Homem IMPROVÁVEL.
Histriônico DELEGADO!
Histriônico DELEGADO!
Noite desta QUINTA-FEIRA, em plena ALCOVA do SOLAR DA PAZ E DO VENTO.
Estava EU na costumeira e diária LABUTA de rechear de escritos o Meu FACEBOOK e, via de consequência, o Meu BLOG e Minha página pessoal, homônimos, PALAVRA DE DELEGADO, quando uma INAUDITA cena ocorreu.
Absorto pelos arroubos da irrefreável verve, vi-ME despertado pela voz da consorte COM SORTE, que no momento encontrava-se sentada na QUINA DA CAMA, a meio metro da Minha cada vez mais MAGRA figura.
“Amor, você poderia me ajudar um pouquinho?”, perguntou-ME a parceira de lençóis, fornos e fogões, segredos, taras e umas tantas e quantas risadas.
Saio do transe da composição literária e olho em direção do sempre algo fanho timbre.
Um CHOQUE!
Cristiane Andrade estava, sim, sentada na QUINA DA CAMA.
Com as PERNAS ESCANCARADAS.
Segurando um ENORME e GROSSO PEPINO nas mãos.
A pergunta, tão inapropriada e inimaginável, visitou, como se vida própria tivera, Minha mente de supetão, agora reavivada pela INVEROSSÍMIL imagem que os Meus olhos diabéticos viam, muito embora se negassem a crer.
AMOR, VOCÊ PODE ME AJUDAR UM POUQUINHO?!
Ajudar uma MULHER FOGOSA, de PERNAS ABERTAS sobre a quina da cama e, corolário, segurando um PEPINO?
Estupefacto, pasmado, atônito e – coisa de ATEU – absolutamente incrédulo, tento responder e a voz – seria somente a voz? – ME trai.
Respiro fundo, procurando afastar da LÚBRICA e NACARADA mente quaisquer pensamentos outros, e, INTIMORATO, rogo-lhe que repita a pergunta.
Quando já esperava pelo pior, imaginando-Nos, EU, ela e o PEPINO num animalesco, ou melhor, híbrido, uma vez que se fundiriam os reinos ANIMAL e VEGETAL, ménage à trois, tudo se aclarou.
A EX-MISS MIOSÓTIS, ora brindada com a perolífera condição de SENHORA DELLA ROSA, reiterou a indagação, dando a ela IMPORTANTÍSSIMA e ELUCIDATIVA explicação.
Disse a dublê de MOTOSSERRA DO JASON:
“Amor, você poderia ME ajudar um pouquinho? EU preciso ter uma ideia do PESO deste PEPINO, pois a receita do SUNOMONO – o da culinária japonesa, nota do autor - requer TREZENTOS gramas.”
Não sem soltar um profundo suspiro, contenho o riso e, ainda sem tirar os olhos das PERNAS ABERTAS e do PEPINO nas mãos, arrisco dizer que aquele MONSTRUOSO pepino seria ideal.
Inocente – às vezes, para Minha felicidade, totalmente INDECENTE -, a MÃE de YGHOR BHORIS ANDRADE DELLA ROSA sorriu e se dirigiu à tórrida cozinha para DAR CABO – com o perdão do trocadilho – do seu louvável mister de mulher.
O sacrossanto sacerdócio de servir a seu MACHO.
De Minha parte, desta feita sozinho, explodi numa GARGALHADA.
De fato, EU adoro uma VAGABUNDA.
Quanto mais PUTA, melhor.
Porém, imaginar a SANTA que RONCA todas as noites a Meu lado, solicitando ajuda para uma SIRIRICA APEPINADA, é, para dizer o mínimo, uma visão assaz IMUNDA.
Tudo acabou em paz.
O SUNOMONO, perfeitamente DIET – valeu, TAL E QUAL! – estava uma delícia.
A SENHORA DELLA ROSA não suspeitou de NADA.
E, para celebrar, fizemos o que de mais NOBRE a gente faz.
Uma PIMBADA.
Com muito carinho. Sem PEPINO.
E BASTANTE porrada!
Estava EU na costumeira e diária LABUTA de rechear de escritos o Meu FACEBOOK e, via de consequência, o Meu BLOG e Minha página pessoal, homônimos, PALAVRA DE DELEGADO, quando uma INAUDITA cena ocorreu.
Absorto pelos arroubos da irrefreável verve, vi-ME despertado pela voz da consorte COM SORTE, que no momento encontrava-se sentada na QUINA DA CAMA, a meio metro da Minha cada vez mais MAGRA figura.
“Amor, você poderia me ajudar um pouquinho?”, perguntou-ME a parceira de lençóis, fornos e fogões, segredos, taras e umas tantas e quantas risadas.
Saio do transe da composição literária e olho em direção do sempre algo fanho timbre.
Um CHOQUE!
Cristiane Andrade estava, sim, sentada na QUINA DA CAMA.
Com as PERNAS ESCANCARADAS.
Segurando um ENORME e GROSSO PEPINO nas mãos.
A pergunta, tão inapropriada e inimaginável, visitou, como se vida própria tivera, Minha mente de supetão, agora reavivada pela INVEROSSÍMIL imagem que os Meus olhos diabéticos viam, muito embora se negassem a crer.
AMOR, VOCÊ PODE ME AJUDAR UM POUQUINHO?!
Ajudar uma MULHER FOGOSA, de PERNAS ABERTAS sobre a quina da cama e, corolário, segurando um PEPINO?
Estupefacto, pasmado, atônito e – coisa de ATEU – absolutamente incrédulo, tento responder e a voz – seria somente a voz? – ME trai.
Respiro fundo, procurando afastar da LÚBRICA e NACARADA mente quaisquer pensamentos outros, e, INTIMORATO, rogo-lhe que repita a pergunta.
Quando já esperava pelo pior, imaginando-Nos, EU, ela e o PEPINO num animalesco, ou melhor, híbrido, uma vez que se fundiriam os reinos ANIMAL e VEGETAL, ménage à trois, tudo se aclarou.
A EX-MISS MIOSÓTIS, ora brindada com a perolífera condição de SENHORA DELLA ROSA, reiterou a indagação, dando a ela IMPORTANTÍSSIMA e ELUCIDATIVA explicação.
Disse a dublê de MOTOSSERRA DO JASON:
“Amor, você poderia ME ajudar um pouquinho? EU preciso ter uma ideia do PESO deste PEPINO, pois a receita do SUNOMONO – o da culinária japonesa, nota do autor - requer TREZENTOS gramas.”
Não sem soltar um profundo suspiro, contenho o riso e, ainda sem tirar os olhos das PERNAS ABERTAS e do PEPINO nas mãos, arrisco dizer que aquele MONSTRUOSO pepino seria ideal.
Inocente – às vezes, para Minha felicidade, totalmente INDECENTE -, a MÃE de YGHOR BHORIS ANDRADE DELLA ROSA sorriu e se dirigiu à tórrida cozinha para DAR CABO – com o perdão do trocadilho – do seu louvável mister de mulher.
O sacrossanto sacerdócio de servir a seu MACHO.
De Minha parte, desta feita sozinho, explodi numa GARGALHADA.
De fato, EU adoro uma VAGABUNDA.
Quanto mais PUTA, melhor.
Porém, imaginar a SANTA que RONCA todas as noites a Meu lado, solicitando ajuda para uma SIRIRICA APEPINADA, é, para dizer o mínimo, uma visão assaz IMUNDA.
Tudo acabou em paz.
O SUNOMONO, perfeitamente DIET – valeu, TAL E QUAL! – estava uma delícia.
A SENHORA DELLA ROSA não suspeitou de NADA.
E, para celebrar, fizemos o que de mais NOBRE a gente faz.
Uma PIMBADA.
Com muito carinho. Sem PEPINO.
E BASTANTE porrada!
Sorria.
Apesar do GERENTE DO BANCO!
Apesar do GERENTE DO BANCO!
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