segunda-feira, 4 de novembro de 2013

FALE, POETA!

CARINHOS deste HOMEM IMPROVÁVEL!
“FLUIDA PANACEIA!
A chuva cai lá fora.
Minguam por aqui os trocados.
Para quem semeia mal, a vida é dura.
Ó anelada sinecura.
Até frio faz neste novembro.
Sigo enfrentando maus bocados.
Para os inconsequentes, a jornada é aziaga.
Ó expectável veniaga.
Pelos coevos, totalmente olvidado.
A saúde, outrora férrea, claudica.
E ainda há o imposto de renda.
Ó desejada prebenda.
Sonhos esvaem-se no plúmbeo horizonte.
E o fim agiganta-se no campo de visão.
Aumentou o refluxo. E a azia.
Ó esperada conezia.
De luzidia, a acrisolada história.
De gesta. De façanhas. Perolífero currículo.
Anta rosa, que em outros tempos foi gato.
Venha a MIM, ó CANONICATO!”
Aos que sabem dar valor.

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