sexta-feira, 4 de abril de 2014

O CAMARÃO, A FADA E O GÊNIO!

Quanto poder há no soprar de uma vela!
UNA. 
Como NÃO poderia deixar de ser aquela que homenageia um genuíno herói de romances de CAPA E ESPADA.
Vivemos, consorte COM SORTE, Cristiane Andrade, e EU, e outros tantos ungidos, a inebriante sensação de fazer parte de um conto de fadas.
Ou melhor, de FADA.
Com mãos de fada.
Coração de fada.
SAPATOS de fada!
NADA mais perfeito para abençoar os BASTANTES anos do Nosso defensor da justiça.
Os que perfez. Os que ainda há de completar.
Como altar, um PALÁCIO.
Sentado estive nos quatro cantos. 
De cada ângulo, um novo encanto.
Taças por todos os lados.
Merecidas LAURÉOLAS.
Tudo ali parece estar exatamente no lugar.
Tudo ali ESTÁ exatamente no lugar.
E nesta noite conjugou-se na plenitude o verbo AMAR.
Ele, uma mente anos-luz à frente, Beto Clemente!
Ela, onde foi mesmo que li que atrás de um grande homem sempre há uma grande mulher?, refazendo a história.
Chef renomada. Chefe devotada. Assim nominada. Cintia Hoehne!
Maga dos sabores. Dos olores. E das cores.
Alquímicas poções que alimentam a alma. E mitigam as dores.
NÃO sou capaz de transformar em palavras o calidoscópio de emoções que senti.
No sacrossanto solo deste invulgar e mui querido casal, o paraíso exposto em detalhes.
Em entalhes.
E talheres.
O nome dos pratos?
Nem o GOOGLE servir-ME-ia de eficiente cola.
O que se viu, sorveu e digeriu neste festim, NÃO se aprende na escola.
À exceção da mais proficiente delas.
NÃO, não ME refiro à CASA AMARELA!
A escola da VIDA.
Concentro-ME, pois, solar que sou, no ASTRO REI do festival gastronômico.
Que a Nós, ABENÇOADOS convivas, ATEUS ou não, foi permitido saborear.
Que a Nós, ABENÇOADOS mortais, ATEUS ou não, o céu permitiu visitar.
Que a Nós, ABENÇOADOS amigos, ATEUS ou não, foi servido em inúmeras versões.
Como se foram MAVIOSAS canções.
CAMARÃO.
No bobó e na trouxinha.
De babar.
E, para que tantos quantos leiam a estas sempre MUI BEM traçadas linhas, a GLOTE travar, numa roupagem FAMOSA e COMPRIDINHA.
O CAMARÃO EMPANADO DA ODILINHA!
Nas FÁBULAS, os GÊNIOS e as FADAS NÃO envelhecem.
Na vida real, a FADA fez a festa.
O GÊNIO apagou, digamos eufemisticamente, a velinha.
E o CAMARÃO deu o tom da MAGIA!
Parabéns, ETERNO JOSÉ ALBERTO. Mais uma vez.
PARABÉNS para VOCÊS TRÊS!

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