quarta-feira, 24 de julho de 2013

FALE, POETA!

FALE, POETA!
CARINHOS deste HOMEM IMPROVÁVEL!

"URSA POLAR. QUE MASSA!

Turca.
A mulher.
Curta.
A semana.
Não de um inverno qualquer.
Uma especialmente bacana.
Do tipo que o juízo furta.
De muito frio. De ousadias. Sem burca.

Maldita ampulheta.
Privilegiada localização.
Veludínea pele. Corpo escultural.
Finesse. Fetiche. Fenece.
Em improváveis horários. Desce.
Por átimos, ufano. Imortal.
25 anos. EU o dobro. Tesão 
Subo. Sobe. Tudo por sua silhueta.

Um lenço branco a acenar.
Fim do périplo. Adeus, oásis.
Cisne. Pantera. Cadela. Égua.
Serra acima. Cerração. Morumbi.
Mar revolto. Revolta. Placidez. Aqui.
Ao velho e lúbrico urso, uma trégua.
Fim? Começo? Motejo. São fases.
Um número. Na portaria a repousar.

Inesperado encontro. Ei-la!
Capotes. Cachecol. Boina. Malas.
Garoa fina. Sintonia fina. Feijoada.
EU, o glutão. Ela, uma barrinha.
De supetão, a juventude. Diz-se Minha.
Olhares estupefactos. Amassos. Risada.
Generosa. Sestrosa. Delícia. Doces falas.
Convite. Ricos regalos. Balas. Beijos, SHEILA!"

Aos que sabem dar valor.

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