CARINHOS deste HOMEM IMPROVÁVEL!
“SÍNDROME DO PÂNICO!
Sudorese. Desassossego. Palpitação.
Imagens turvas. Desfocadas.
Recidivas. Isoladas. Plúmbeas.
Inexplicável e dorida infirmação.
Imagens turvas. Desfocadas.
Recidivas. Isoladas. Plúmbeas.
Inexplicável e dorida infirmação.
Paralisante neurose.
Desconcertante apreensão.
Endógena ansiedade.
Da alma a necrose.
Desconcertante apreensão.
Endógena ansiedade.
Da alma a necrose.
Chilique? Faniquito? Piti?
Quem dera o fosse.
Avalanche de invulgar angústia.
Premência de se fugir daqui.
Quem dera o fosse.
Avalanche de invulgar angústia.
Premência de se fugir daqui.
Acachapante atonia.
Obscurecendo a mente e o porvir.
Sanha macabra que o peito arranha.
O dia se faz noite. A noite se faz dia.
Obscurecendo a mente e o porvir.
Sanha macabra que o peito arranha.
O dia se faz noite. A noite se faz dia.
Inimigo voraz. Latente. Nada mítico.
Corrosivo. Nefando. Depressivo.
Somente o ninho parece seguro.
Desde que ajudado pelo ansiolítico.
Corrosivo. Nefando. Depressivo.
Somente o ninho parece seguro.
Desde que ajudado pelo ansiolítico.
Sensação iminente de morte.
Incompreensível até para os amigos.
Que dela jamais alguém padeça.
Não há no mundo pior sorte.
Incompreensível até para os amigos.
Que dela jamais alguém padeça.
Não há no mundo pior sorte.
Violenta e constante no ataque.
Tornando a existência um suplício.
O que foi samba faz-se fado.
No espelho, o reflexo do baque.
Tornando a existência um suplício.
O que foi samba faz-se fado.
No espelho, o reflexo do baque.
Terapia. Medicação. Resiliência.
Mãos generosas. Ouvidos atentos.
Hei de desvendar a sua causa.
Colhendo e partilhando experiência.
Mãos generosas. Ouvidos atentos.
Hei de desvendar a sua causa.
Colhendo e partilhando experiência.
Enfim, cada qual com a sua cruz.
De crise em crise é forjada a Minha.
Não tenho mais medo do medo.
Respiro fundo. Estou vivo. Faça-se a LUZ!”
De crise em crise é forjada a Minha.
Não tenho mais medo do medo.
Respiro fundo. Estou vivo. Faça-se a LUZ!”
Aos que sabem dar valor.
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