Carinhos deste HOMEM IMPROVÁVEL!
Publicado na página DELEGADO POETA.
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MALDIÇÃO DAS URNAS!
Treze.
Tantas vezes.
Numas poucas, sexta-feira.
Brincadeira.
Treze.
Cinquenta e quatro vezes.
Por ano. Sexta-feira.
Traiçoeira.
Treze.
Somos todos reses.
Todos os dias. E também na sexta-feira.
Da máfia financeira.
Treze.
Para verem os ingleses.
No país do futebol. Na sexta-feira.
Verde-amarelas chuteiras.
Treze.
Seguem mandando os burgueses.
E criticando. Nesta sexta-feira.
Elite faladeira.
Treze.
Poucos meses.
Não há sorte ou azar. Dia algum. Tampouco na sexta-feira.
Eleição. Ocasião verdadeira.
Treze.
Tantas vezes.
Vamos às urnas como se voltássemos de uma bebedeira.
Como se a vida fosse tão somente uma noite de sexta-feira.
Escolha o número que lhe aprouver.
Com RESPONSABILIDADE. E AMOR ao BRASIL.
Uma gente que VOTA à luz do nem fede nem cheira,
vive sempre numa fétida e assustadora sexta-feira. Treze.
Treze.
Tantas vezes.
Numas poucas, sexta-feira.
Brincadeira.
Treze.
Cinquenta e quatro vezes.
Por ano. Sexta-feira.
Traiçoeira.
Treze.
Somos todos reses.
Todos os dias. E também na sexta-feira.
Da máfia financeira.
Treze.
Para verem os ingleses.
No país do futebol. Na sexta-feira.
Verde-amarelas chuteiras.
Treze.
Seguem mandando os burgueses.
E criticando. Nesta sexta-feira.
Elite faladeira.
Treze.
Poucos meses.
Não há sorte ou azar. Dia algum. Tampouco na sexta-feira.
Eleição. Ocasião verdadeira.
Treze.
Tantas vezes.
Vamos às urnas como se voltássemos de uma bebedeira.
Como se a vida fosse tão somente uma noite de sexta-feira.
Escolha o número que lhe aprouver.
Com RESPONSABILIDADE. E AMOR ao BRASIL.
Uma gente que VOTA à luz do nem fede nem cheira,
vive sempre numa fétida e assustadora sexta-feira. Treze.
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