Entrando numa fria.
Foi numa sexta-feira!
Quiçá TAMBÉM por isso, EU tenha OJERIZA por ouvir o Chico Pinheiro repetir o seu INSUPORTÁVEL bordão, "Graças a deus hoje é sexta-feira!", no BOM DIA BRASIL nosso de cada dia ÚTIL.
Nem sempre tão úteis.
Os dias e o jornal televisivo.
16 de agosto de 2013!
Veredicto? DIABETES MELITO!
Duzentos e setenta e cinco dias se passaram.
Águas por debaixo da ponte rolaram.
Pelo Meu ANOSO rosto, outrossim BASTANTES lágrimas caminharam.
E EU também caminhei.
Peso e medidas - viscerais e externas - perdi.
Confesso que vivi.
Sem SAL. E sem açúcar.
SEM-TETO!
Mas com AFETO!
Filho-cão e consorte COM SORTE como PEROLÍFEROS parceiros.
Cada vez mais DISTANTE de quaisquer dinheiros.
Apaixonado, como sempre o fui, pelas MULHERES, pela VERDADE, pela GRATIDÃO, pelo CORÍNTIÃS e pelos CHEIROS.
ROSA que é rosa - como EU amo o Meu NOME DE FAMÍLIA! - sendo DELA ou não, sendo DELLA ROSA ou não, cheira.
Um brinde ESTAÇÃO PRIMEIRA!
Duzentos e setenta e cinco dias.
E EU fui à FEIRA!
Afinal, hoje é SÁBADO!
Dia do COENTRO, da HORTELÃ e do MANJERICÃO!
Das FLORES DO CAMPO.
Do LIMÃO. E da NACARADA emoção.
Da GRITARIA e da BAIXARIA e da ALEGRIA que promovo no circunvizinho MERCADO A CÉU ABERTO.
Com YGHOR BHORIS e Cristiane Andrade sempre por perto.
Sempre ENVERGONHADOS.
E acelerados.
Duzentos e setenta e cinco dias.
Que ME mantive longe das delícias - NUNCA das sevícias! - e bem perto do papel.
Escrever é a Minha sina.
Para Homens, sim. Mas, notadamente, para as MENINAS.
De todas as idades.
De todas as cidades.
E - quisera EU que todas fossem flores, um beijo, SOGRA DE OLHOS AZUIS, Dona Flores Andrade! - de todas as qualidades.
MULHERES!
Nédia distinção!
Sacrossanto espaço humano onde se dá por completo a EVOLUÇÃO.
E onde se faz perfeita a RECEPÇÃO.
De cada caractere.
De cada vocábulo.
De cada sentença.
De todas as gentes e crenças.
Seja a palavra falada, seja a palavra escrita, seja a PALAVRA DE DELEGADO.
POETA, sim.
Com vocês. Por vocês. Para vocês.
Porém e especialmente, por MIM.
Apesar da falta dos chocolates, do leite condensado, da coca-cola, e, mormente, do QUINDIM!
Duzentos e setenta e cinco dias.
Dissecados e CELEBRADOS, cada um e TODOS eles, pelo CINZEL - ao dicionário, fujões das aulas de PORTUGUÊS! - que se homizia atrás da NUDEZ de uma folha de papel.
SÁBADO!
Bem em frente ao SOLAR DA PAZ E DO VENTO.
Permito-ME, pois, DUZENTOS E SETENTA E CINCO DIAS depois, este UNGUENTO.
Um oleoso e OLENTE e fumegante BOLINHO DE QUEIJO!
Um OLENTE e oleoso e fumegante PASTEL!
Exatamente como o céu, que inspira certa DUALIDADE, chorei e sorri.
De FELICIDADE.
Maldito DIABETES MELITO.
BENDITO diabetes melito.
Que venham os próximos DUZENTOS E SETENTA E CINCO DIAS!
Nenhum comentário:
Postar um comentário