sexta-feira, 19 de julho de 2013

SEM BARREIRAS, HELENA!

Querida Helena Barreira., na realidade DOCE HELENA.
Sinergia e empatia imediatas.
Presente e pujante antes mesmo de lhe haver dirigido a primeira palavra.
Desde o desconfortável guichê do CENTRO ESPAÑOL Y REPATRIACIÓN DE SANTOS uma invulgar, melódica e metódica cena.
Uma MULHER - distinção maior - levando a cabo o seu mister com dedicação, eficiência, celeridade e, mormente, calor humano.
Da senhora espanhola que mal fala um estranho GALEGONHÊS, imiscuição apavorante do galego, do espanhol e do português, até políticos ávidos por espaço naquela vibrante comunidade.
De nubentes empinados e ricos, a jovens casadoiros de altíssimos sonhos e parcíssimos recursos.
De crianças mimadas a crianças carentes.
Todo tipo de gente.
E EU.
Que a NINGUÉM conhecia ali.
Indicado que fui para ali prestar um húmil auxílio à cultura, mercê da generosidade de um espanhol da mais pura cepa, Antonio López, querido amigo e perenal mestre.
Desde então, verdadeira GUARDIÃ.
Tanto lhe devo. Tanto lhe respeito. Tanto a agradecer. E a festejar.
O CAMARÃO do MARIDÃO.
As indicações para aulas particulares.
A MINHA FOME ajudou a abrandar.
As sempre doces e generosas palavras.
O SORRISO.
Quando o céu é ensolarado. E azul.
E quando tudo parece noite. Plúmbeos céus.
E agora, mais este CARINHO.
Muito obrigado, HELENA QUERIDA.
Cada vez mais entendo o porquê da fixação de Manoel Carlos por Helenas.
Você, MINHA AMIGA, é a humanização de um personagem poético. E surreal.
Tamanha GENEROSIDADE.
Tão delicadas fibras cordiais parecem mesmo saídas de um CONTO DE FADAS!
Uma vez mais, obrigado, FADA MADRINHA.
Compartilhar o Meu SONHO, e construí-lo comigo, é emoção demais.
É bom demais.
E ESPECIAL DEMAIS.
Um respeitoso e comovido BEIJO.

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