Nem mesmo um ATEU como EU passa incólume a emoção desta CELEBRAÇÃO.
Afinal, não são todas as noites que podemos Nos sentir tão pertinho do céu.
Um céu de raro anil, em que pese o breu. Um pedacinho de um céu de mais de oito milhões e meio de quilômetros quadrados.
O céu do BRASIL!
Como sói ocorrer com a esmagadora maioria das histórias do Pindorama, um céu fotografado pelas lentes e as coordenadas do eixo Rio-São Paulo.
Conquanto ali, sob aquele céu, fôssemos a minoria.
Havia um clima de generosidade no ar.
De calor humano. De comunhão.
Churrasco. Na laje!
Como se fora um convidativo detalhe, no Jardim BRASIL.
Na Pérola do Atlântico, que de tão beijoqueiro das Nossas encostas, pode sim ser chamada de MAR BRASILEIRO.
Em se tratando de Guarujá, e em se tratando de MIM, eles estavam sim.
Como não poderia deixar de ser, na administração. Com as mangas arregaçadas. Na declaração. Com devoção. Dedicação.
Os CASTELÃO!
Desta feita, sem o imperador. Na batuta e na churrasqueira, o sucessor. O filho com comportamento de estadista. Com coração de artista. Com denodo de seminarista. E inteligência que salta à vista.
Kátia, Seu Paulo, o HEITOR – os mais doces e expressivos olhos do orbe – e a mamãe. E, o colírio e a cereja do bolo. Lidiane e Miguel. Afinal, estávamos todos pertinhos do céu.
Carlos e Leonardo. Pai e filho. O pai, adorável mala. O filho, sem a mala.
Casamento em andamento.
Os cabelos longos e as escovas de dente há muito divididas.
Prole farta. Comida farta. Sorriso farto. Um PARTO!
Trás muitos anos de frutífera união, a consagração.
LUCIANA e JUCÉLIO.
Seres de invulgar luz e um delicioso e carregado sotaque nordestino.
Tão nordestino quanto o feijão tropeiro. Que a Minha consorte COM SORTE, Cristiane Andrade, quase devora inteiro.
Palavras novas em diversas bocas. Como é rico o vocabulário tupiniquim!
E como são ricos os que têm e podem desfrutar da família.
Memorabilia. Na casa que roubou as escadarias da Penha, suvenires e ícones do sagrado rincão onde os nubentes nasceram.
E que lhes emprestou por toda a eternidade, o jeito faceiro. Altaneiro.
BRASILEIRO.
EU, em plena comoção.
Tratado como um rei. O porquê NÃO sei. Merecimento jamais.
Festa que ficará para os anais.
Luciana e Jucélio.
Mais do que um assentamento em um cartório qualquer, uma história onde todos devem meter a colher.
E retirar substanciais porções do exemplo que esse particular e invejável casal dá sem nenhum comedimento.
AMOR.
Nos vívidos olhos da dona da casa.
Nas incansáveis mesuras do anfitrião.
Coisa de NORDESTINO. De cabra arretado. De gente FORTE. De um povo que se espalhou pelos quatro cantos do país. E fez do Brasil uma terra ainda mais abençoada. Colorida. Saborosa. E gigante.
Aos noivos, toda sorte.
Ao povo santo de um quadrante santo de uma nação santa que necessita de compromisso, responsabilidade e amor-próprio antes e depois de cada eleição, o reconhecimento.
Ao Nosso Brasil, um alerta com viés de conselho.
Ontem à noite, no Jardim BRASIL, uma porta estava aberta.
A que dava acesso ao CORAÇÃO de LUCIANA e JUCÉLIO.
Dois brasileiros que trabalham muito. Que driblam as adversidades. Que sonham e vivem no alto. Que não têm vergonha do sucesso. Porque tudo alcançam com DIGNIDADE.
Votar e casar.
Quiçá os dois mais importantes passos da vida adulta.
Há entre eles memorável liame.
A perfeita escolha de quem acordará ao Nosso lado todos os dias da vida é o mais importante passo para a FELICIDADE.
O desdouro na escolha de Nossos representantes costuma furtar-Nos a paz.
E sem PAZ, não há FELICIDADE.
Seja no PARADÍSICO NORDESTE brasileiro, seja na sua ou na Minha cidade.
Obrigado, JUCÉLIO.
Realmente a SUA CASA não é um lugar para MIM, como você e a SUA Luciana tanto repetiram.
EU precisaria viver bastantes vidas para talvez reunir méritos para estar neste olimpo.
Felizmente, vocês têm este jeito especial de ser.
Tão bem desenhado no bordão “CHEGOU, ESTÁ CHEGADO”!
Parabéns, amigos.
E MUITO OBRIGADO!
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