sábado, 1 de março de 2014

QUE SAUDADES!

Em mais uma tumultuada e barulhenta madrugada, momento de tocante e lancinante emoção.
A boca e EU despertamos encharcados.
Ela, apesar da substantiva precariedade dental - de alguma forma contornada pelo excelso ODONTÓLOGO e DILETO amigo Sobral Alexandre -, tomada por abundante saliva.
EU, banhado por invulgar onda de suor.
Como sói ocorrer com este MAZELENTO e ANOSO e NACARADO e ROMÂNTICO delegado, na DORIDA cabeça recidivo trecho da trilha sonora do ONÍRICO evento.
Que envolveu um sonoro trinômio.
Veloso. Meloso. GOSTOSO!
"Às vezes, no silêncio da noite, EU fico imaginando Nós dois..."
SOZINHO!
Tão sozinho que ME dá até uma PENINHA de MIM mesmo.
Sozinho.
Nesta vívida experiência.
Conquanto o FILHO-CÃO, a consorte COM SORTE, Cristiane Andrade, e as heroínas e heróis do Nosso mercado a céu aberto de todo SÁBADO, servissem de testemunhas NADA silentes.
Com precisão digna de um OSCAR de melhor fotografia, o filme dirigido pelo HELENO deus HYPNOS - deus esse que é QUASE tão perfeito como o Meu amado GREGO GREGÁRIO BOIOLA HONORÁRIO, o insuperável Peter Alexandrakis - parece estampado em Minhas DIABÉTICAS retinas.
Imponente, mercê da sua forma geométrica perfeita, o ator principal deste hollywoodiano roteiro, quiçá no afã de deixar claro a sua ESTRELAR patente, produziu inaudito milagre.
Mais do que a projeção de sua imagem em três dimensões, impingiu-ME a deleitante tortura dos seus ímpares AROMA e SABOR.
Aroma e sabor num SONHO?
Ao som do baiano CAETANO?
Que é capaz de dar vazão à mais água do que os incompetentes e mui bem remunerados dirigentes da SABESP?
SONHO?
Sim. Da mais inebriante das valsas.
Do mais anelado dos consumos.
De toda e qualquer criança. Seja qual for o teor de AMARELIDÃO da, de nascimento, certidão.
"Às vezes, no silêncio da noite, EU fico imaginando Nós dois..."
Ainda que a NOITE NÃO haja estado desacompanhada de barulhos.
Guturais.
Vindos de um focinho.
Ou do bater de caixas.
SOZINHO.
Assim ME sinto hoje, exatos CENTO E NOVENTA E SETE DIAS longe de você.
Você, o emblemático e celestial ícone da Minha resistência.
Você, DULCÍFERA e cabal prova da Minha resiliência.
Você, que como restou comprovado trás este noturno festival de magia e ironia, JAMAIS se afastará desta Minha longeva existência.
Como CAETANO obriga-ME a pensar na PEROLÍFERA voz da DIVA e irmã MARIA BETHÂNIA, deixo aqui registrado o Meu PREITO a você, Meu MENINO TRIGUEIRO.
Meu SONHO IMPOSSÍVEL.
Esta noite EU SONHEI com você.
BRIGADEIRO!

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