CARINHOS deste HOMEM IMPROVÁVEL!
“SERMÃO DO LUAR!
Olho pro céu.
Não há véu.
Apenas uma nuvem.
Como se fora penugem.
Como se a reverenciasse.
Magnânimo enlace.
A LUA.
Não está nua.
Tampouco só.
De peito, um dó.
Para saudá-la.
Minha alma cala.
Acelera-ME o peito.
Sou romântico, não tem jeito.
Quase meia-noite.
O calor como açoite.
Não há vento.
Sua luminosidade como unguento.
Sua beleza como poesia.
A melhor forma de se iniciar um novo dia.
Como pano de fundo, jardins.
Renovo os mais auspiciosos sins.
Não são jardins quaisquer.
São oferendas a esta linda mulher.
Senhora de bastantes encantos.
Haveriam de ser os da PRAIA DE SANTOS.
Luar do sertão?
Por certo, não.
O firmamento daqui é litorâneo.
Quiçá, por isso, menos ebâneo.
Conquanto, avassalador.
A inspirar o amor.
Profícuo palco para a verdade.
Manjedoura da felicidade.
Estrelas acolá e aqui.
Confesso que vivi.
De tantos tive ajuda.
Especialmente de NERUDA.
E da palavra que em Meu coração ressoa.
A palavra de PESSOA.
Tenho a alma inquieta.
Serei mesmo um poeta?
Elevo uma vez mais o olhar.
E à deusa ouso indagar.
Seu nédio silêncio tudo aclara.
O tempo simplesmente para.
É LUA CRESCENTE.
Entendo o presente.
Ser ou não poeta de nada importa.
De que serve uma árida horta?
Obrigado, da noite a dama.
Obrigado pela chama.
Serei para sempre o que a serve.
Obrigado pela benção da verve.
Fecho os olhos. Finda-se a oração.
Meio passional. Um tanto de razão.
À casa voltarei.
E isso tudo a todos contarei.
Vaidoso, dou por válida Nossa parceria.
A partir de agora, inarredável via.
Quem AMA, sempre abusa.
EU a levo pra MIM, ó DIVINA MUSA!”
Não há véu.
Apenas uma nuvem.
Como se fora penugem.
Como se a reverenciasse.
Magnânimo enlace.
A LUA.
Não está nua.
Tampouco só.
De peito, um dó.
Para saudá-la.
Minha alma cala.
Acelera-ME o peito.
Sou romântico, não tem jeito.
Quase meia-noite.
O calor como açoite.
Não há vento.
Sua luminosidade como unguento.
Sua beleza como poesia.
A melhor forma de se iniciar um novo dia.
Como pano de fundo, jardins.
Renovo os mais auspiciosos sins.
Não são jardins quaisquer.
São oferendas a esta linda mulher.
Senhora de bastantes encantos.
Haveriam de ser os da PRAIA DE SANTOS.
Luar do sertão?
Por certo, não.
O firmamento daqui é litorâneo.
Quiçá, por isso, menos ebâneo.
Conquanto, avassalador.
A inspirar o amor.
Profícuo palco para a verdade.
Manjedoura da felicidade.
Estrelas acolá e aqui.
Confesso que vivi.
De tantos tive ajuda.
Especialmente de NERUDA.
E da palavra que em Meu coração ressoa.
A palavra de PESSOA.
Tenho a alma inquieta.
Serei mesmo um poeta?
Elevo uma vez mais o olhar.
E à deusa ouso indagar.
Seu nédio silêncio tudo aclara.
O tempo simplesmente para.
É LUA CRESCENTE.
Entendo o presente.
Ser ou não poeta de nada importa.
De que serve uma árida horta?
Obrigado, da noite a dama.
Obrigado pela chama.
Serei para sempre o que a serve.
Obrigado pela benção da verve.
Fecho os olhos. Finda-se a oração.
Meio passional. Um tanto de razão.
À casa voltarei.
E isso tudo a todos contarei.
Vaidoso, dou por válida Nossa parceria.
A partir de agora, inarredável via.
Quem AMA, sempre abusa.
EU a levo pra MIM, ó DIVINA MUSA!”
Aos que sabem dar valor.
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