Todos sabem que a Minha vida é COR-DE-ROSA.
Às favas, ESPINHOS.
Há que se ser MEIO LOUCO, como dizem alguns tentando ser gentis, para se ACREDITAR - sim, os BRUTOS também CREEM - de forma visceral e esfuziante, que os SOLFEJOS da vida são SEMPRE sintônicos.
Não obstante as INJEÇÕES, as BARATAS, os ESCUROS e, mormente, os GERENTES DE BANCO.
POLÍFAGO e bem-humorado, não ME distancio da ONÍRICA certeza de que logo ali, ao alcance das Minhas BELAS mãos, estará uma COCA-COLA.
Ou um CHOCOLATE.
Naturalmente, depois do diagnóstico do MALDITO DIABETES MELITO, hão de ser SEM ADIÇÃO DE AÇÚCAR.
DIET!
Zero, pois. No gosto. E ainda mais, no depois.
E, ainda que tão fluido, raro, desdourado, TEMIDO e singular, o AMOR.
O AMOR.
Que desde a MANJEDOURA - a ELEIÇÃO deste vocábulo foi uma homenagem a você, PIO e querido amigo Paulo Jesus. Ou seria uma PREMONIÇÃO? - padece de toda sorte de vicissitudes.
Dele, como dos torturados de um BRASIL que FELIZMENTE não existe mais - alguns arautos do imediatismo OUSAM ainda mencioná-lo -, querem arrancar a mais infesta das respostas.
POR QUÊ?
Tolos insensíveis.
Aprisionados TIMORATOS.
CARDIOPATAS!
O AMOR, substantivo oriundo da INTRANSITIVIDADE do verbo amar, PRESCINDE de explicações de quaisquer naturezas.
O AMOR, instituição que tem sua interface na EVOLUÇÃO, está acima dos tão em voga ENTRETONS de CINZA.
O AMOR, não é PRETO, nem BRANCO.
Não se pode esperar que ele seja PRETO NO BRANCO.
O amor SOBRE-EXCELE. Do verbo SOBRE-EXCELER. Ao dicionário, ESTULTOS!
É METAFÍSICO.
É fruto da QUINTA-ESSÊNCIA.
É coirmão e coevo da FELICIDADE.
Paira SOBERANO dentre os seus menos aquinhoados correlatos.
A INTELIGÊNCIA.
A SABEDORIA.
O SUCESSO.
TODO-PODEROSO, permite que o ouçamos.
MY WAY!
Na voz de FRANK SINATRA.
O AMOR, enfim e sem fim, é TODO PROSA.
O AMOR É COR-DE-ROSA!
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