terça-feira, 23 de julho de 2013

GASTANDO O MEU LATIM!

O AMOR é sem sombra de dúvida a Minha inspiração maior.
Por MIM mesmo.
Pela ÚLTIMA FLOR DO LÁCIO.
Neste inebriante espaço deitarei luzes sobre os MEUS MUITOS ERROS quando da deleitável e arriscada prática da escrita.
Rogo aos LEITORES e DETRATORES que MOS apontem.
Ser-Lhes-ei perenal e emocionadamente agradecido.

“MOZARELLA”. Não! Que seja em português, MOZARELA. Ou MUÇARELA. Ou se você é rico, em italiano. MOZZARELLA. Senão, não será nem de vaca, nem de búfala. Será de ANTA!

“SAUDADE”. Armadilhas da língua de Camões. Sozinha, NÃO pode. SAUDADES. Ou SAUDADE de. Necessita, pois, de complemento. Senão, NÃO sara.

“CHOVER CÂNTAROS”. NÃO! Mil vezes NÃO. Isso MACHUCA. É de bom-tom que CHOVA A CÂNTAROS. E que seja em OGADEN, na Etiópia. Onde a seca é MADRASTA. E esqueletos vivos são jogados em poços por suas mães, para ali MORREREM.

....."Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,.....", quão sábio foi OLAVO BILAC!

Quaisquer similitudes com EXCERTOS de um TEXTO SEU, creia-ME - padeço EU de visceral desconforto ao fazer uso desse vocábulo - querida assistência, é MERA COINCIDÊNCIA!

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