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sábado, 13 de setembro de 2014

FALE, POETA!

Publicado na página DELEGADO POETA.
www.delegadopoeta.com.br
OLORES DA PAIXÃO!

É dia de feira.
Manhã de festa.
A desejo a casa cheira.
Colorido ao nosso delicioso caso empresta.

Arranjo sobre a mesa.
Desarranjo sobre os lençóis.
Aqui vivemos sós.
Banhados de suor e de certezas.

Os girassóis.
E a rosa vermelha.
Inesgotável a paixão entre nós.
Ardente centelha.

Rosas amarelas.
Batalha sem fim de amores.
Por ela. Tão belas. São dela.
Minha tara. Minha dedicação. E do campo as flores.

sábado, 26 de julho de 2014

POUCAS E EDAZES PALAVRAS!

POUCAS PALAVRAS!
Acabo de cometer um SACRÍLEGO crime.
ATEU ou não, ser humano algum pode resistir a um QUIBE RECHEADO DE QUEIJO na barraca de pastel da FEIRA DA DIVISA. Às favas, REGIME!

sábado, 19 de julho de 2014

FALE, POETA!

Carinhos deste HOMEM IMPROVÁVEL!
Publicado na página DELEGADO POETA.
CORES E AMORES!

Girassóis.
Nós.
Na feira.
União estável.
Verdadeira.

Rosas vermelhas.
Centelhas.
De paixão.
Entre as barracas.
Comoção.

Flores do campo.
Espectro amplo.
Unicidade.
Sem barreiras.
Cumplicidade.

Semanal ramalhete.
Urros em falsete.
Indecência.
Fluidos e olores.
Transcendência.

Inebriante rotina.
Que ensina.
E purifica o ar.
Onírico paraíso.
Nosso lar!

sábado, 28 de junho de 2014

POUCAS E REVOLTADAS PALAVRAS!

DUAS FRASES!
TODO CASTIGO PRA CORNO É POUCO! 
Agora, ser despertado pelos URROS de um FEIRANTE que, exatamente às 05h42, em plena montagem da barraca, descobre que a sua mulher DESCASCAVA AS BATATAS de outro, já é coisa PRA LOUCO!

sábado, 7 de junho de 2014

FALE, POETA!

Carinhos deste HOMEM IMPROVÁVEL!
Publicado na página DELEGADO POETA.
BOM DIA, TRISTEZA!

Meio cheio.
Meio vazio.
O copo.
O saco.
Faz frio.
No topo.
Estou um caco.
Estou por um fio.

Concentro-me na conduta.
Na labuta.
De um dia de feira.
Barraca de frutas.
Sons da luta.
Tons de cinza.
No céu. E no ânimo.
Um véu.

Caminham tantos.
Caminhos tantos.
Desencantos.
Nasce a manhã.
Morrem os sonhos.
Café em pé na padaria.
Rotina que se inicia.
De novo, vazia.

Transforma-se a rua.
Lotam-se as vãs.
Percebo mais cãs.
Desperta-se o Meu cão.
Correm os irmãos.
E as irmãs.
No seu dia a dia.
Que a alma esvazia.

Incrível tela.
Sigo na minha janela.
Aumentam os sons e as cores.
Ondas rebentam na areia.
Dúvidas e dores como companheiras.
Do povo chegando pra feira.
Sacolas de esperança e de amores.
Cheias.

De vida.
De dívidas.
De medo, lívidos.
Os que foram pra luta.
Os que compram frutas.
Estranho vaivém.
Ônibus cheio.
Bolso vazio.

Ainda faz frio.
Meu cão está no cio.
E eu fora de mim.
Cheio de tudo.
Vazio de crenças.
Enfrentando doenças.
Olhando pro céu.
Pensamentos ao léu.

Entregue às divagações.
Perdido nas emoções.
Ao som da canção.
Do grito da feira.
Sinto cheiros.
O cheiro das frutas.
O cheiro das lutas.
E da força bruta.

Que move a minha gente.
Que nos leva pra frente.
Com ou sem feira.
Com ou sem frutas.
Todo santo dia.
Como o mar quebra na areia.
Vida cheia...
Vida vazia...

sábado, 31 de maio de 2014

POUCAS E ARDIDAS PALAVRAS!

DUAS FRASES!
Adoro ANEXINS. Basta ME conhecer por alguns minutos e essa faceta minha fica evidente.
"Ter os olhos maiores do que a barriga." "Passarinho que come PREGO, sabe o FIOFÓ que tem." Vacilei. No dimensionamento do MEU. O TANTO de PIMENTA que derramei sobre o PASTEL na feira foi absolutamente inaceitável. Em suma, NÃO HÁ CU QUE AGUENTE!

sábado, 24 de maio de 2014

DIA BOM!

Com o perdão do trocadilho e sem qualquer alusão a Minha VISCERAL condição de ATEU.
Deu-se comigo, nesta álgida madrugada, uma invulgar faceta da NOCTAMBULAÇÃO.
Há anos durmo pouco.
E mal.
Ninguém é TODO FURADO DE BALA de forma incólume.
Costumo afirmar que se EU tomar muita água, ela vaza.
Portanto, permanecer na mesma posição - a única que consigo é a SOCIAL, ando NA MERDA há anos, CINQUENTA E UM, exatamente - é-ME torturante.
Sou, o que tecnicamente podemos chamar de um NOCTÍVAGO.
Reafirmo, tecnicamente.
Posto que recente pesquisa afirma que quem dorme tarde é mais inteligente. E quaisquer seres humanos com dois neurônicos em atividade, e que tenham o desprazer de ME conhecer, ainda que por um átimo, apercebem-se de que NÃO é o Meu caso.
Homem de uma limitação intelectual ULULANTE.
Ou, como adoro uma rima, evidente.
Digressões feitas, vamos ao fato.
De boatos, ando farto.
Como gostam de FALAR MAL DE MIM!
NÃO sei exatamente o porquê, ONTEM, sim, EU adormeci ONTEM, peguei no sono ainda antes das DEZ E MEIA da noite.
Todo paramentado.
Sapato. Cinto. Calças cós 44. BENDITO DIABETES MELITO! E, naturalmente, CAMISA COR-DE-ROSA.
Será que seria uma premonição?
Assim quero morrer.
De camisa COR-DE-ROSA!
Bem, DORMI.
Como uma pedra.
NÃO!
Como uma ANTA ROSA!
Desde as 22h30 até as 03h55.
Um RECORDE!
Quiçá para fazer frente aos TREZENTOS E QUARENTA E QUATRO quilômetros de ENGARRAFAMENTO da Minha terra natal, a PARADA e DESVAIRADA PAULICEIA.
Que sensação estranha!
Dormir mais de TRÊS HORAS!
E acordar antes das QUATRO HORAS DA MANHÃ!
Via de regra, EU ainda nem haveria pegado e largado e pegado e largado e pegado no sono nesse ponteiro pequeno do relógio.
Há aspectos positivos.
Minha ANOSA e MAZELENTA e ALQUEBRADA cara está toda amarrotada.
Quase ME sinto um SHAR PEI - que evolução para uma ANTA! - , NÃO fora EU um vira-lata de madames.
E ME sinto absolutamente rejuvenescido.
Como se EU perfizera tão somente CINQUENTA ANOS E MEIO, não os cinquenta e um que já carrego nas AMALDIÇOADAS E DORIDAS costas.
Quase ME olvido da mais inebriante das sensações.
A REMELA nos olhos.
PRESBITA - vistas cansadas, FUJONAS e fujões das aulas de português! -, vivo a sensação que NÃO ENXERGO NADA porque os olhos estão colados.
E NÃO pela inarredável condição de HOMEM VELHO!
Muito mais VELHO do que homem, pois, como também costumo afirmar - ando AFIRMANDO muito, EU sei, é que HOMEM VELHO necessita de AUTOAFIRMAÇÃO - até a SOMBRA DE UM HOMEM POBRE É FEIA.
De certo, é que acordado estou.
Com um frio danado.
Agora, PELADO, tecnicamente, também, uma vez que saquei a CAMISA COR-DE-ROSA, verdadeira e genuína SEGUNDA PELE.
Para Minha alegria, sons conhecidos chegam até o ambiente SEPULCRAL que se instala em quaisquer madrugadas frias em casa de pobre, em especial, de um POBRE-DIABO como EU, que nem acender um facho de luz pode, para NÃO acordar o DONO da casa, Meu FILHO-CÃO YGHOR BHORIS ANDRADE DELLA ROSA.
Sim, Sua Excelência DETESTA ser incomodado antes das 06h01, horário que ELE ME derruba da cama todo santo dia, NÃO se importando se quem pagou quis ouvir ou qual foi o horário que o Seu PAI, este HOMEM IMPROVÁVEL, esta ANTA ROSA HIPERBÓLICA e MELODRAMÁTICA e CHORONA, foi dormir.
Sons que tanto ME apetecem.
Os ouvidos.
E os sentidos.
É SÁBADO!
Sabadão SERTANEJO, uma vez que "SONO IN VENA DI FOLLIA", como dizem os Meus ancestres, e, nessa condição, MÚSICA SERTANEJA é sempre a opção.
Claro que acompanhada de JOSÉ AUGUSTO. 
BREGA é BREGA.
E EU ADORO!
SÁBADO.
É dia de FESTA.
É dia de FEIRA.
E em que pese estarmos no QUARTO SÁBADO do mês - NÃO faço ideia de como será no QUINTO! -, e o Meu parco salário normalmente NÃO resistir nem ao TERCEIRO, é dia de FOLIA.
FEIRA e PAULO DELLA ROSA são dois lados da mesma ALEGRIA!
Em ANO DE COPA DO MUNDO e ELEIÇÃO, não posso perder a deixa.
E saudar as ELEITORAS e eleitores do Meu BRASIL de forma efusiva.
Coisa de político.
Nos TRÊS MESES que costumam ser os mais difíceis da vida DELES.
Sim, POLÍTICO que é POLÍTICO, sofre.
TRÊS MESES a cada QUATRO ANOS.
Afinal, de quando em vez, a GENTE MANDA.
Como diz LEILA DINIZ, ou deveria haver dito, FICA A DICA!
BOLA PRA FRENTE, Meu POVO.
Gente da Minha gente, ainda que fora de hora para MIM, BOM DIA!!

sábado, 17 de maio de 2014

DUZENTOS E SETENTA E CINCO DIAS!

Entrando numa fria.
Foi numa sexta-feira!
Quiçá TAMBÉM por isso, EU tenha OJERIZA por ouvir o Chico Pinheiro repetir o seu INSUPORTÁVEL bordão, "Graças a deus hoje é sexta-feira!", no BOM DIA BRASIL nosso de cada dia ÚTIL.
Nem sempre tão úteis.
Os dias e o jornal televisivo.
16 de agosto de 2013!
Veredicto? DIABETES MELITO!
Duzentos e setenta e cinco dias se passaram.
Águas por debaixo da ponte rolaram.
Pelo Meu ANOSO rosto, outrossim BASTANTES lágrimas caminharam.
E EU também caminhei.
Peso e medidas - viscerais e externas - perdi.
Confesso que vivi.
Sem SAL. E sem açúcar.
SEM-TETO! 
Mas com AFETO!
Filho-cão e consorte COM SORTE como PEROLÍFEROS parceiros.
Cada vez mais DISTANTE de quaisquer dinheiros.
Apaixonado, como sempre o fui, pelas MULHERES, pela VERDADE, pela GRATIDÃO, pelo CORÍNTIÃS e pelos CHEIROS.
ROSA que é rosa - como EU amo o Meu NOME DE FAMÍLIA! - sendo DELA ou não, sendo DELLA ROSA ou não, cheira.
Um brinde ESTAÇÃO PRIMEIRA!
Duzentos e setenta e cinco dias.
E EU fui à FEIRA!
Afinal, hoje é SÁBADO!
Dia do COENTRO, da HORTELÃ e do MANJERICÃO!
Das FLORES DO CAMPO.
Do LIMÃO. E da NACARADA emoção.
Da GRITARIA e da BAIXARIA e da ALEGRIA que promovo no circunvizinho MERCADO A CÉU ABERTO.
Com YGHOR BHORIS e Cristiane Andrade sempre por perto.
Sempre ENVERGONHADOS.
E acelerados.
Duzentos e setenta e cinco dias.
Que ME mantive longe das delícias - NUNCA das sevícias! - e bem perto do papel.
Escrever é a Minha sina.
Para Homens, sim. Mas, notadamente, para as MENINAS.
De todas as idades.
De todas as cidades.
E - quisera EU que todas fossem flores, um beijo, SOGRA DE OLHOS AZUIS, Dona Flores Andrade! - de todas as qualidades.
MULHERES!
Nédia distinção!
Sacrossanto espaço humano onde se dá por completo a EVOLUÇÃO.
E onde se faz perfeita a RECEPÇÃO.
De cada caractere.
De cada vocábulo.
De cada sentença.
De todas as gentes e crenças.
Seja a palavra falada, seja a palavra escrita, seja a PALAVRA DE DELEGADO.
POETA, sim.
Com vocês. Por vocês. Para vocês.
Porém e especialmente, por MIM.
Apesar da falta dos chocolates, do leite condensado, da coca-cola, e, mormente, do QUINDIM!
Duzentos e setenta e cinco dias.
Dissecados e CELEBRADOS, cada um e TODOS eles, pelo CINZEL - ao dicionário, fujões das aulas de PORTUGUÊS! - que se homizia atrás da NUDEZ de uma folha de papel.
SÁBADO!
Bem em frente ao SOLAR DA PAZ E DO VENTO.
Permito-ME, pois, DUZENTOS E SETENTA E CINCO DIAS depois, este UNGUENTO.
Um oleoso e OLENTE e fumegante BOLINHO DE QUEIJO!
Um OLENTE e oleoso e fumegante PASTEL!
Exatamente como o céu, que inspira certa DUALIDADE, chorei e sorri.
De FELICIDADE.
Maldito DIABETES MELITO.
BENDITO diabetes melito.
Que venham os próximos DUZENTOS E SETENTA E CINCO DIAS!

sábado, 10 de maio de 2014

POUCAS E REVOLTADAS PALAVRAS!

DUAS FRASES!
ATEU convicto, antecipadamente, peço perdão pela vindoura HERESIA.
O SACROSSANTO FRANGO COM MANDIOQUINHA desta semana será com EXTRATO e MOLHO de TOMATE industrializado. Recém-chegado da FEIRA, ainda NÃO ME recompus do choque. SETE REAIS por um quilo de um HÓRRIDO tomate é uma BAIXARIA!

sábado, 26 de abril de 2014

FALE, POETA!

Carinhos deste HOMEM IMPROVÁVEL!
Publicado na página DELEGADO POETA.
www.facebook.com/DELEGADOPOETA
PLANGENTE FARNEL!

Um papel.
E desabou o céu.
Puro fel.
Adeus, mel.

Feira de sábado. Repete-se a cantilena.
A preencher Meu DOCE olhar de pena.
Mal posso EU olhar para a triste cena.
Ele, quente e olente, para MIM acena.

Maldito papel.
Arrasou este incréu.
Este enamorado ilhéu.
Homem sem qualquer véu.

Piada de muito mau gosto.
Numa sexta-feira de agosto.
O veredicto estava posto.
DIABETES. Arremessado no rosto.

Sempiterno papel.
Guloseimas passando ao léu.
VOCÊ jamais perderá este laurel.
Perto ou longe de MIM, EU O AMO, PASTEL!

sábado, 8 de março de 2014

POUCAS E INSTIGANTES PALAVRAS!

DUAS FRASES!
Diferentemente do que PREGAM os pios, quem NÃO tem fé, mas vai à FEIRA, em ROMA ou aqui, NÃO morre à míngua.
Já está na geladeira. Será na segunda-feira. "HABEMUS" LÍNGUA!

sábado, 22 de fevereiro de 2014

POUCAS E APAVORANTES PALAVRAS!

DUAS FRASES!
Há momentos em que o mais VISCERAL DOS ATEUS, como EU, tende a crer que exista o DIABO.
Basta ir à feira nesta DIVINAL manhã ESTIVAL, e se deparar com o PREÇO DO QUIABO!

sábado, 8 de fevereiro de 2014

POUCAS E DESIDRATADAS PALAVRAS!

DUAS FRASES!
Sob um SOL SENEGALÊS, cumpri a minha SABÁTICA missão de freguês.
De óculos escuros COR-DE-ROSA, acompanhado do FILHO-CÃO de coleira COR-DE-ROSA, em que pesem o incabível VERDE-AMARELO da alface americana e o justíssimo - a VIDA DA BAILARINA É DURA - MAU HUMOR da Cristiane Andrade, resisti vivo a mais uma FEIRA. Todo PROSA. E DEVENDO para toda a CIDADE!

sábado, 31 de agosto de 2013

JULIETA E ROMEU!

Tornei-ME, de fato, um NOVO Homem velho.
Numa destas surpresas que somente as FEIRAS facultam, deparei-ME com uma INSTIGANTE e INEBRIANTE e INABDICÁVEL promoção.
Queijo minas e GOIABADA.
As DUAS peças por R$ 4,00.
Verdadeira e tonitruante revolução deu-se em Minhas vísceras.
A legião de HELMINTOS DE SEXUALIDADE PARTICULAR - em tempos do politicamente correto, chamá-los de BICHAS pode AZIAR - saltava em festa, com tamanha efusividade, que por pouco TODOS ME saíam pela boca.
Para elas - sem a expressa referência, creio estar a salvo da ferocidade do "JUS PUNIENDI" - e para MIM, uma PARADÍSICA visão.
Contando as moedas, vociferei.
EU QUERO!
E, antes mesmo que a DOÇURA do Meu intrépido ato atingisse o Meu CARRINHO COR-DE-ROSA - sim, o Meu veículo para transporte das mercadorias de TODO SÁBADO é NACARADO. E com poás PRETAS -, um raio abateu-se sobre a Minha pouco luminosa cabeça.
DIABETES!
Mil vezes maldito DIABETES MELITO.
Tipo 2. Que parece valer por MIL.
O sorriso farto - em que pese as visíveis e desmerecedoras e nada funcionais AUSÊNCIAS dentárias - colapsou.
Os olhos encheram-se de água. Quiçá da SALIVA com que a boca se houvera inundado quando da edênica visão.
TORPE genética.
Odiosa EDACIDADE.
CINQUENTA anos e a acachapante certeza de que MONTECCHIOS e CAPULETOS, somente nas telinhas. Ou nas linhas.
Lancinante DEBILIDADE.
Completei o circuito VERDE.
Matos de todos os matizes. Formas. Gostos.
DESGOSTO!
Sorumbático e meditabundo, já na SOLEIRA do SOLAR DA PAZ E DO VENTO, o golpe final.
Saco a GOIABADA do saco, e com o SACO na lua e o SACO ainda mais enrugado e triste, regalo o querido SENHOR JOÃO com o Meu transitório e DULCÍFERO TESOURO.
Permaneço com o QUEIJO BRANCO FRESCAL.
Sem sal.
Com o MORAL digno da testosterona de um FRESCO.
A DELICIOSA JULIETA foi-se.
Ficou o ROMEU.
Que FADO este MEU!