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quarta-feira, 28 de maio de 2014

POUCAS E CONGELADAS PALAVRAS!

DUAS FRASES!
Acabo de dar início aos REPTOS do DIA DO DESAFIO.
Despertar às 5h45 e encarar uma HEROICA caminhada até o BANHEIRO e fazer uso do FALECIDO é praticamente uma EPOPEIA neste alvorecer TÃO frio.

domingo, 18 de agosto de 2013

INEBRIADO GLUTÃO!

FLEUGMA SUÍÇA!
Pompa e circunstância.
E toda sorte de delícias.
Como pano de fundo, o SOLAR DA PAZ E DO VENTO.
Mulheres maravilhosas.
A Minha. A que teve a SORTE GRANDE. Consorte. Cristiane Andrade.
MARIANA. Cujo marido faz serão, inclusive aos sábados à noite, devidamente fiscalizado em TEMPO REAL pela inteligentíssima e espirituosa esposa, sempre conectada e vigilante.
Leandra Alves Rosete. Nosso MONUMENTO em forma de OLHOS AZUIS.
E, pairando sobre os mortais, o OLÍMPICO e divinal FONDUE.
FONDUE!
De queijo.
De carne.
E DE CHOCOLATE!
Diabético que ME tornei, passei ao largo desse último.
A duras penas. Tomado por invulgar disciplina.
Noite MEMORÁVEL.
O frio vencido pelo CALOR HUMANO.
A fome e a gula foram pratos rasos frente a tão OPÍPARA ceia.
Vinho tinto.
Para as meninas, SUAVE.
Para o velhinho doente, SECO.
YGHOR BHORIS fartou-se.
Há algo de suíço em sua PELAGEM.
Para este CARCAMANO NACARADO, um acrisolado adendo ao já longevo calendário da existência.
Que outros a esse sigam.
A presença e a parceria de vocês, DOCES Cristiane, Leandra e Mariana, por certo são tipos de AÇÚCARES que o Meu organismo pode, PEDE e deve metabolizar.
Afinal, a ITÁLIA faz seu limite ALPINO com a SUÍÇA.
E SICILIANO que sou, em que pesem a cor TRIGUEIRA e a alma AFRICANA, ostento DELLA ROSA no sobrenome.
E, doravante, UM PÉ NA SUÍÇA!
MERCI!

quarta-feira, 31 de julho de 2013

TRINTA LINHAS!

Como os PROFESSORES gostam.
E EU sempre RESPEITEI professores e professoras.
E SEMPRE fui TARADO POR ELAS!
Quem ME conhece pode afiançá-lo.
Sou um Homem encalorado. Suar, para MIM, é tão consueto quanto respirar.
Fruto de camadas adiposas auferidas em DEZ LUSTROS de vida.
Da adição desmesurada de PIMENTAS e temperos fortes a Minha sempre FAUSTA e AZIAGA alimentação.
Em Minha defesa o desdouro pelo SAL.
Quiçá explicação maior para que EU ainda esteja vivo.
Tal SUADOIRO, seja quando engravatado, seja quando pelado – HEDONISTA, nessa condição transpiro mais SATISFEITO, com o perdão do trocadilho -, tem dois vieses distintos.
E IMPROVÁVEIS.
A tudo ensopa. Travesseiros, colchão, paletós, camisas, blusas. E MULHERES.
E é INODORO!
Fato. Rios e rios de uma água COR-DE-ROSA. Que traz em suas moléculas NACARADAS porções de PAULO DELLA ROSA JUNIOR.
Um ser que ADORA CHEIROS. Mas NÃO fede!
Coisas de um Homem IMPROVÁVEL.
Contudo, há alguns dias DURMO premido pelo mais quente dos corpos. Calor esse que ME acompanha há DOIS ANOS, DOIS MESES e DEZESSEIS DIAS.
Os ensandecidos termômetros deram azo à impensável rotina.
YGHOR BHORIS ANDRADE DELLA ROSA.
Estatelado na mais lúbrica, indecente, carinhosa e SÁDICA das alcovas.
Entre MIM e a consorte COM SORTE.
Que com MUITA sorte permanece na cama, apesar dos EMPURRÕES, REZINGAS e lutas por espaço.
E EU adoro.
Sem um único AMUO. Nem suar, SUO.
É a FORÇA DO AMAR.
Como é bom AMAR!
Os limites EDIFICAM.
E as NARRATIVAS FICAM!

quinta-feira, 25 de julho de 2013

TRINTA LINHAS!

Como os PROFESSORES gostam.
E EU sempre RESPEITEI professores e professoras.
E SEMPRE fui TARADO POR ELAS!

O Meu notebook é de última geração. 
Depois de ser usado por colaterais, ascendentes, descendentes, amigos e consorte COM SORTE, enfim chegou a sua derradeira morada.
As mãos deste senescente policial.
Portanto, julgo-ME no direito de carregá-lo por onde EU for.
No momento, o TRONO.
A pobre e imota máquina sofre bífida CONTRISTAÇÃO.
O FUTUM.
E a umidade.
Timorato e anoso, necessito de toda a Minha limitada ação neurológica para um simples ato.
BANHAR-ME.
Portanto, EU e MANOEL - sim, dou nome a TUDO que possuo, e, dada a sua VAGA LEMBRANÇA, posto que a memória é pouca, Minha "máquina" foi assim batizada - estamos alojados no sanitário vaso e envoltos por uma densa bruma.
Poderia ser a Lombardi, BRUNA, não?
No banheiro do SOLAR DA PAZ E DO VENTO venta.
Uma fria aragem. Sempre a pedir passagem.
Fazendo-se imperiosa uma interminável ação logística.
Com a inarredável preocupação de um aterrador poder de polícia.
Da EMPRESA que fornece e CORTA a energia elétrica.
Janelas e porta sanfonada fechadas. Pano de chão na fresta. E CHIFRE na testa. Todo castigo para POBRES e CORNOS é pouco!
Chuveiro nas três bolinhas. Soltando gotinhas. QUENTINHAS.
Tornando cálido o ambiente. Possibilitando-ME a NUDEZ.
O trono deixo de vez. Invado o box, como se fora EU gente.
O notebook em prospecção de infindáveis VÍRUS.
EU a ensaboar a ROTUNDA, conquanto DESEJÁVEL silhueta.
Um indelével momento de autoestima. O prazer da diuturna assepsia. 
Reafirmando a HUMILDADE. Olhando para as MARCAS DOS TIROS!

Os limites EDIFICAM.
E as NARRATIVAS FICAM!