DUAS FRASES!
Em atenção ao BENFAZEJO "PITO" que levei da mui digna e querida amiga Fernanda Salviati, esta para MIM cordial coluna será rebatizada.
Licença poética alguma, trás duas semanas de renhidas reflexões, há de assumir ares de agressão à PROTOLÍNGUA! Doravante, POUCAS PALAVRAS!
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sexta-feira, 25 de julho de 2014
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
AMADO PALAVRÓRIO!
INAUDITA ADIÇÃO!
Por quê?
Pergunto EU ao ser que mais amo neste início de madrugada álgida e muito provavelmente insone.
Incontinente, intuo a ansiada resposta.
NÃO SEI!
Nada mais razoável.
A explicação passa ao largo dos ditames racionais.
É cordial.
Passional.
Visceral.
Escrevo para MIM. Por MIM. Sobre MIM.
Ególatra e anacoreta, gozo de forma solitária e indizível o prazer de premer as teclas do computador em frenética compulsão, como outrora já o fiz com a máquina de escrever e, com ufanismo e de maneira análoga, repito há decênios com a querida BIC.
Terapia?
Não. Tal mister é-ME prazenteiro sim. Contudo, exaustivo.
Lazer?
Jamais. A última flor do Lácio impõe-ME minudente concentração e espartano critério.
Vaidade?
Tampouco. A escrita traz em seu bojo ululante constatação. A pequenez do artesão frente à imensidão e à pujança da matéria-prima.
Escrevo.
Logo, existo.
Escrevo para oxigenar a alma.
Por respeito a Minhas entranhas.
Para que o coração transpire.
Improvável, sou Homem de palavra.
Improvável, sou Homem de BASTANTES palavras.
Por ela e por elas, sou escravizado.
Torturado.
E abençoado.
E dela e delas, ME alimento.
Nela e nelas, busco aconselhamento.
Amplitude.
Inspiração.
E, mormente, através dela e delas, ME reconheço.
Autor e obra.
Texto e criador.
Interfaces de um mesmo vento.
Filhos de um mesmo tempo.
Timbres de uma mesma voz.
BENDITA AUDIÇÃO!
Por quê?
Pergunto EU ao ser que mais amo neste início de madrugada álgida e muito provavelmente insone.
Incontinente, intuo a ansiada resposta.
NÃO SEI!
Nada mais razoável.
A explicação passa ao largo dos ditames racionais.
É cordial.
Passional.
Visceral.
Escrevo para MIM. Por MIM. Sobre MIM.
Ególatra e anacoreta, gozo de forma solitária e indizível o prazer de premer as teclas do computador em frenética compulsão, como outrora já o fiz com a máquina de escrever e, com ufanismo e de maneira análoga, repito há decênios com a querida BIC.
Terapia?
Não. Tal mister é-ME prazenteiro sim. Contudo, exaustivo.
Lazer?
Jamais. A última flor do Lácio impõe-ME minudente concentração e espartano critério.
Vaidade?
Tampouco. A escrita traz em seu bojo ululante constatação. A pequenez do artesão frente à imensidão e à pujança da matéria-prima.
Escrevo.
Logo, existo.
Escrevo para oxigenar a alma.
Por respeito a Minhas entranhas.
Para que o coração transpire.
Improvável, sou Homem de palavra.
Improvável, sou Homem de BASTANTES palavras.
Por ela e por elas, sou escravizado.
Torturado.
E abençoado.
E dela e delas, ME alimento.
Nela e nelas, busco aconselhamento.
Amplitude.
Inspiração.
E, mormente, através dela e delas, ME reconheço.
Autor e obra.
Texto e criador.
Interfaces de um mesmo vento.
Filhos de um mesmo tempo.
Timbres de uma mesma voz.
BENDITA AUDIÇÃO!
terça-feira, 6 de agosto de 2013
CAFÉ COM O PREFEITO!
Diligente espaço deste HOMEM IMPROVÁVEL.
Que tem amigos. Que não largo.
E um PERFEITO para o CARGO.
Que tem amigos. Que não largo.
E um PERFEITO para o CARGO.
Avenida PINHEIRO MACHADO.
Número 718.
Posto de serviço da PREFEITURA DE SANTOS.
NÚCLEO DE APOIO PSICOSSOCIAL – NAPS IV.
Letreiro com o RESPEITÁVEL brasão da Terra dos Andradas.
Nele, um CRASSO ERRO DE PORTUGUÊS!
“PSICOSOCIAL”!
Agredindo a língua de CAMÕES, dos Andradas e de todos NÓS, lusófonos.
Maculando a vanguardista e cultural vocação da Nossa querida cidade.
E desperdiçando DINHEIRO.
Número 718.
Posto de serviço da PREFEITURA DE SANTOS.
NÚCLEO DE APOIO PSICOSSOCIAL – NAPS IV.
Letreiro com o RESPEITÁVEL brasão da Terra dos Andradas.
Nele, um CRASSO ERRO DE PORTUGUÊS!
“PSICOSOCIAL”!
Agredindo a língua de CAMÕES, dos Andradas e de todos NÓS, lusófonos.
Maculando a vanguardista e cultural vocação da Nossa querida cidade.
E desperdiçando DINHEIRO.
Seu, MEU AMIGO.
E MEU!
E MEU!
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