domingo, 21 de julho de 2013

LUCUBRAÇÕES FUTEBOLÍSTICAS!

Sou o NELSON RODRIGUES da atualidade.
O pior torcedor é aquele que baba na fronha em meio ao certame do seu time de devoção.
Ei-lo aqui.
Esta ANTA ROSA que lhes escreve.
DORMI.
E até sonhei.
Que vivia em um país onde os PALCOS são sempre ideais.
Pior que babar nas fronhas, seria descobri-las FURADAS, em especial trás um cochilo de tão somente três quartos de hora.
Palcos ideais.
A consorte COM SORTE, Cristiane Andrade, em que pesem a essência de motosserra e os dedinhos em constante rebelião, dá a tônica - e outros orifícios mais nobres - desse ideário.
Enquanto o seu Senhor babava, um PAVÊ preparava.
Palcos ideais.
Na política.
Onde cada brasileiro realmente se desse conta de que VASO SANITÁRIO e URNA ELETRÔNICA são grandezas diametralmente díspares, no que tange ao conteúdo ali deixado, apesar de sua proximidade no que concerne ao ato de PREMER botões.
Palcos ideais.
Na sociedade.
Onde cada meretriz, e seus filhos e FILHAS, fizessem das suas vidas o que bem entendessem. Respondendo pelas consequências. E deixando a caminhada dos pios e ÍMPIOS peregrinos ao seu alvedrio.
Cada qual carregando a sua cruz. 
O MOTO-PRÓPRIO.
Sem as nefastas interferência, ingerência, perseguição, intrigas, coscuvilhice, maledicência, vilania e atitudes menores dos HELMINTOS de plantão.
Palcos ideais.
Onde o narrador grandiloquente diz sem receio o mavioso bordão.
A BOLA ROLA.
Despertei-ME.
O placar, imoto.
Não um OXO.
Um lacônico 1 a 1.
Levado a cabo sobre um RELVADO que se assemelha a um CHARCO.
Contra o CORITIBA em CURITIBA.
Delícias, sensos e contrassensos da ÚLTIMA FLOR DO LÁCIO.
Os belos pés 44 apus sobre o chão do SOLAR DA PAZ E DO VENTO.
Divisa. Itararé. São Vicente. São Paulo. Brasil.
BRASIL.
Terra de  BRASILEIROS.
Os POLÍTICOS. E, mormente, os ELEITORES.
Que a cada dois anos transformam campanhas, votos e toda a parafernália que envolve os processos eletivos em água parada, rasa, suja e lodacenta que se espalha no chão.
Vem-ME a mente, o corolário.
Seres humanos MENORES. Imundos. Maléficos. Excrecência pura. Sem eira, nem beira moral. Sem alma. Sem BUNDA.
Que pululam acolá e aqui.
Poluindo o MAR. Enfeiando as praias. Vilipendiando a HUMANIDADE.
Em ressunta, CHAFURDANDO.
PALCOS IDEIAS.
Tanto falta ao Nosso FUTEBOL.
Não obstante a proximidade da COPA 2014.
Tanto falta ao Nosso PAÍS.
E EU NÃO acredito nas eleições de 2014.
Tanto falta a Nossa SOCIEDADE.
Que num bolero diabólico, insiste em dançar dois para lá, dois para cá.
O cá, o lado dos Homens com AGÁ. Maiúsculo.
E o lá, DESAFINADO e TRISTE, a opção dos VERMES.
O anonimato.
A MISOGINIA.
A autodestrutiva FILÁUCIA.
O CREPÚSCULO.
Palcos NADA ideais. Conquanto lamentavelmente TUPINIQUINS!
Vá, CORINTIÃS!

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