Finalmente, o Nosso ATLÂNTICO SUL.
E suas tépidas águas.
Trás um considerável e raro hiato, as ondas que lambem as areias da CELLULA MATER DA NACIONALIDADE voltam a ser convidativas.
Conquanto hajam sido sempre benfazejas.
Como se fora numa piscina, entreguei-ME ao deleitante prazer de um BANHO DE MAR. Mais ANTA ROSA do que nunca, tendo em vista o BRÔNZEO matiz da Minha anosa pele.
A MAZELENTA carcaça pôde desfrutar de momentos paradísicos durante o arrebol nos céus vicentinos.
Um final de tarde de segunda-feira com status e beleza de ESTIVAL domingo carioca.
Quanto prazer se Nos proporciona a MÃE NATUREZA!
Que ME perdoe Jabor o plágio, uma SUPREMA FELICIDADE.
Degustada em companhia da consorte COM SORTE e os seus olhinhos infantis e ENORMES como os dos desenhos de MANGÁ - adoro antíteses -, que vencendo o recidivo pavor marítimo, permitiu a sua pele veludínea tão distintivo prazer.
Dizem os orientais que somente devemos computar, como tempo vivido, aqueles dias em que fomos felizes.
Adi, vós - imperativo afirmativo do DEFECTIVO verbo adir, ó pacóvios -, ó leitores, um mais a Minha felizarda e longeva existência, pois.
De uma jornada cada vez mais DOCE a que ME proponho a cada novo amanhecer.
Diabético sim, porém padecendo cada vez menos da POLIDIPSIA.
E com mais e mais SEDE DE VIVER!
Obrigado, Marco Paulo Reynol, mestre da médica ciência.
Seus escritos, por MIM cega e religiosamente seguidos, produzem auspiciosos resultados.
Dupla respeitável. Pura eficiência!
Valeu, SENHORA DELLA ROSA, pela dedicação. Pela paciência. Por estar sempre a Meu lado.
Um viva à LEI DAS PROBABILIDADES, bíblia deste DELEGADO ATEU.
Ao completar 18.489 dias sobre a Terra, tendo visto a morte de perto por tantas vezes, sobrevivi.
E por isso, um dia como hoje EU VI.
Glória imerecida para um PLEBEU.
Como EU.
Contudo, como sempre afirmo, há de se viver o PRESENTE.
No frigir dos ovos - que NÃO posso mais comer -, o Meu é de fato um PRESENTE!
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