segunda-feira, 9 de setembro de 2013

TRINTA LINHAS!

Como os PROFESSORES gostam.
E EU sempre RESPEITEI professores e professoras.
E SEMPRE fui TARADO POR ELAS!
DOCE e SAUDOSA lembrança.
Tudo mudou há exatos VINTE E CINCO dias.
O macabro e estarrecedor diagnóstico do DIABETES afastou-ME por completo de uma das Minhas maiores – e longevas – paixões.
O AÇÚCAR.
Em todas as suas formas. Tessituras. Estados. Matizes. 
COCA-COLA. QUINDIM. E LEITE CONDENSADO, para ME concentrar na SANTÍSSIMA TRINDADE.
Em Seu lugar, se é que isso seja possível, toda sorte – SORTE? – de contrafações insossas – adoro ANTÍTESES -, inglórias, indignas e, mormente, INCAPAZES de alcançar o DULCÍFERO e INOLVIDÁVEL sabor do AÇÚCAR.
AÇÚCAR.
Pensar nessa delícia faz com que a saliva afogue os Meus POUCOS dentes.
Ciclamato de sódio, sacarina sódica, aspartame, frutose, estévia, sorbitol, manitol e acessulfame-K, ESTELIONATÁRIOS que se arvoram capazes de substituir a adorável e adorada DOÇURA do Meu CELEBRADO passado.
Emagreci, é fato.
A glicemia baixou. Sou grato.
Sinto-ME um RATO!
Acuado. Desanimado. Em estase. MALDITA FASE!
Os grilhões da ESPARTANA dieta e as dores da INSANA rotina de exercícios são punições mais que supliciantes para este outrora DELEGADO GLUTÃO.
Pão! Somente integral. Duas fatias por dia. Mais finas que a pele do Meu ESCROTO. E VERDURAS! Que ME impelem a entupir o ESGOTO.
Serei FRANCO.
Pior do que TUDO ISSO, somente o GERENTE do Meu banco.
Resta-ME o BOM HUMOR! Olho para o espelho e, sem a ROTUNDA barriga, quase NÃO ME reconheço. Paguei caro pela inebriante e CINQUENTENÁRIA irresponsabilidade.
Torpe GENÉTICA!
Maldade.
Os limites EDIFICAM.
E as NARRATIVAS FICAM!

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