Sou o NELSON RODRIGUES da atualidade.
Obviamente, NÃO posso ME furtar do imperioso preito à SACRALIDADE.
Afinal, o SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA venceu.
E convenceu.
Até o mais contido dos torcedores - esse cara NÃO sou EU! - capitula diante da vitória no CLÁSSICO DAS MULTIDÕES.
Haja emoção. E CORAÇÃO!
Contudo, mesmo esse inebriante veredicto vespertino, especificamente nesta OUTONIÇA tarde, faz-se baço.
Opaco.
Menor.
A Nossa casa, a MINHA CASA, em que pese o caráter simbólico da observação, chora.
Obviamente, NÃO será um ADEUS.
Bons filhos a casa tornam.
E os melhores - bendito DARWIN -, tarde ou cedo, evoluem. Criam asas. Alcançam o céu.
O DOCE e MOSQUETEIRO céu da ZONA LESTE!
PACAEMBU!
Pacaembu. Em TUPI GUARANI - nada mais brasileiro -, córrego das pacas.
Pacaembu. Num jargão dos Meus longínquos tempos de garoto, EU O AMO PACAS!
SACROSSANTO templo de uma nação FIEL.
Palco de ações e orações de um ALOUCADO bando.
TÓTEME da Pauliceia Desvairada.
Encantado CASTELO para este desvairado PAULO.
Em cada um e todos os seus retângulos, eternamente se ouvirá o som das Nossas canções.
O verde que lhe empresta tamanho glamour, foi e sempre há de ser VERDE-ÁGUA.
Água das Nossas BASTANTES lágrimas.
Pontualmente, de dor.
Frenética e comumente, de AMOR.
Parabéns, PAULO MACHADO DE CARVALHO.
Célebre operador do DIREITO.
Foram quais fossem os Paulos, nenhum de Nós encontraria, encontra ou encontrará mais bela homenagem.
Valeu, PACAEMBU.
Pela história.
E por Nos haver permitido TANTAS GLÓRIAS.
Vá, CORÍNTIÃS!
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