PLANGENTE FARNEL!
Um papel.
E desabou o céu.
Puro fel.
Adeus, mel.
Feira de sábado. Repete-se a cantilena.
A preencher Meu DOCE olhar de pena.
Mal posso EU olhar para a triste cena.
Ele, quente e olente, para MIM acena.
Maldito papel.
Arrasou este incréu.
Este enamorado ilhéu.
Homem sem qualquer véu.
Piada de muito mau gosto.
Numa sexta-feira de agosto.
O veredicto estava posto.
DIABETES. Arremessado no rosto.
Sempiterno papel.
Guloseimas passando ao léu.
VOCÊ jamais perderá este laurel.
Perto ou longe de MIM, EU O AMO, PASTEL!
Um papel.
E desabou o céu.
Puro fel.
Adeus, mel.
Feira de sábado. Repete-se a cantilena.
A preencher Meu DOCE olhar de pena.
Mal posso EU olhar para a triste cena.
Ele, quente e olente, para MIM acena.
Maldito papel.
Arrasou este incréu.
Este enamorado ilhéu.
Homem sem qualquer véu.
Piada de muito mau gosto.
Numa sexta-feira de agosto.
O veredicto estava posto.
DIABETES. Arremessado no rosto.
Sempiterno papel.
Guloseimas passando ao léu.
VOCÊ jamais perderá este laurel.
Perto ou longe de MIM, EU O AMO, PASTEL!
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