Carinhos deste HOMEM IMPROVÁVEL!
Publicado na página DELEGADO POETA.
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ARTILHARIA COMPOSTA!
Para-fogo.
Quisera eu que fora ela a dona da situação.
Sensata. Intrépida. Madura. Fria e calculista.
E que as flamas domasse, rechaçando a invasão.
Para-choque.
Feita do mais rijo aço, verga ante o desafio.
Cicatrizes de guerras passadas são fúteis.
Mercê do baque, sucumbe aos próprios vazios.
Para-brisa.
Refratária a devaneios, mostra-se insolente.
Enquanto se lhe inocula o letal veneno.
E se prostra ao destino que lhe faz frente.
Para-chuva.
Tomada de brios, resiste em vão. E isolada.
Assistindo ao barco ser tragado por vorazes ondas.
E entre espumas e rugidos, cala-se, sufocada.
Para-raios.
Inútil é nesta descarga de ventos e tempestades.
Pobre razão, curve-se em cordial reverência.
O amor despreza a lógica. E não tem idade.
Para-fogo.
Quisera eu que fora ela a dona da situação.
Sensata. Intrépida. Madura. Fria e calculista.
E que as flamas domasse, rechaçando a invasão.
Para-choque.
Feita do mais rijo aço, verga ante o desafio.
Cicatrizes de guerras passadas são fúteis.
Mercê do baque, sucumbe aos próprios vazios.
Para-brisa.
Refratária a devaneios, mostra-se insolente.
Enquanto se lhe inocula o letal veneno.
E se prostra ao destino que lhe faz frente.
Para-chuva.
Tomada de brios, resiste em vão. E isolada.
Assistindo ao barco ser tragado por vorazes ondas.
E entre espumas e rugidos, cala-se, sufocada.
Para-raios.
Inútil é nesta descarga de ventos e tempestades.
Pobre razão, curve-se em cordial reverência.
O amor despreza a lógica. E não tem idade.
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