Estariam as Minhas penas à altura de um desafio de uma moderna MEDICI, meio bretã, meio nordestina?
Do império onde o sol nunca se põe. Da terra onde o sol nunca deixa de brilhar.
Gigante em suas pretensões e sonhos.
Notável em suas conquistas e ações.
Quiçá a melhor concentração de matizes desde as paletas de Michelangelo.
Pequena.
Como os frascos das mais virulentas peçonhas.
Que ELA jamais inocula.
Como os requintados vidros dos mais olentes perfumes.
ELA, que a tudo incensa.
Há mais de duas décadas, para MIM uma janela para o mundo.
Uma gávea.
Um porto seguro.
O que faz de tal mister labor herculano.
O que lhe empresta alta voltagem. Impinge-lhe minudente regulagem.
Passagem.
Por tantos momentos da Minha já longeva existência. Por certo, os mais memoráveis.
Horta.
Das mais finas especiarias.
Geniosa. Tanto e de tal forma que outorga ao adjetivo caráter nominal.
Genial geniosa. Fenômeno. Da substantivação do adjetivo. Nos objetivos.
Seriam estas mal traçadas linhas um conto?
Canto.
A plenos pulmões, a Minha inarredável admiração.
E, por tentar servi-la, a emoção.
Comoção. De cada vez mais unidos estarmos.
Mergulhando a já férrea têmpera da amicícia nos tórridos e catalisadores elementos químicos que compõe a família.
A Minha e a sua. A dela e a Minha. Numa fusão com as bençãos do inaudito.
Bendito sejam os filhos do seu ventre. Nossas crianças.
Ateu, rogo aos alísios que salvem o seu rei. Fraterno suserano.
E a contar CARNEIROS na vã esperança de que Morfeu me abrace, faço destas garatujas, nas asas de um onírico e mental voo, um indelével DESENHO.
Outros, patrimônios de valor altíssimo possuem.
Miserável, ufano-ME desta insofismável constatação.
Tesouro de inestimável quilate TENHO.
Podendo EU ou não trazer à luz uma obra à feição dela.
SUA AMIZADE, DANIELA!
Nenhum comentário:
Postar um comentário