DUAS FRASES!
Para celebrar o DIA INTERNACIONAL DA AMIZADE, os DELLA ROSA tostando os UMBIGOS!
Consorte COM SORTE, Cristiane Andrade, FILHO-CÃO, Yghor Bhoris Andrade Della Rosa, e esta ANTA ROSA que lhes escreve estas sempre mui bem traçadas linhas, em familiar caminhada, ida e volta, desde a DIVISA até a Praça 21 IRMÃOS AMIGOS!
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domingo, 20 de julho de 2014
segunda-feira, 14 de julho de 2014
FALE, POETA!
Carinhos deste HOMEM IMPROVÁVEL!
Publicado na página DELEGADO POETA.
Publicado na página DELEGADO POETA.
CIÚME DA COROA!
Mulher.
Extravagante e sensual.
Maior. Madura.
Em que pesem os verdes penduricalhos.
Do alto dos rupestres saltos.
Com um fã clube a me beijar os pés.
Mirando-ME no e fazendo charme para
o espelho d’água chamado de Itararé.
Senhora. Soberana.
Uso e sou COROA.
E desdouro da sua verve.
Marulho! Deuses! Boniteza! Poesia...
Que PIEGAS!
Não se engane, ó pretenso beletrista!
Sou LOBA. E dos homens não tiro os olhos...
Reino entre os mares casados.
E não suporto mais ouvir tantas juras...
Em que pese a Nossa familiaridade,
a bem da verdade, somos duas.
Nuas, sim. Sempre.
Conquanto, rivais!
Vizinhas, sim.
Separadas tão somente por uma certa feiticeira.
Cada qual a governar a sua cidade.
E eu, pelo menos eu, jamais hei de ser sua.
Minha indômita alma feminil confessa.
Flertamos...
Sabemos disso, o menino Paulo e essa fidalga.
Nos intervalos da aula de Educação Física do Martim Afonso.
Ouvindo ao longe o som da Banda do Grupão...
Não é mesmo, ó DELEGADO POETA?
Coisas do passado!
Melhor para as calendas gregas deixar...
Dama e vagabundo, só no cinema fazem par.
Fervem minhas entranhas agora...
Sendo ou não da tarde a quinta hora,
em sua companhia, NÃO aceito sequer um CHÁ!
Sei que me apontará o longo dedo das tão belas mãos...
Aceito a acusação. Em primeiro lugar, a HONESTIDADE!
Consome-me, sim, a fogueira das vaidades!
Mas, creia-me, ó maldito ateu,
a ampulheta não para. E a juventude acaba.
Passou para mim, rainha.
Passou para você, reles plebeu.
Passará para a piriguete da URUBUQUEÇABA!
Esqueça das minhas sinuosas veias.
Afaste-se do meu MIRANTE!
E até das minhas areias....
Caminhe para o outro lado.
Que o astro rei lhe fustigue o hirsuto peito nu.
Vá, velho babão,
vá lamber aquela menina,
de quem você se acha
– homens, sempre infantis! –
o eterno namorado!
Mulher.
Extravagante e sensual.
Maior. Madura.
Em que pesem os verdes penduricalhos.
Do alto dos rupestres saltos.
Com um fã clube a me beijar os pés.
Mirando-ME no e fazendo charme para
o espelho d’água chamado de Itararé.
Senhora. Soberana.
Uso e sou COROA.
E desdouro da sua verve.
Marulho! Deuses! Boniteza! Poesia...
Que PIEGAS!
Não se engane, ó pretenso beletrista!
Sou LOBA. E dos homens não tiro os olhos...
Reino entre os mares casados.
E não suporto mais ouvir tantas juras...
Em que pese a Nossa familiaridade,
a bem da verdade, somos duas.
Nuas, sim. Sempre.
Conquanto, rivais!
Vizinhas, sim.
Separadas tão somente por uma certa feiticeira.
Cada qual a governar a sua cidade.
E eu, pelo menos eu, jamais hei de ser sua.
Minha indômita alma feminil confessa.
Flertamos...
Sabemos disso, o menino Paulo e essa fidalga.
Nos intervalos da aula de Educação Física do Martim Afonso.
Ouvindo ao longe o som da Banda do Grupão...
Não é mesmo, ó DELEGADO POETA?
Coisas do passado!
Melhor para as calendas gregas deixar...
Dama e vagabundo, só no cinema fazem par.
Fervem minhas entranhas agora...
Sendo ou não da tarde a quinta hora,
em sua companhia, NÃO aceito sequer um CHÁ!
Sei que me apontará o longo dedo das tão belas mãos...
Aceito a acusação. Em primeiro lugar, a HONESTIDADE!
Consome-me, sim, a fogueira das vaidades!
Mas, creia-me, ó maldito ateu,
a ampulheta não para. E a juventude acaba.
Passou para mim, rainha.
Passou para você, reles plebeu.
Passará para a piriguete da URUBUQUEÇABA!
Esqueça das minhas sinuosas veias.
Afaste-se do meu MIRANTE!
E até das minhas areias....
Caminhe para o outro lado.
Que o astro rei lhe fustigue o hirsuto peito nu.
Vá, velho babão,
vá lamber aquela menina,
de quem você se acha
– homens, sempre infantis! –
o eterno namorado!
terça-feira, 6 de maio de 2014
FALE, POETA!
Carinhos deste HOMEM IMPROVÁVEL!
Publicado na página DELEGADO POETA.
Publicado na página DELEGADO POETA.
Ilha URUBUQUEÇABA.
Chegada e partida.
Dos sonhos. Das caminhadas.
Encontro do cansado policial com o Paulo menino.
José Menino.
Itararé.
À mão. A pé.
Pra lá e pra cá.
Ao sabor dos ventos.
Valorizando cada momento.
Para a reflexão, a rota do chá.
Aprender, o lado de lá.
Ciumenta Ilha Porchat.
Sacrossanto QUEBRA-MAR!
EU e o amado cãozinho.
Sozinhos.
Ou em efusiva tertúlia.
O suor escorrendo.
Valores apreendendo.
Impactante divisa.
Entre o já longevo passado e o ignoto futuro.
Divinal tela que Meu plangente olhar divisa.
Pra cá e pra lá.
Entre as duas cidades.
Afugentando a pérfida vaidade.
Colecionando emoções.
Substantivas ilações.
Exercitando cordiais veias.
Conjugando o verbo amar.
Rabiscando as areias.
Partida e chegada.
ILHA URUBUQUEÇABA!
segunda-feira, 5 de maio de 2014
FALE, POETA!
Carinhos deste HOMEM IMPROVÁVEL!
Publicado na página DELEGADO POETA
Publicado na página DELEGADO POETA
NÉCTAR DA DEUSA!
Chupe-chupe.
Geladinho.
Sacolé.
Na beira d’água.
Um sonho.
Que dá pé.
Chupe-chupe.
Geladinho.
Sacolé.
Calor infernal.
Ansiado e delicioso refresco.
Doce projeto de MULHER!
Chupe-chupe.
Geladinho.
Sacolé.
Branca como as nuvens.
No colo da mamãe.
A ME olhar de ré.
Chupe-chupe.
Geladinho.
Sacolé.
Sem dentes, o mais belo sorriso.
Cecília. Poético nome.
A Minha autoestima pôs de pé.
Chupe-chupe.
Geladinho.
Sacolé.
O Meu domingo, ganhei.
Nos Meus braços, vibrou.
Divinal agarra-pé.
Chupe-chupe.
Geladinho.
Sacolé.
Nunca mais a verei.
Ficarão as saudades.
Renovou-se, no SER HUMANO, a Minha fé!
Chupe-chupe.
Geladinho.
Sacolé.
Na beira d’água.
Um sonho.
Que dá pé.
Chupe-chupe.
Geladinho.
Sacolé.
Calor infernal.
Ansiado e delicioso refresco.
Doce projeto de MULHER!
Chupe-chupe.
Geladinho.
Sacolé.
Branca como as nuvens.
No colo da mamãe.
A ME olhar de ré.
Chupe-chupe.
Geladinho.
Sacolé.
Sem dentes, o mais belo sorriso.
Cecília. Poético nome.
A Minha autoestima pôs de pé.
Chupe-chupe.
Geladinho.
Sacolé.
O Meu domingo, ganhei.
Nos Meus braços, vibrou.
Divinal agarra-pé.
Chupe-chupe.
Geladinho.
Sacolé.
Nunca mais a verei.
Ficarão as saudades.
Renovou-se, no SER HUMANO, a Minha fé!
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domingo, 2 de fevereiro de 2014
FALE, POETA!
CARINHOS deste HOMEM IMPROVÁVEL!
“NÉCTAR DA DEUSA!
Chupe-chupe.
Geladinho.
Sacolé.
Geladinho.
Sacolé.
Na beira d’água.
Um sonho.
Que dá pé.
Um sonho.
Que dá pé.
Chupe-chupe.
Geladinho.
Sacolé.
Geladinho.
Sacolé.
Calor infernal.
Ansiado e delicioso refresco.
Doce projeto de MULHER!
Ansiado e delicioso refresco.
Doce projeto de MULHER!
Chupe-chupe.
Geladinho.
Sacolé.
Geladinho.
Sacolé.
Branca como as nuvens.
No colo da mamãe.
A ME olhar de ré.
No colo da mamãe.
A ME olhar de ré.
Chupe-chupe.
Geladinho.
Sacolé.
Geladinho.
Sacolé.
Sem dentes, o mais belo sorriso.
Cecília. Poético nome.
A Minha autoestima pôs de pé.
Cecília. Poético nome.
A Minha autoestima pôs de pé.
Chupe-chupe.
Geladinho.
Sacolé.
Geladinho.
Sacolé.
O Meu domingo, ganhei.
Nos Meus braços, vibrou.
Divinal agarra-pé.
Nos Meus braços, vibrou.
Divinal agarra-pé.
Chupe-chupe.
Geladinho.
Sacolé.
Geladinho.
Sacolé.
Nunca mais a verei.
Ficarão as saudades.
Renovou-se, no SER HUMANO, a Minha fé!”
Ficarão as saudades.
Renovou-se, no SER HUMANO, a Minha fé!”
Aos que sabem dar valor.
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
TOSTANDO AO SOL!
Não há mais como negar.
Trás quase CINQUENTA E UM ANOS de existência - perfaço daqui a CINQUENTA E UM dias -, a glória maior.
ESTOU NEGRO!
Sim, ainda há partes em Minha cada vez mais enxuta carcaça que insistem em permanecer brancas.
NADA é perfeito.
O DIABETES MELITO trouxe-ME um sem-número de ensinamentos, tormentos e transformações.
Tons e sobretons de um inesperado, temido e gigantesco desafio.
No dia em que alcanço, durante a digital medição matinal - CENTO E UM -, o mais baixo índice glicêmico desde que a guerra começou, já no longínquo e NEFANDO 16 DE AGOSTO DE 2013, há mesmo MUITO a celebrar.
Emagreci.
Diria mais. Fiz um PARTO de MIM mesmo.
Alguns e, com riqueza de detalhes, ALGUMAS, viram. Estas sentiram o peso, também.
Cheguei a vexatórios CENTO E VINTE E NOVE quilos no pico da imbecilidade.
Bastantes ARROBAS!
Na balança, ainda há pouco, OITENTA E SETE. Cravados.
GRAVADOS!
Além do ADELGAÇAMENTO, após o DIABETES TIPO 2, EU como melhor.
CONSIDERAVELMENTE melhor.
E, para absoluto rejúbilo deste ANOSO e MAZELENTO delegado, EU estou ASSAZ bronzeado.
NEGRO!
Caminhando pelas praias do ITARARÉ e do JOSÉ MENINO, neste tarde ESTIVAL, sob um calor digno do SENEGAL, em ritmo de CAMPEONATO MUNDIAL, senti-ME bem.
MUITO BEM!
Tão bem que julgo haver influenciado a simpática gari vicentina, DOCE senhora que, a despeito do tórrido clima, executava com louvável denodo o seu nobre mister de recolher, como se SÍSIFO fora, as algas que se amontoavam pelas areias.
Ela, que diariamente responde calorosamente - com o perdão da cacofonia e do trocadilho - aos Meus cumprimentos com um agradabilíssimo, porém contido, boa-tarde, nesta tarde - adoro ANÁFORAS! - superou-se.
Tão logo pousou seu maduro e acolhedor olhar sobre MIM, lançou-ME uma generosa e inolvidável pérola.
"Tu tá preto, minínu!"
Os Meus olhos, incontinente, umedeceram.
E Meus ouvidos, ato seguinte, festejaram.
"I magrínhu!"
Quão POÉTICAS palavras.
Quão DULCÍFEROS carinhos.
Quão TOCANTE manifestação.
Agradeci-lhe a NÍMIA gentileza e, quiçá no afã de esconder as lágrimas, acelerei ainda mais o passo.
Naturalmente, com o PEITO inflado.
E o queixo bem mais ERGUIDO.
Afinal, mesmo que DIABÉTICO, velho, pobre e no OSTRACISMO, logrei EU, já no OCASO da vida, esse DISTINTIVO privilégio.
A ANTA ROSA agora é PRETA.
PAULO DELLA ROSA.
Hoje um nome, amanhã uma LENDA!
Que Minha história seja contada e cantada em VERSO E PROSA.
Que TODOS falem do menino branquelo de ALMA NEGRA que cresceu.
E se tornou, mercê da pujança do ASTRO REI, um NEGRO.
NEGRO DE ALMA NEGRA!
Para ORGULHO Meu.
Trás quase CINQUENTA E UM ANOS de existência - perfaço daqui a CINQUENTA E UM dias -, a glória maior.
ESTOU NEGRO!
Sim, ainda há partes em Minha cada vez mais enxuta carcaça que insistem em permanecer brancas.
NADA é perfeito.
O DIABETES MELITO trouxe-ME um sem-número de ensinamentos, tormentos e transformações.
Tons e sobretons de um inesperado, temido e gigantesco desafio.
No dia em que alcanço, durante a digital medição matinal - CENTO E UM -, o mais baixo índice glicêmico desde que a guerra começou, já no longínquo e NEFANDO 16 DE AGOSTO DE 2013, há mesmo MUITO a celebrar.
Emagreci.
Diria mais. Fiz um PARTO de MIM mesmo.
Alguns e, com riqueza de detalhes, ALGUMAS, viram. Estas sentiram o peso, também.
Cheguei a vexatórios CENTO E VINTE E NOVE quilos no pico da imbecilidade.
Bastantes ARROBAS!
Na balança, ainda há pouco, OITENTA E SETE. Cravados.
GRAVADOS!
Além do ADELGAÇAMENTO, após o DIABETES TIPO 2, EU como melhor.
CONSIDERAVELMENTE melhor.
E, para absoluto rejúbilo deste ANOSO e MAZELENTO delegado, EU estou ASSAZ bronzeado.
NEGRO!
Caminhando pelas praias do ITARARÉ e do JOSÉ MENINO, neste tarde ESTIVAL, sob um calor digno do SENEGAL, em ritmo de CAMPEONATO MUNDIAL, senti-ME bem.
MUITO BEM!
Tão bem que julgo haver influenciado a simpática gari vicentina, DOCE senhora que, a despeito do tórrido clima, executava com louvável denodo o seu nobre mister de recolher, como se SÍSIFO fora, as algas que se amontoavam pelas areias.
Ela, que diariamente responde calorosamente - com o perdão da cacofonia e do trocadilho - aos Meus cumprimentos com um agradabilíssimo, porém contido, boa-tarde, nesta tarde - adoro ANÁFORAS! - superou-se.
Tão logo pousou seu maduro e acolhedor olhar sobre MIM, lançou-ME uma generosa e inolvidável pérola.
"Tu tá preto, minínu!"
Os Meus olhos, incontinente, umedeceram.
E Meus ouvidos, ato seguinte, festejaram.
"I magrínhu!"
Quão POÉTICAS palavras.
Quão DULCÍFEROS carinhos.
Quão TOCANTE manifestação.
Agradeci-lhe a NÍMIA gentileza e, quiçá no afã de esconder as lágrimas, acelerei ainda mais o passo.
Naturalmente, com o PEITO inflado.
E o queixo bem mais ERGUIDO.
Afinal, mesmo que DIABÉTICO, velho, pobre e no OSTRACISMO, logrei EU, já no OCASO da vida, esse DISTINTIVO privilégio.
A ANTA ROSA agora é PRETA.
PAULO DELLA ROSA.
Hoje um nome, amanhã uma LENDA!
Que Minha história seja contada e cantada em VERSO E PROSA.
Que TODOS falem do menino branquelo de ALMA NEGRA que cresceu.
E se tornou, mercê da pujança do ASTRO REI, um NEGRO.
NEGRO DE ALMA NEGRA!
Para ORGULHO Meu.
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
CORRA, DELEGADO!
Não como se estivera empreendendo uma fuga.
Lembrando uma gíria de priscas eras, quase CHAMANDO O HUGO!
O percurso, paradísico.
Do EMISSÁRIO SUBMARINO até a ILHA PORCHAT.
Ida e volta.
O que ME permitiu passar por duas vezes em frente da MINHA ILHA!
Minha eterna namorada.
URUBUQUEÇABA!
Desta feita, acompanhado não somente do FILHO-CÃO.
Dupla emoção.
Conosco, FILHO e PAI, o Meu amado SOBRINHO-AFILHADO-FILHO, o DULCÍSSIMO Yuri Faria!
Quanta alegria.
E que progresso.
Na ida, CINQUENTA passos em trote intercalados por CEM em caminhada acelerada.
Na volta, a superação.
CEM correndo e CEM caminhando.
Sem trégua.
Quase uma LÉGUA!
Realmente, hei de alardear, estou evoluindo fisicamente.
Quiçá para contrabalançar o que se dá comigo economicamente.
Meu corpo muda a olhos vistos.
Outrossim, os Meus olhos diabéticos.
Presbita desde os TRINTA E NOVE ANOS, vejo-ME - adoro ANTÍTESES - cada vez com maior dificuldade para enxergar à distância.
Conquanto a MATURIDADE haja-ME dirimido a ânsia.
Regalando-ME com a paciência.
O catalizador de todas as virtudes humanas, como desde muito afirmo.
CORRER!
Quem diria.
Obrigado, uma vez mais, YURI FARIA.
Amante do BIG BROTHER BRASIL - perdão, VERISSIMO. As Suas críticas, diferentemente da esmagadora maioria das demais, ao menos trazem um tipo raro de RESPEITO. À protolíngua -, neste exato momento sinto-ME como uma extensão do MEMORÁVEL reality show.
O BBB 14 e EU estamos BOTANDO OS BOFES PRA FORA!
O ALISSON já rodou.
Cansado, estou.
Ouso dizer, extenuado. E extasiado.
Para um SEDENTÁRIO DE CARTEIRINHA VERMELHA, com o perdão do trocadilho, tal fadiga NÃO é motivo de lamentações, é bom que se diga.
Prova, de forma cabal, a pujança da Minha VOLIÇÃO.
Longe dos outrora CENTO E VINTE E NOVE quilos, ainda NÃO estou satisfeito.
Portanto, corpo em ação.
Na balança, pela manhã, OITENTA E NOVE.
Diabético sim.
GORDO de novo, JAMAIS.
Não importa a quantidade, a intensidade ou a VELOCIDADE do exercício requerido para tal mister.
NÃO sou um qualquer.
Sou PAULO DELLA ROSA.
Hoje um nome, amanhã uma LENDA!
Que cedo EU não morra.
CORRA, DELEGADO!
Lembrando uma gíria de priscas eras, quase CHAMANDO O HUGO!
O percurso, paradísico.
Do EMISSÁRIO SUBMARINO até a ILHA PORCHAT.
Ida e volta.
O que ME permitiu passar por duas vezes em frente da MINHA ILHA!
Minha eterna namorada.
URUBUQUEÇABA!
Desta feita, acompanhado não somente do FILHO-CÃO.
Dupla emoção.
Conosco, FILHO e PAI, o Meu amado SOBRINHO-AFILHADO-FILHO, o DULCÍSSIMO Yuri Faria!
Quanta alegria.
E que progresso.
Na ida, CINQUENTA passos em trote intercalados por CEM em caminhada acelerada.
Na volta, a superação.
CEM correndo e CEM caminhando.
Sem trégua.
Quase uma LÉGUA!
Realmente, hei de alardear, estou evoluindo fisicamente.
Quiçá para contrabalançar o que se dá comigo economicamente.
Meu corpo muda a olhos vistos.
Outrossim, os Meus olhos diabéticos.
Presbita desde os TRINTA E NOVE ANOS, vejo-ME - adoro ANTÍTESES - cada vez com maior dificuldade para enxergar à distância.
Conquanto a MATURIDADE haja-ME dirimido a ânsia.
Regalando-ME com a paciência.
O catalizador de todas as virtudes humanas, como desde muito afirmo.
CORRER!
Quem diria.
Obrigado, uma vez mais, YURI FARIA.
Amante do BIG BROTHER BRASIL - perdão, VERISSIMO. As Suas críticas, diferentemente da esmagadora maioria das demais, ao menos trazem um tipo raro de RESPEITO. À protolíngua -, neste exato momento sinto-ME como uma extensão do MEMORÁVEL reality show.
O BBB 14 e EU estamos BOTANDO OS BOFES PRA FORA!
O ALISSON já rodou.
Cansado, estou.
Ouso dizer, extenuado. E extasiado.
Para um SEDENTÁRIO DE CARTEIRINHA VERMELHA, com o perdão do trocadilho, tal fadiga NÃO é motivo de lamentações, é bom que se diga.
Prova, de forma cabal, a pujança da Minha VOLIÇÃO.
Longe dos outrora CENTO E VINTE E NOVE quilos, ainda NÃO estou satisfeito.
Portanto, corpo em ação.
Na balança, pela manhã, OITENTA E NOVE.
Diabético sim.
GORDO de novo, JAMAIS.
Não importa a quantidade, a intensidade ou a VELOCIDADE do exercício requerido para tal mister.
NÃO sou um qualquer.
Sou PAULO DELLA ROSA.
Hoje um nome, amanhã uma LENDA!
Que cedo EU não morra.
CORRA, DELEGADO!
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
CORRA, DELEGADO!
No afã de lançar DESPOJOS natalinos, lancei-ME à tão desgastante faina.
Afinal, quanto mais se agita, maior e mais fluida faz-se a MASSA FECAL!
Num improvável ensolarado entardecer, resolvi a carcaça mexer.
E CORRI!
Naturalmente, quase MORRI.
Desta feita, TREZE interrompidos minutos. Que ME deram a arfante sensação de demorarem um século.
Aconteceu de TUDO. Homem IMPROVÁVEL que sou.
Estava EU, quase desnecessário relatar, acompanhado do Meu amado FILHO-CÃO, o APOLO QUADRÚPEDE, o inigualável YGHOR BHORIS ANDRADE DELLA ROSA.
Que absolutamente contrariado, correu a Meu lado.
A tira do CHINELO - que DELEGADO PÉ DE CHINELO EU SOU! - arrebentou. Em pleno calçadão. E EU, com a BRÔNZEA carcaça de vagabundo, estabaquei-ME. Gastando o que sobrou do EX-BARRIGÃO no áspero chão.
Correr de chinelo?
VÃO À MERDA!
Corro como quiser. Como melhor ME aprouver. Em briga de GORDO COM A BALANÇA, ninguém deve meter a colher.
Trás o vexatório tombo, uma radical mudança.
Limpo a ardida PANÇA e ME dirijo às franjas do Atlântico Sul.
Pensando que realmente TODO CASTIGO PARA CORNO É POUCO e, EU, que além de CORNO sou POBRE, tenho mais é que TOMAR NO CU!
Volto a CORRER.
EU e o Meu RIM-TIM-TIM.
Eis que uma desconhecida voz interrompe o EXASPERANTE exercício.
DIFÍCIL!
Sem mais nem menos, um rapaz assaca-ME uma indecorosa proposta.
Que BOSTA!
Quer que o MEU FILHO - bem que poderia ser EU - coma a FILHA DELE!
Sim, propôs que o YGHOR cruzasse com a DOCINHA.
Docinha! Que nome de GALINHA!
Com os bofes de fora EU e com a ponta da PIROCA de fora, ELE, o FILHO-CÃO, incorporo o PAI ZELOSO e redarguo com um sem-número de indagações.
É saudável? É vacinada. É LINDA? É RICA?
Coisas de progenitor responsável. NÃO posso deixar que, em QUALQUER lugar, o MEU FILHO ponha a PICA!
Solícito, Meu interlocutor a tudo responde. Com a precisão de um NERD. E a fidalguia de PAI de FILHA MINEIRA. Amante dos ANEXINS, sou bastante cônscio de que ÁGUA morro abaixo, FOGO morro acima e MINEIRAS quando....bem, deixemos para lá.
Sem outra opção, um aperto de mão.
Entre ele e MIM - sim, energúmenos, sob a regência de preposição, à exceção de COM, SEMPRE pronome do caso oblíquo -, com a EXCITADA anuência do maior interessado, que a este tempo praticamente GOZAVA ali ao lado.
Telefones trocados, volto à CORRIDA.
E ME ponho a pensar na vida.
Gordo ou MAGRO, rico ou POBRE, famoso ou no OSTRACISMO, novo ou ANOSO, andando, parado ou CORRENDO, esta é a Minha SINA.
O HEDONISMO.
O universo conspira nesta direção.
Seja fácil a compreensão. Ou o sentido, complexo.
PAULO DELLA ROSA é sinônimo de SEXO.
Que disso EU MORRA.
DELEGADO, CORRA!
Afinal, quanto mais se agita, maior e mais fluida faz-se a MASSA FECAL!
Num improvável ensolarado entardecer, resolvi a carcaça mexer.
E CORRI!
Naturalmente, quase MORRI.
Desta feita, TREZE interrompidos minutos. Que ME deram a arfante sensação de demorarem um século.
Aconteceu de TUDO. Homem IMPROVÁVEL que sou.
Estava EU, quase desnecessário relatar, acompanhado do Meu amado FILHO-CÃO, o APOLO QUADRÚPEDE, o inigualável YGHOR BHORIS ANDRADE DELLA ROSA.
Que absolutamente contrariado, correu a Meu lado.
A tira do CHINELO - que DELEGADO PÉ DE CHINELO EU SOU! - arrebentou. Em pleno calçadão. E EU, com a BRÔNZEA carcaça de vagabundo, estabaquei-ME. Gastando o que sobrou do EX-BARRIGÃO no áspero chão.
Correr de chinelo?
VÃO À MERDA!
Corro como quiser. Como melhor ME aprouver. Em briga de GORDO COM A BALANÇA, ninguém deve meter a colher.
Trás o vexatório tombo, uma radical mudança.
Limpo a ardida PANÇA e ME dirijo às franjas do Atlântico Sul.
Pensando que realmente TODO CASTIGO PARA CORNO É POUCO e, EU, que além de CORNO sou POBRE, tenho mais é que TOMAR NO CU!
Volto a CORRER.
EU e o Meu RIM-TIM-TIM.
Eis que uma desconhecida voz interrompe o EXASPERANTE exercício.
DIFÍCIL!
Sem mais nem menos, um rapaz assaca-ME uma indecorosa proposta.
Que BOSTA!
Quer que o MEU FILHO - bem que poderia ser EU - coma a FILHA DELE!
Sim, propôs que o YGHOR cruzasse com a DOCINHA.
Docinha! Que nome de GALINHA!
Com os bofes de fora EU e com a ponta da PIROCA de fora, ELE, o FILHO-CÃO, incorporo o PAI ZELOSO e redarguo com um sem-número de indagações.
É saudável? É vacinada. É LINDA? É RICA?
Coisas de progenitor responsável. NÃO posso deixar que, em QUALQUER lugar, o MEU FILHO ponha a PICA!
Solícito, Meu interlocutor a tudo responde. Com a precisão de um NERD. E a fidalguia de PAI de FILHA MINEIRA. Amante dos ANEXINS, sou bastante cônscio de que ÁGUA morro abaixo, FOGO morro acima e MINEIRAS quando....bem, deixemos para lá.
Sem outra opção, um aperto de mão.
Entre ele e MIM - sim, energúmenos, sob a regência de preposição, à exceção de COM, SEMPRE pronome do caso oblíquo -, com a EXCITADA anuência do maior interessado, que a este tempo praticamente GOZAVA ali ao lado.
Telefones trocados, volto à CORRIDA.
E ME ponho a pensar na vida.
Gordo ou MAGRO, rico ou POBRE, famoso ou no OSTRACISMO, novo ou ANOSO, andando, parado ou CORRENDO, esta é a Minha SINA.
O HEDONISMO.
O universo conspira nesta direção.
Seja fácil a compreensão. Ou o sentido, complexo.
PAULO DELLA ROSA é sinônimo de SEXO.
Que disso EU MORRA.
DELEGADO, CORRA!
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
BÁLSAMO MARINHO!
Finalmente, o Nosso ATLÂNTICO SUL.
E suas tépidas águas.
Trás um considerável e raro hiato, as ondas que lambem as areias da CELLULA MATER DA NACIONALIDADE voltam a ser convidativas.
Conquanto hajam sido sempre benfazejas.
Como se fora numa piscina, entreguei-ME ao deleitante prazer de um BANHO DE MAR. Mais ANTA ROSA do que nunca, tendo em vista o BRÔNZEO matiz da Minha anosa pele.
A MAZELENTA carcaça pôde desfrutar de momentos paradísicos durante o arrebol nos céus vicentinos.
Um final de tarde de segunda-feira com status e beleza de ESTIVAL domingo carioca.
Quanto prazer se Nos proporciona a MÃE NATUREZA!
Que ME perdoe Jabor o plágio, uma SUPREMA FELICIDADE.
Degustada em companhia da consorte COM SORTE e os seus olhinhos infantis e ENORMES como os dos desenhos de MANGÁ - adoro antíteses -, que vencendo o recidivo pavor marítimo, permitiu a sua pele veludínea tão distintivo prazer.
Dizem os orientais que somente devemos computar, como tempo vivido, aqueles dias em que fomos felizes.
Adi, vós - imperativo afirmativo do DEFECTIVO verbo adir, ó pacóvios -, ó leitores, um mais a Minha felizarda e longeva existência, pois.
De uma jornada cada vez mais DOCE a que ME proponho a cada novo amanhecer.
Diabético sim, porém padecendo cada vez menos da POLIDIPSIA.
E com mais e mais SEDE DE VIVER!
Obrigado, Marco Paulo Reynol, mestre da médica ciência.
Seus escritos, por MIM cega e religiosamente seguidos, produzem auspiciosos resultados.
Dupla respeitável. Pura eficiência!
Valeu, SENHORA DELLA ROSA, pela dedicação. Pela paciência. Por estar sempre a Meu lado.
Um viva à LEI DAS PROBABILIDADES, bíblia deste DELEGADO ATEU.
Ao completar 18.489 dias sobre a Terra, tendo visto a morte de perto por tantas vezes, sobrevivi.
E por isso, um dia como hoje EU VI.
Glória imerecida para um PLEBEU.
Como EU.
Contudo, como sempre afirmo, há de se viver o PRESENTE.
No frigir dos ovos - que NÃO posso mais comer -, o Meu é de fato um PRESENTE!
E suas tépidas águas.
Trás um considerável e raro hiato, as ondas que lambem as areias da CELLULA MATER DA NACIONALIDADE voltam a ser convidativas.
Conquanto hajam sido sempre benfazejas.
Como se fora numa piscina, entreguei-ME ao deleitante prazer de um BANHO DE MAR. Mais ANTA ROSA do que nunca, tendo em vista o BRÔNZEO matiz da Minha anosa pele.
A MAZELENTA carcaça pôde desfrutar de momentos paradísicos durante o arrebol nos céus vicentinos.
Um final de tarde de segunda-feira com status e beleza de ESTIVAL domingo carioca.
Quanto prazer se Nos proporciona a MÃE NATUREZA!
Que ME perdoe Jabor o plágio, uma SUPREMA FELICIDADE.
Degustada em companhia da consorte COM SORTE e os seus olhinhos infantis e ENORMES como os dos desenhos de MANGÁ - adoro antíteses -, que vencendo o recidivo pavor marítimo, permitiu a sua pele veludínea tão distintivo prazer.
Dizem os orientais que somente devemos computar, como tempo vivido, aqueles dias em que fomos felizes.
Adi, vós - imperativo afirmativo do DEFECTIVO verbo adir, ó pacóvios -, ó leitores, um mais a Minha felizarda e longeva existência, pois.
De uma jornada cada vez mais DOCE a que ME proponho a cada novo amanhecer.
Diabético sim, porém padecendo cada vez menos da POLIDIPSIA.
E com mais e mais SEDE DE VIVER!
Obrigado, Marco Paulo Reynol, mestre da médica ciência.
Seus escritos, por MIM cega e religiosamente seguidos, produzem auspiciosos resultados.
Dupla respeitável. Pura eficiência!
Valeu, SENHORA DELLA ROSA, pela dedicação. Pela paciência. Por estar sempre a Meu lado.
Um viva à LEI DAS PROBABILIDADES, bíblia deste DELEGADO ATEU.
Ao completar 18.489 dias sobre a Terra, tendo visto a morte de perto por tantas vezes, sobrevivi.
E por isso, um dia como hoje EU VI.
Glória imerecida para um PLEBEU.
Como EU.
Contudo, como sempre afirmo, há de se viver o PRESENTE.
No frigir dos ovos - que NÃO posso mais comer -, o Meu é de fato um PRESENTE!
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
POUCAS E SATÍRICAS PALAVRAS!
DUAS FRASES!
Na esteira das CANETADAS BOLIVARIANAS e em perfeita sintonia com a globalização, declaro aberta a TEMPORADA DE VERÃO na CELLULA MATER da NACIONALIDADE.
Conquanto NÃO estejamos na FRANÇA, nem nos tempos de BILLY, THE KID. E o SOL pareça ter abandonado completamente a histórica CIDADE!
Na esteira das CANETADAS BOLIVARIANAS e em perfeita sintonia com a globalização, declaro aberta a TEMPORADA DE VERÃO na CELLULA MATER da NACIONALIDADE.
Conquanto NÃO estejamos na FRANÇA, nem nos tempos de BILLY, THE KID. E o SOL pareça ter abandonado completamente a histórica CIDADE!
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
CORRENDO DO DIABETES!
A manhã NÃO se iniciou auspiciosa.
Como faço todos os dias, submeti-ME à matinal picada.
No diuturno e aterrorante e desgastante diagnóstico da TAXA DE AÇÚCAR do Meu NACARADO sangue.
Com o número 134 estampado no visor da tal demoníaca máquina, decidi por uma CAMINHADA.
CÃOMINHADA, tendo em vista a parceria do Meu fiel escudeiro e DONO PRIMEIRO do Meu ANOSO coração.
Naturalmente, as fatias do PÃO INTEGRAL da tão celebrada DEJEJUA foram suprimidas.
Ó dor! Ó vida!
Partimos, FILHO-CÃO e PAI ANTA ROSA, desde a divisa entre a Terra dos Andradas e o reino dos CALUNGAS em direção à Ilha Porchat, sempre margeando as cada vez MENOS álgidas - até que enfim! - águas do Atlântico Sul.
Fomos e voltamos, desta feita seguindo até o CANAL DOIS, em ritmo bastante acelerado, mormente para as QUATRO PEQUENAS patas do Meu ADÔNIS CANÍDEO e para as CINQUENTA primaveras que carrego sobre a envelhecida carcaça.
Não contente com a faina e CAGANDO de medo dos NEFANDOS efeitos da GLICEMIA, desde o CANAL DOIS até o EMISSÁRIO SUBMARINO, como se fora EU um clone AFEADO do atlético e dionísico Bruno Monreal, venci o percurso CORRENDO.
Sim, CORRENDO!
E MORRENDO, também.
YGHOR BHORIS DELLA ROSA, quiçá no afã de comprovar o quão melhor é a sua condição física - e creio que se dá o mesmo com a intelectual - em relação à de seu VELHO PAI, não bastasse CORRER de forma mais célere, humilhava-ME a cada três ou quatro passos, SALTANDO como se estivéramos, ele e EU, sobre uma cama elástica.
Que LÁSTIMA!
Tudo dói.
As pernas. A bunda. E o coração.
Sou MESMO um ancião.
MAZELENTO. Diabético. E, por quê, Pato?, CORINTIANO.
Caem os panos.
Os que se encontram na Minha cintura de circunferência cada vez mais reduzida. E os da SANIDADE.
Maldita idade.
Maldita GENÉTICA.
Quindim. Coca-cola. CHOCOLATES. Quantas SAUDADES.
São SETENTA E OITO DIAS de espartana dieta.
De draconiana rotina.
Nem mesmo a LASANHA DA TIA PINA!
Ou o sanduíche de MORTADELA CERATTI com MUÇARELA.
A vida é bela, EU sempre digo.
No momento, olho para o próprio UMBIGO e agradeço.
Estou pagando pelos Meus erros. Pela GLUTONARIA. Pelos excessos.
Um castigo que mereci. Um ESCARMENTO que mereço.
Socorro-ME, uma vez mais, do Meu invulgar BOM HUMOR.
Com ou sem dor.
Andando. Correndo. Vivendo.
Um dia por vez.
Com a revigoradora certeza de que TUDO VALE A PENA.
Quando se é gente BOA.
Enquanto pudermos Nos entregar ao prazer de ler FERNANDO PESSOA.
Pois a ALMA e a PISTOLA DO DELEGADO NÃO são pequenas!
Como faço todos os dias, submeti-ME à matinal picada.
No diuturno e aterrorante e desgastante diagnóstico da TAXA DE AÇÚCAR do Meu NACARADO sangue.
Com o número 134 estampado no visor da tal demoníaca máquina, decidi por uma CAMINHADA.
CÃOMINHADA, tendo em vista a parceria do Meu fiel escudeiro e DONO PRIMEIRO do Meu ANOSO coração.
Naturalmente, as fatias do PÃO INTEGRAL da tão celebrada DEJEJUA foram suprimidas.
Ó dor! Ó vida!
Partimos, FILHO-CÃO e PAI ANTA ROSA, desde a divisa entre a Terra dos Andradas e o reino dos CALUNGAS em direção à Ilha Porchat, sempre margeando as cada vez MENOS álgidas - até que enfim! - águas do Atlântico Sul.
Fomos e voltamos, desta feita seguindo até o CANAL DOIS, em ritmo bastante acelerado, mormente para as QUATRO PEQUENAS patas do Meu ADÔNIS CANÍDEO e para as CINQUENTA primaveras que carrego sobre a envelhecida carcaça.
Não contente com a faina e CAGANDO de medo dos NEFANDOS efeitos da GLICEMIA, desde o CANAL DOIS até o EMISSÁRIO SUBMARINO, como se fora EU um clone AFEADO do atlético e dionísico Bruno Monreal, venci o percurso CORRENDO.
Sim, CORRENDO!
E MORRENDO, também.
YGHOR BHORIS DELLA ROSA, quiçá no afã de comprovar o quão melhor é a sua condição física - e creio que se dá o mesmo com a intelectual - em relação à de seu VELHO PAI, não bastasse CORRER de forma mais célere, humilhava-ME a cada três ou quatro passos, SALTANDO como se estivéramos, ele e EU, sobre uma cama elástica.
Que LÁSTIMA!
Tudo dói.
As pernas. A bunda. E o coração.
Sou MESMO um ancião.
MAZELENTO. Diabético. E, por quê, Pato?, CORINTIANO.
Caem os panos.
Os que se encontram na Minha cintura de circunferência cada vez mais reduzida. E os da SANIDADE.
Maldita idade.
Maldita GENÉTICA.
Quindim. Coca-cola. CHOCOLATES. Quantas SAUDADES.
São SETENTA E OITO DIAS de espartana dieta.
De draconiana rotina.
Nem mesmo a LASANHA DA TIA PINA!
Ou o sanduíche de MORTADELA CERATTI com MUÇARELA.
A vida é bela, EU sempre digo.
No momento, olho para o próprio UMBIGO e agradeço.
Estou pagando pelos Meus erros. Pela GLUTONARIA. Pelos excessos.
Um castigo que mereci. Um ESCARMENTO que mereço.
Socorro-ME, uma vez mais, do Meu invulgar BOM HUMOR.
Com ou sem dor.
Andando. Correndo. Vivendo.
Um dia por vez.
Com a revigoradora certeza de que TUDO VALE A PENA.
Quando se é gente BOA.
Enquanto pudermos Nos entregar ao prazer de ler FERNANDO PESSOA.
Pois a ALMA e a PISTOLA DO DELEGADO NÃO são pequenas!
sábado, 14 de setembro de 2013
FALE, POETA!
CARINHOS deste HOMEM IMPROVÁVEL!
"DE NOVO, MEU POVO!
Ar seco.
Entre as duas cidades.
Inusitado despertador.
Exíguo espaço.
Queen size.
Edredão.
Pouquíssima umidade.
Vozes ao fundo.
Cama apertada.
Travesseiros em demasia.
Mulher serraria.
Filho-cão.
Bater de caixas.
Hálito impuro.
Sonhos em cascata.
Pesadelo.
Tórrida aragem.
Umidade baixa.
Recorrente despertar.
Sazonal alegria.
Umidade nefasta.
Ror.
Ansiedade.
Ar pesado.
Velho cansado.
Verve presa.
Café no bule.
Muita idade.
Dulcífero delegado.
Saudosos doces.
Maldito açúcar.
Frutose.
Umidade insalubre.
Sono dos justos.
Tonitruante balbúrdia.
Adorável caos.
Hipnose.
Hortaliças.
Verde que o quero verde.
Conhecidos olores.
Esposa ao lado.
Amigo fiel.
CORÍNTIÃS.
Astro rei.
Vida bandida.
Glicemia.
Dia a dia.
Olfato de cachorro.
Focinho gelado.
Dores.
Decúbito dorsal.
Conchinha.
A casa cheira.
Folhas.
Novinho em folha.
Folhinha.
É sábado.
São Vicente.
Mares do sul à frente.
URUBUQUEÇABA ao fundo.
Beleza.
TEM FEIRA!”
Entre as duas cidades.
Inusitado despertador.
Exíguo espaço.
Queen size.
Edredão.
Pouquíssima umidade.
Vozes ao fundo.
Cama apertada.
Travesseiros em demasia.
Mulher serraria.
Filho-cão.
Bater de caixas.
Hálito impuro.
Sonhos em cascata.
Pesadelo.
Tórrida aragem.
Umidade baixa.
Recorrente despertar.
Sazonal alegria.
Umidade nefasta.
Ror.
Ansiedade.
Ar pesado.
Velho cansado.
Verve presa.
Café no bule.
Muita idade.
Dulcífero delegado.
Saudosos doces.
Maldito açúcar.
Frutose.
Umidade insalubre.
Sono dos justos.
Tonitruante balbúrdia.
Adorável caos.
Hipnose.
Hortaliças.
Verde que o quero verde.
Conhecidos olores.
Esposa ao lado.
Amigo fiel.
CORÍNTIÃS.
Astro rei.
Vida bandida.
Glicemia.
Dia a dia.
Olfato de cachorro.
Focinho gelado.
Dores.
Decúbito dorsal.
Conchinha.
A casa cheira.
Folhas.
Novinho em folha.
Folhinha.
É sábado.
São Vicente.
Mares do sul à frente.
URUBUQUEÇABA ao fundo.
Beleza.
TEM FEIRA!”
Aos que sabem dar valor.
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
FALE, POETA!
CARINHOS deste HOMEM IMPROVÁVEL!
"INEFÁVEL VISÃO!
Encontro.
Encanto.
Aquoso manto.
Canto.
Encanto.
Aquoso manto.
Canto.
Conto.
Piso.
Passo.
Abraço.
Piso.
Passo.
Abraço.
Atlântico.
Romântico.
Oásis.
Urubus vorazes.
Romântico.
Oásis.
Urubus vorazes.
Manta ácida.
Plácida.
Verde que o quero verde.
Verde que a quero ver.
Plácida.
Verde que o quero verde.
Verde que a quero ver.
Minha ILHA.
Dos céus, filha.
Manhã.
Ontem. Hoje. Amanhã.
Dos céus, filha.
Manhã.
Ontem. Hoje. Amanhã.
URUBUQUEÇABA. Um nome.
Pródiga, ME sacia a fome.
De paz. De beleza.
AMOR. MÃE NATUREZA!”
Pródiga, ME sacia a fome.
De paz. De beleza.
AMOR. MÃE NATUREZA!”
Aos que sabem dar valor.
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
FALE, POETA!
CARINHOS deste HOMEM IMPROVÁVEL!
"NAMORADA ILHA!
Homem algum é uma ilha.
Ajo como se esta fosse Minha.
Relação de pai e filha.
Ainda menino amor lhe tinha.
Ajo como se esta fosse Minha.
Relação de pai e filha.
Ainda menino amor lhe tinha.
Menino Paulo. José Menino.
Interfaces de um mesmo ser.
Vó Cida. Posto Um. Sem tino.
Areias. Sal. Sol. Entardecer.
Interfaces de um mesmo ser.
Vó Cida. Posto Um. Sem tino.
Areias. Sal. Sol. Entardecer.
Petiz, receios e arroubos de coragem.
Relação de mãe e filho.
Na mente instalou-se a imagem.
De força. De natureza. De brilho.
Relação de mãe e filho.
Na mente instalou-se a imagem.
De força. De natureza. De brilho.
Anoso, reflexões e analogias.
Colírio. Tranquilizante. Lenitivo.
Início e fim dos Meus dias.
Ponto de confluência. Arquivo.
Colírio. Tranquilizante. Lenitivo.
Início e fim dos Meus dias.
Ponto de confluência. Arquivo.
Verde. Tons de cinza. Azul. Bege.
Cercada e beijada pelo Atlântico.
Senhora. Moçoila. Santa. Herege.
Paz absoluta. Linearidade. Sexo tântrico.
Cercada e beijada pelo Atlântico.
Senhora. Moçoila. Santa. Herege.
Paz absoluta. Linearidade. Sexo tântrico.
Entremeando as Ilhas Porchat e Santo Amaro.
Cuidada de perto pela Feiticeira.
O quebra-mar, obra humana, já lhe é caro.
Vaidosa mulher, a peixe bom e mar manso, cheira.
Cuidada de perto pela Feiticeira.
O quebra-mar, obra humana, já lhe é caro.
Vaidosa mulher, a peixe bom e mar manso, cheira.
Pouso dos urubus. Dormir dos urubus. Tupi.
Traz no nome a realeza do Pindorama.
Tanto orgulho tenho por viver aqui.
Sou capaz de avistá-la da Minha cama.
Traz no nome a realeza do Pindorama.
Tanto orgulho tenho por viver aqui.
Sou capaz de avistá-la da Minha cama.
URUBUQUEÇABA. Do paraíso, Meu quinhão.
Imerecida benesse deste romântico delegado.
Sinônimo de poder. De humildade. De paixão.
Obrigado, eterna namorada. Sempre a Meu lado.”
Imerecida benesse deste romântico delegado.
Sinônimo de poder. De humildade. De paixão.
Obrigado, eterna namorada. Sempre a Meu lado.”
Aos que sabem dar valor.
terça-feira, 6 de agosto de 2013
FALE, POETA!
CARINHOS deste HOMEM IMPROVÁVEL!
"DIVINAIS ENTRETONS!
Arco-íris.
Cores no céu.
Pensamentos ao léu.
Voadores pires.
Cores no céu.
Pensamentos ao léu.
Voadores pires.
Arcobaleno.
Frio e quente.
Buona gente.
Dia pleno.
Frio e quente.
Buona gente.
Dia pleno.
Rainbow.
Caminhada.
Great show.
Tudo e nada.
Caminhada.
Great show.
Tudo e nada.
Arco iris.
Obra de arte.
Si del español lo tires.
O sol se parte.
Obra de arte.
Si del español lo tires.
O sol se parte.
Tamanha beleza.
Algumas certezas.
A mãe natureza.
A Minha PEQUENEZA!”
Algumas certezas.
A mãe natureza.
A Minha PEQUENEZA!”
Aos que sabem dar valor.
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