DUAS FRASES!
Dei início ao PÉRIPLO de solver uma FATURA INDEVIDA junto ao serviço de atendimento ao cliente da NET/VÍRTUA.
Exatamente às 18h14. ATEU, não rezo. VEJAMOS!
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terça-feira, 30 de julho de 2013
quarta-feira, 24 de julho de 2013
FALE, POETA!
CARINHOS de um HOMEM IMPROVÁVEL!
"VIRIL? INFANTIL!
Prepotente, estico o longo braço.
Roço, ainda tonto, o lençol algente.
Tenso, menino, com os olhos a caço.
E dimensiono o vazio do quarto silente.
Certezas ME fogem ao contraste da luz.
Resgatado sou pelo irritante despertador.
Como? Por quê? Indolente! Supus.
As horas, soberanas, confirmam o alvor.
Sombras da noite ganham sons e matizes.
Tolhem-ME impiedosas a doce ignorância.
Desafinadas. Plúmbeas. Disfônicas. Diretrizes.
Sofreu a mulher madura de alma na infância.
Por um labirinto de ansiedades e culpas caminho.
Sagaz. Decidido. Ao heroísmo mostrando pendor.
Por um momento desabo. E pranteio quietinho.
Com esgares aflitivos encontro a Minha flor.
Tão evidente, tão nefasta, tão roaz. Tão doída.
Tão familiar. Tão recorrente. Tão humana.
A DOR. Maldita. Infame. Potente. Atrevida.
Levou-lhe o sono, deixando lágrimas. Leviana!
Mulher, o rosto esconde e prepara o café.
Os grãos, a beberagem, o FILHO-CÃO na cozinha.
Em seu regaço despejo a cabeça sem fé.
Creia-ME, AMOR, você jamais estará sozinha!"
Aos que sabem dar valor.
"VIRIL? INFANTIL!
Prepotente, estico o longo braço.
Roço, ainda tonto, o lençol algente.
Tenso, menino, com os olhos a caço.
E dimensiono o vazio do quarto silente.
Certezas ME fogem ao contraste da luz.
Resgatado sou pelo irritante despertador.
Como? Por quê? Indolente! Supus.
As horas, soberanas, confirmam o alvor.
Sombras da noite ganham sons e matizes.
Tolhem-ME impiedosas a doce ignorância.
Desafinadas. Plúmbeas. Disfônicas. Diretrizes.
Sofreu a mulher madura de alma na infância.
Por um labirinto de ansiedades e culpas caminho.
Sagaz. Decidido. Ao heroísmo mostrando pendor.
Por um momento desabo. E pranteio quietinho.
Com esgares aflitivos encontro a Minha flor.
Tão evidente, tão nefasta, tão roaz. Tão doída.
Tão familiar. Tão recorrente. Tão humana.
A DOR. Maldita. Infame. Potente. Atrevida.
Levou-lhe o sono, deixando lágrimas. Leviana!
Mulher, o rosto esconde e prepara o café.
Os grãos, a beberagem, o FILHO-CÃO na cozinha.
Em seu regaço despejo a cabeça sem fé.
Creia-ME, AMOR, você jamais estará sozinha!"
Aos que sabem dar valor.
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