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terça-feira, 13 de agosto de 2013

FALE, POETA!

CARINHOS deste HOMEM IMPROVÁVEL!
"EXANGUE VELHINHO!
Assepsia total.
Branquidão tranquilizante.
Receituário adequado.
Plano de saúde.
Idade avançada.
Trauma pueril.
Pavor de agulhas.
Plano de fuga.
Resiliência.
Consorte vigilante.
Medroso delegado.
Visões de ataúde.
Tonitruante palhaçada.
Funcionária servil.
Olhares dos pulhas.
Voleio do Guga.
O instante fatal.
Lancinante picadura.
No braço uma fisgada.
No baço uma pontada.
Exame de sangue feito.
Ódio percorrendo o peito.
Café da manhã no empório.
A léguas do laboratório.
Meteoros que não vi.
Apavorado que estava, dormi.
Médicos e suas prescrições.
Insensíveis às Nossas reações.
Ordens cumpridas.
Ao fim e ao cabo.
Visita do técnico da NET.
Problemas no cabo.
Cinquenta anos. E cinco meses.
O Meu cabo também claudica às vezes.
Os exames explicarão?
Os sinais DOS CABOS melhorarão?
O futuro a deus pertence.
Matraqueiam os pios.
A paciência sempre vence.
Quaisquer desafios.
Sou ATEU e paciente.
Motejo do poder do futuro.
Desde que NÃO esteja doente.
Do sucesso sou seguro.
O sangue colhido.
O sinal restabelecido.
O periódico lido.
O noticiário ouvido.
Ponho fim à saga.
O FILHO-CÃO ME afaga.
Morfeu consolo ME empresta.
Entrego-ME à SESTA!"
Aos que sabem dar valor.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

FALE, POETA!

CARINHOS deste HOMEM IMPROVÁVEL!

"FLORESCER!

Ignorância.
Retorno à infância.
Lancinante ânsia.
Eclâmpsia.


De risco, o parto.
De detalhes, farto.
Um assustador lagarto.
No aconchego do quarto.

A fórceps.
Tensos bíceps.
Doridos quadríceps.
Paixão. Exaustão.

Contracepção.
Manifestação.
Cirúrgica devoção.
Vívida emoção.

Imperfeito como o pai.
Algo de MIM se esvai.
O que pelos dedos sai.
O que do coração cai.

Mais um filho Meu.
Que o fado elegeu.
Milagre de um ATEU.
E o SITE se deu!"


Aos que sabem dar valor.

domingo, 21 de julho de 2013

POEMETO!

Mal consigo caminhar.
Ela carrega o seu CAIAQUE.
Pompeio um jovial bronzeado.
O SOL lhe fustiga a NÍVEA tez.

Os lençóis de cetim amarfanhados.
Poesias lidas com erres fortes. Sussurros.
Ao fundo, Isolda. 
OUTRA VEZ!

sábado, 20 de julho de 2013

POEMETO!

DELICIOSA FEIRA!

Ousadia.
Entre carruagens multicores.
Entre instigantes olores.
Disse-ME que faria.

E fez.
Por jovem, talvez.
Algo inconsequente.
Diabolicamente quente.

Roçar.
Entre folhas e frutas da roça.
Carrinhos e sacolas. Carroças!
Flertar.

Yghor  DAS GATAS desfez.
Fuzilou-as com o olhar. Ciumento.
Tudo num breve momento.
Flama que ME aqueceu a tez.

Empresária. Empreendedora. Voraz.
Intrépida. Curtida na liça vilanaz.
Na selva de pedra. Pedra preciosa.
Gostosa. Gostoso. GOSTOSA!

A semana promete.
Com e sem trocadilhos.
Fusão. O velho frente à nova derrete.
Perde os trilhos. Acha ESTRIBILHOS!

POEMETO.

Com o perdão do TROCADILHO!

AMPULHETA DIGITAL!

TIQUE-TAQUE.
Na porta um baque.
TAQUE-TIQUE.
Entre. Arrebique.

TIQUE-TAQUE.
A seda saque.
TAQUE-TIQUE.
Chique.

TIQUE-TAQUE.
Corpo de almanaque.
TAQUE-TIQUE.
Que pique.

TIQUE-TAQUE.
Mesmo sotaque.
TAQUE-TIQUE.
Edênico alambique.

TIQUE-TAQUE.
Ansiado bivaque.
TAQUE-TIQUE.
De um velho bolchevique.

TIQUE-TAQUE.
Preencha. Aplaque.
TAQUE-TIQUE.
Menina sedenta. Piquenique.

TIQUE-TAQUE
Ataque.
TAQUE-TIQUE.
Repique.

TIQUE-TAQUE.
Relógio de rico. Destaque.
TAQUE-TIQUE.
A feira! Chilique.

TIQUE-TAQUE.
Beijo melado. A gatinha por claque.
TAQUE-TIQUE.
Fique. Volte. Volte. FIQUE!