quinta-feira, 7 de novembro de 2013

FALE, POETA!

FALE, POETA!
CARINHOS deste HOMEM IMPROVÁVEL!

“REVOLTO IMO!

Vale de incertezas.
Holocausto da esperança.
O olhar perdido no horizonte.
Afagia.

Nó no peito.
Incontido dó de peito.
Gotas a rolar pela pele hirsuta.
Tensão.

Agruras e sombras do passado.
Irrefreável claudicância.
Sempiterna procela.
Excrecência.

Enfadonhas brumas.
Recorrentes pesadelos.
Sonhos em farrapos.
Fealdade.

Soberana ampulheta.
Poderosos lenitivos.
O tempo e o vento.
Senhores amigos!”

Aos que sabem dar valor.

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