Do primário.
Da GISELA, o amor primeiro.
Dos inexcedíveis CAPPELARI e SARAH. Matemáticas e mágicas, dele. Português castiço, dela. Eterno casal. Dos tempos de colegial.
Do TUMIARU.
Dos jogos de dama com os MAIS VELHOS na praça.
Das partidas de sinuca a valer que MAMÃE não podia saber.
Das olimpíadas de matemática.
Do GONZAGUINHA.
O filho do REI. E a praia rainha.
Da VALA na porta de casa.
Dos proibidos e temerários saltos da PONTE PÊNSIL.
Das injustas surras que levei por sua causa, não é doce Cynthia Paula Della Rosa, irmã artista? Experta em chilique.
E da festa do Meu casamento com a ZEZÉ. Tão CHIQUE!
De um tempo em que não desgrudava do Meu irmão. O marido da Patricia Almeida Faria Santos. À época, JUNINHO.
Hoje pai dos amados GIULLIA, filha-sobrinha, e YURI, filho-sobrinho.
SÃO VICENTE.
Parte essencial da Minha história.
Berço da nacionalidade.
Perenal elo de AMIZADE.
Onde para quase todos sou PAULO.
Em especial, para essa MINHA GENTE.
Gente de SÃO VICENTE.
Gente DECENTE.
Gente ESPECIAL.
Que mantém a BRASA sempre acesa, MORA?
Ontem. Amanhã, AGORA.
Valeu, JUAREZ.
Pelo convite.
Por anos e anos de convivência e ausência.
Que transformaram os seus cabelos.
QUE INVEJA! Brancas CÃS.
Que destruíram Meus dentes. Deixando-ME sorrir tão somente com e para uns poucos irmãos. E irmãs.
Que ME ensinaram o quão valiosos são os acrisolados laços com o tempo ido.
E, mormente, que é BASTANTE melhor sofrer por AMOR.
Do que NUNCA o AMOR haver sentido!

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