quinta-feira, 15 de agosto de 2013

TERRA DA GAROA!

Outrora o foi.
Comi feito um boi.
Uma ANTA ROSA. Toda prosa.
Sensação térmica de um grau.
Não faz mal.
Vinho do bom. Uísque para inglês ver e aplaudir. E cerveja amarga a rodo.
Com direito à TORRE EIFFEL!
E à vertigem.
Pela ingesta de álcool.
E pelo inebriante carinho recebido.
Do PEDRO. E seu apaixonante sorriso. Fazendo peripécias sobre motocicletas multicores.
Da NATY. Uma MOÇA depois do seu oitavo aniversário.
Da SOL. Invulgar mescla de eficiência e gentileza.
Comemos como reis.
Repetições, ao menos umas três.
A consorte COM SORTE, Cristiane Andrade, em momento retirante.
EU, glutão insaciável, em performance invejável.
CARNE.
Que devia ser de MOÇA BELA E VIRGEM, de tão macia.
E um arroz empapado com jeitão de comida de rico que estava indizível.
Desta feita, COCA-COLA.
Com duas qualificadoras deliciosas.
Muita e gelada.
Acabou? Que nada!
Uma sobremesa bretã.
Tortinhas de framboesa e maçã.
Com creme de chantili. Como só comi aqui.
Um parêntese para o CASAL.
Nossos fleugmáticos anfitriões.
Atenção. Esmero. Ensinamentos. Afagos. Mesuras. E, mormente, CALOR HUMANO. Tudo em doses generosas.
Palavras e atitudes gostosas.
Mimos sem fim.
Peter Thompson, irmão gêmeo e cada vez mais QUERIDO.
Daniela Thompson, sempre DANIELA. E, por assim ser, sigo louco por ela.
Um castelo com ares de casa de campo.
Uma mansão com espírito de barraca de praia.
Uma típica família paulistana.
Com o CENTRO ESTENDIDO.
Com engarrafamento de sorrisos e gestos de benquerença.
Com olhar no futuro.
Coração no presente.
E minudente e respeitoso trato com o passado.
Uma megalópole de bastantes paredes e incontáveis vidros.
Paredes que aquecem e protegem.
E vidros que permitem divisar horizontes e pensamentos díspares.
Como soem ser os centros nervosos das urbes fadados ao sucesso e à pujança. Que não se contentam em pertencer à história.
Que tem por escopo e fado dar à história um colorido especial.
Um viés humanitário.
E um caminhar virtuoso.
SÃO PAULO. 
Minha terra.
Solar dos THOMPSON.
O castelo da FELICIDADE.
Valeu, CASA AMARELA.
OBRIGADO, DANIELA!

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