quinta-feira, 25 de julho de 2013

TRINTA LINHAS!

Como os PROFESSORES gostam.
E EU sempre RESPEITEI professores e professoras.
E SEMPRE fui TARADO POR ELAS!

O Meu notebook é de última geração. 
Depois de ser usado por colaterais, ascendentes, descendentes, amigos e consorte COM SORTE, enfim chegou a sua derradeira morada.
As mãos deste senescente policial.
Portanto, julgo-ME no direito de carregá-lo por onde EU for.
No momento, o TRONO.
A pobre e imota máquina sofre bífida CONTRISTAÇÃO.
O FUTUM.
E a umidade.
Timorato e anoso, necessito de toda a Minha limitada ação neurológica para um simples ato.
BANHAR-ME.
Portanto, EU e MANOEL - sim, dou nome a TUDO que possuo, e, dada a sua VAGA LEMBRANÇA, posto que a memória é pouca, Minha "máquina" foi assim batizada - estamos alojados no sanitário vaso e envoltos por uma densa bruma.
Poderia ser a Lombardi, BRUNA, não?
No banheiro do SOLAR DA PAZ E DO VENTO venta.
Uma fria aragem. Sempre a pedir passagem.
Fazendo-se imperiosa uma interminável ação logística.
Com a inarredável preocupação de um aterrador poder de polícia.
Da EMPRESA que fornece e CORTA a energia elétrica.
Janelas e porta sanfonada fechadas. Pano de chão na fresta. E CHIFRE na testa. Todo castigo para POBRES e CORNOS é pouco!
Chuveiro nas três bolinhas. Soltando gotinhas. QUENTINHAS.
Tornando cálido o ambiente. Possibilitando-ME a NUDEZ.
O trono deixo de vez. Invado o box, como se fora EU gente.
O notebook em prospecção de infindáveis VÍRUS.
EU a ensaboar a ROTUNDA, conquanto DESEJÁVEL silhueta.
Um indelével momento de autoestima. O prazer da diuturna assepsia. 
Reafirmando a HUMILDADE. Olhando para as MARCAS DOS TIROS!

Os limites EDIFICAM.
E as NARRATIVAS FICAM!

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