Ouso oferecer à apreciação PÚBLICA um novo sistema de PREVENÇÃO DOS E REPRESSÃO AOS DISTÚRBIOS na capital paulista.
Como fica evidente nas postagens que pululam nesta rede social, há DOIS GRANDILOQUENTES GRUPOS.
Os que APLAUDEM a postura enérgica.
Os que a veementemente REPELEM.
Sem juízo de valor, busquei uma MEDIDA que CONTENTE A TODOS.
Proponho que os POLICIAIS cheguem ao local HORAS ANTES da turba.
Lá depositem CASSETETES, armas não letais, seus capacetes, coletes e até deixem algumas cartas com instruções de CIVILIDADE e de MARCIALIDADE.
Devidamente assinadas.
Para que NÃO surjam acusações de favorecimento INTERNA CORPORIS.
E voltem para as suas casas.
CADA QUAL dos envolvidos, PRÓ, CONTRA, MUITO PELO CONTRÁRIO, que faça o uso que quiser - e a INTREPIDEZ permitir - da NECESSÁRIA e JUDICIOSA parafernália.
Seguindo a onisciente postura daquele criador de porcos, que visitado em seu POCILHÃO por um zeloso fiscal pela vez terceira, a ele respondeu, quando da RECIDIVA indagação "o que eles estão comendo?", um sonoro NÃO SEI!
Como o senhor aplicou-ME uma multa quando da primeira visita, por estar EU alimentando a criação com SOBRAS DE COMIDA - uma IGNOMÍNIA para o senhor -, e, já na segunda vez, nova multa por estar EU lhes dando FILÉ-MIGNON - um DISPARATE -, decidi comprar TÍQUETES DE ALIMENTAÇÃO e entregar-lhes, com a recomendação de que COMESSEM ONDE MELHOR LHES APROUVESSE.
EU adoro os FILÓSOFOS de condicionadores de ar e carpetes felpudos.
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