sábado, 13 de setembro de 2014

POUCAS E ARRASADORAS PALAVRAS!

POUCAS PALAVRAS!
MANDIOCA.
E POLENTA.
A coroar uma INTERMINÁVEL bandeja de FRANGO À PASSARINHO.
Sozinhos.
A SENHORA DELLA ROSA, Cristiane Andrade, e EU.
ATEU. Fariseu. Plebeu.
E GLUTÃO.
Sentados e ESFAIMADOS, devoramos.
Convenhamos, tudo há de ter limites.
Estamos quites. O meu FÍGADO e esta ANTA ROSA.
Ambos, madrugada afora, penamos.
Às favas, mundanas convenções. Ao PRAZER, jamais direi NÃO!
A vida é bem mais gostosa quando, acolá e aqui, nos afastamos do nexo.
E, ainda melhor, se nos fartarmos de sexo.
FRANGO À PASSARINHO. Depois da MEIA-NOITE. Pura FRITURA. Pura GOSTOSURA.
Acompanhado de um caminhão de MANDIOCA. E de POLENTA.
Nesta manhã, estou DESTRUÍDO. E feliz.
Isso é o que importa. Isso é o que sempre quis.
Aguentem firme, ANOSO fígado e PÂNCREAS falido.
Vez que outra, às recomendações médicas, NÃO darei ouvido.
Sei que vou morrer. Não sei a hora. Levarei SAUDADES. Do Q'FRANGO. E das bastantes AURORAS!
Coração, AGUENTA!
Apesar do gosto de CABO DE GUARDA-CHUVA na boca, repito.
Maldita GENÉTICA. Benditos FRANGO, MANDIOCA e POLENTA!
Bom-dia, BRASIL!

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