Carinhos deste HOMEM IMPROVÁVEL!
Publicado na página DELEGADO POETA.
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NOSSO ESTRANHO AMOR!
Ainda que ME reste a impressão de que você quer sugar todo o Meu leite.
Ou melhor, a SEIVA da Minha vida.
Ainda que por vezes o som NÃO seja o de Caetano.
Ou melhor, NÃO seja o de Caetano dos tempos de Caetano.
Ainda que ME impute rigorosos limites e saudosas distâncias.
Ou melhor, que ME obrigue a exercitar a temperança.
Ainda que, a cada alba, viva EU tensões de montanhas-russas.
Ou melhor, fure o dedo. E esfregue o resultado nas fuças.
Dos Himalaias ao quintal de Cérbero.
Do nacarado rejúbilo à plúmbea depressão.
Do gozo à aflição.
É nesse vaivém que a gente se dá bem.
Ou, então, que a gente se metralha.
Por quê?
Quem dera houvesse um único porquê.
Onde errei?
Como saber, se nem sei direito por onde andei.
Sei que sou FERA FERIDA.
Sei também que as ROSAS NÃO falam. Apesar de chorarem.
Na perenal luta entre o bem e o mal, esta manhã NÃO foi de celebração.
Conquanto, como sói ocorrer todas as manhãs, houve medição.
Filha bastarda, efeito colateral, despojos de guerra, restos da divisão desta Nossa relação.
ÓDIO há, sim.
Entre você e MIM.
O amor tem dessas coisas.
No medidor glicêmico, a constatação que a alma, as vísceras e até mesmo a esperança - por um átimo, afirmo -, derrete.
DIABETES.
Mellitus. Tipo dois. Melito.
Companheira. Traiçoeira. Matreira. Parceira.
Nos versos, Meu grito.
De clemência.
Por paciência.
Lágrimas por debaixo dos caracóis dos Meus cabelos.
Que ME encharcam, no peito, os pelos.
E os lençóis.
Nas belas mãos, o aparelho digital.
Momento de prazer sádico. E satânico
Platônico. Carnal.
No visor, CENTO E QUARENTA E SETE.
À luta. Mais privações. Atividade física
E a imperiosa medicação.
Nosso estranho amor em nada difere dos demais.
Os altos e baixos são a tônica e a DOÇURA da PAIXÃO!
Ainda que ME reste a impressão de que você quer sugar todo o Meu leite.
Ou melhor, a SEIVA da Minha vida.
Ainda que por vezes o som NÃO seja o de Caetano.
Ou melhor, NÃO seja o de Caetano dos tempos de Caetano.
Ainda que ME impute rigorosos limites e saudosas distâncias.
Ou melhor, que ME obrigue a exercitar a temperança.
Ainda que, a cada alba, viva EU tensões de montanhas-russas.
Ou melhor, fure o dedo. E esfregue o resultado nas fuças.
Dos Himalaias ao quintal de Cérbero.
Do nacarado rejúbilo à plúmbea depressão.
Do gozo à aflição.
É nesse vaivém que a gente se dá bem.
Ou, então, que a gente se metralha.
Por quê?
Quem dera houvesse um único porquê.
Onde errei?
Como saber, se nem sei direito por onde andei.
Sei que sou FERA FERIDA.
Sei também que as ROSAS NÃO falam. Apesar de chorarem.
Na perenal luta entre o bem e o mal, esta manhã NÃO foi de celebração.
Conquanto, como sói ocorrer todas as manhãs, houve medição.
Filha bastarda, efeito colateral, despojos de guerra, restos da divisão desta Nossa relação.
ÓDIO há, sim.
Entre você e MIM.
O amor tem dessas coisas.
No medidor glicêmico, a constatação que a alma, as vísceras e até mesmo a esperança - por um átimo, afirmo -, derrete.
DIABETES.
Mellitus. Tipo dois. Melito.
Companheira. Traiçoeira. Matreira. Parceira.
Nos versos, Meu grito.
De clemência.
Por paciência.
Lágrimas por debaixo dos caracóis dos Meus cabelos.
Que ME encharcam, no peito, os pelos.
E os lençóis.
Nas belas mãos, o aparelho digital.
Momento de prazer sádico. E satânico
Platônico. Carnal.
No visor, CENTO E QUARENTA E SETE.
À luta. Mais privações. Atividade física
E a imperiosa medicação.
Nosso estranho amor em nada difere dos demais.
Os altos e baixos são a tônica e a DOÇURA da PAIXÃO!
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