domingo, 27 de outubro de 2013

FALE, POETA!

CARINHOS deste HOMEM IMPROVÁVEL!
“SOPRO DE VIDA!
Inútil celeuma.
Inarredável apreensão.
Invencível angústia.
Invisível tensão.
Agride.
Preside.
Regride.
Decide.
Anseio da humanidade.
O domínio do tempo.
O senhor do mundo.
Pura vaidade.
Mistérios inatingíveis.
Ações intangíveis.
Imagens incríveis.
Rédeas impossíveis.
Pois que aceitemos o fado.
O passado é página virada.
O porvir, um livro no prelo.
Deixemo-los definitivamente de lado.
Ora.
Hora.
Agora.
O agora.
De que vale a idade?
A cultura? O dinheiro? A fama?
Se não for para nos fazer melhores?
Se não for para trazer felicidade?
Norte.
Forte.
Corte.
SORTE.
Morre quem revive o que passou.
Ainda não nasceu o que se preocupa com o que vem.
De supetão, a vida nos apanha na curva.
E de repente, tudo acabou.
Cor.
Olor.
Sabor.
AMOR!
Concentremo-Nos no hoje.
Tão inebriante. Tão palpável. Tão pulsante. Tão onipresente.
Só assim se exerce o privilégio da existência.
É ciência. É PRESENTE!”
Aos que sabem dar valor.

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