sábado, 26 de abril de 2014

FALE, POETA!

Carinhos deste HOMEM IMPROVÁVEL!
Publicado na página DELEGADO POETA.
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PLANGENTE FARNEL!

Um papel.
E desabou o céu.
Puro fel.
Adeus, mel.

Feira de sábado. Repete-se a cantilena.
A preencher Meu DOCE olhar de pena.
Mal posso EU olhar para a triste cena.
Ele, quente e olente, para MIM acena.

Maldito papel.
Arrasou este incréu.
Este enamorado ilhéu.
Homem sem qualquer véu.

Piada de muito mau gosto.
Numa sexta-feira de agosto.
O veredicto estava posto.
DIABETES. Arremessado no rosto.

Sempiterno papel.
Guloseimas passando ao léu.
VOCÊ jamais perderá este laurel.
Perto ou longe de MIM, EU O AMO, PASTEL!

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