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quarta-feira, 19 de março de 2014

FALE, POETA!

Carinhos deste HOMEM IMPROVÁVEL!
"EMOCIONANTE TERTÚLIA!
Fibras e gorduras acumuladas.
O lancinante exercício de cortar da própria carne.
Cicatrizes que evidenciam uma longeva jornada.
Inarredável dicotomia entre fumaça e brasa.
Mesa para dois, garçom.
De entrada, fartas porções de reflexão.
O amor incondicional, ao diálogo, dá o tom.
Entre bocados de palmitos e saladas.
A curtida carne como troféu.
Mais de cinquenta primaveras nas costelas.
Pelos olhos do amigo, ATEU, visito o céu.
Embalado pelo aroma das linguiças e picanhas.
A magia do churrasco. E do amadurecimento.
Tilintar de taças repletas de resiliência e esperança.
No telão da memória, o roteiro de uma vida em momentos.
No escrínio do NACARADO peito, CARLOS CASTELÃO!"
Aos que sabem dar valor.

sexta-feira, 14 de março de 2014

POUCAS E FESTIVAS PALAVRAS!

DUAS FRASES!
A PROPAGANDA é a alma do NEGÓCIO!
O Meu AMADO AMIGO Carlos Castelão vai ME REGALAR com um REMO SECO pelo advento do Meu NATALÍCIO. E vocês, SÚCIA de PÃES-DUROS, vão ME dar algum PRESENTE ou ME cederão o seu MAIS NOBRE ORIFÍCIO?

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

PREENCHEDORA TERTÚLIA!

Envolveu DUAS gerações.
E um caminhão de emoções.
Houve até uma maratona. Horas e horas em pé. Permeadas por questões de matemática, história, geografia e ciências.
E naturalmente, muito PORTUGUÊS.
No sangue. E no coração.
Afinal, com o perdão da literatura, éramos três.
Cada qual e todos, CASTELÃO.
Genuínos, FILHO e PAI. E um adotado.
Este ANOSO e MAZELENTO delegado.
Um festival de COMILANÇA.
Um verdadeiro atentado à dignidade da Minha agora reduzida pança.
Se algo posso usar em Minha defesa, é que MODERAÇÃO, entre GLUTÕES, não se leva à mesa.
Esperarei uns DEZ DIAS para medir a Minha GLICEMIA. E para aproximar a fita métrica do Meu umbigo.
Às calendas gregas, espartana dieta. Draconiana rotina.
Tudo vale a pena, quando a alma NÃO é pequena. E quando se tem o PORTUGUÊS como amigo.
Confesso que até o presente momento, final da manhã do dia subsequente, NADA mais comi. Como diriam os coevos dos SAUDOSOS senhores ARTUR e PAULO, Nossos queridos e RESPEITADOS PAIS, sigo JIBOIANDO.
E já passa do MEIO-DIA!
São os efeitos colaterais de uma noitada na CHURRASCARIA.
Reverberações de toda ordem.
Fastio, refluxo, constipação e FLATULÊNCIA.
Vamos lá, amado Leonardo Castelão, segue a sabatina de ciências! Aos livros, "Meu FILHO"!
Associados a benfazejas sensações dos mais distintos matizes. De toda sorte.
A FORTUNA de ME sentir querido.
A RIQUEZA de saber que NÃO estou sozinho.
E o TESOURO da AMICÍCIA, que, uma vez mais, dá vívidos sinais de que permanecerá até a Nossa morte.
Entre PICANHAS e QUEIJOS, o AMOR venceu. Cresceu. E, em se tratando de PAULO DELLA ROSA, naturalmente, floresceu.
Muito obrigado, adorado e adorável MAL-HUMORADO.
Muito obrigado, PAPAI do LÉO.
Muito obrigado, filho da DONA EMÍLIA.
Muito obrigado, irmão da insubstituível Kátia Castelão e do IMPERADOR Jorge Castelão!
Muito obrigado, Carlos Gomes, por estar há BASTANTES anos a Meu lado.
Por ME haver dado a sua família.
Por ME haver deixado morar na mais nobre parte do seu corpo. Junto das suas GENEROSAS, IMENSAS E ACRISOLADAS fibras cardíacas.
Para um pretenso POETA como EU, o mais BELO local e a mais BELA rima.
O CORAÇÃO DO CASTELÃO!
Todos sabem o quanto o AMO.
E ME orgulho, CARLOS CASTELÃO, de que esse AMOR e essa AMIZADE, foram construídos sobre DUAS das mais sólidas bases.
Anos atrás, no paradísico REINO DE VICENTE DE CARVALHO, rincão onde conheci a SUPREMA FELICIDADE, VOCÊ esteve comigo para o REGISTRO DO NASCIMENTO do Meu FILHO Giullian Longo Della Rosa.
Naquela oportunidade, com os Meus olhos encharcados, EU lhe disse que ELE era também um pouco SEU.
E o Seu LEONARDO, ontem à noite, com os OLHOS empolgados, provou-ME que ELE também é um pouco MEU!
Duas INVENCÍVEIS colunas sustentam a Nossa relação, CARLOS CASTELÃO.
A FAMÍLIA.
E a VERDADE!
Um FRATERNAL BEIJO, MEU AMADO IRMÃO!

domingo, 8 de dezembro de 2013

AMIGOS VERDADEIROS!

Ele, MAIOR, no CORAÇÃO e nas INVEJÁVEIS CÃS!
Ela, DORA, que no CORAÇÃO de tantos mora.
E EU, trajado a caráter, uma ANTA ROSA.
TRÊS AVENTUREIROS!
E um BEM-AVENTURADO, EU, pois a FELICIDADE reside no incomparável presente de uma AMIZADE.
Valeu, DORA AVENTUREIRA.
Muito obrigado por tudo, por sempre, Carlos Gomes, e, mormente, por ME haver permitido, há BASTANTES anos, fazer parte da FAMÍLIA CASTELÃO.
Uma inesquecível VITÓRIA da Minha longeva existência.
Celebrada, uma vez mais, na noite de hoje, em pleno aniversário da filha do querido casal Luciano Castelão e Erika Castelão, a GENIOSA e GENIAL VITÓRIA!
Saiba, DORA AVENTUREIRA, que você testemunhou um encontro que há de ME emocionar pela VIDA INTEIRA!

terça-feira, 29 de outubro de 2013

EMOCIONANTE PREITO!

Uma vez mais, estive no seio dos CASTELÃO.
Em VICENTE DE CARVALHO, para rejúbilo Meu.
Não há, ó gente, ó não, lugar como esse para o Meu CORAÇÃO.
Ufano PAULISTANO.
Santista mercê do destino.
É no VELHO ITAPEMA onde sou mais EU.
ATEU, ali pratico a Minha religiosidade.
Na MINHA cidade.
Na TERRA SANTA que ME acolheu.
Onde fui feliz como rei. Onde sou ainda mais feliz como PLEBEU.
Há muito NÃO reunia num só encontro os Meus irmãos.
O imperador Jorge Castelão. A encantadora Kátia Castelão. E o MINISTRO DA EDUCAÇÃO Carlos Castelão.
Sou o filho BASTARDO. Com status de ADOTIVO.
De AMOR por eles, CATIVO.
Lá estar é sempre uma FESTA.
Uma alegria que trago, no BALOUÇO do percurso aquático da volta, estampada na testa.
Uma sensação de PLENITUDE que ME encharca do elixir da juventude.
Uma ululante certeza de que a vida é de fato uma beleza.
E hoje, ainda mais que a honraria e a distinção de estar com a MATRIARCA DONA EMÍLIA, um regalo que há de se tornar memorabilia.
Na despedida, essa INVULGAR e DIVINAL mulher, pousou os Seus olhos DOCES nos Meus e ME presenteou com a mais valiosa e inebriante das pérolas.
Nascida do SACROSSANTO NÁCAR de sua abençoada boca.
Uma INOLVIDÁVEL frase.
"Vá com deus, MEU FILHO."
Ímpio visceral, senti os Meus olhos marejarem.
E antes de que EU pudesse apreender na plenitude esse IMERECIDO carinho, a CEREJA deste DULCÍFERO BOLO chegou aos Meus ANOSOS ouvidos.
Disse a MAGNÂNIMA SENHORA:
"Eu tenho muito orgulho de você!"
Saí à SORRELFA, no afã de evitar um deslavado pranto.
E, agora, fazendo uso da PALAVRA ESCRITA, Meu momento mais PAULO DELLA ROSA, entoo um canto.
Um cântico de louvor.
Ao AMOR.
Aos CASTELÃO.
À DONA EMÍLIA.
E a Minha existência.
MAZELENTO, no ostracismo, na bancarrota e com o sangue mais doce do que a MATERNIDADE, afirmo que JAMAIS fui tão feliz.
E, vocês, MINHA FAMÍLIA, são acrisolados pilares desta FELICIDADE.
Sou, sim, um DEVOTO da ciência.
Conquanto, em tempo algum, afasto-ME dos meandros da paixão.
Da arte de AMAR.
A FAMÍLIA CASTELÃO!

terça-feira, 24 de setembro de 2013

CONTE COMIGO, RODRIGO!

Uma vez mais torno ao sacrossanto solo, eternamente repousando sob os envelhecidos - e MAL-AJAMBRADOS! - olhos do FAROL.
Para a terra onde efetivamente descobri o prazer e a doçura - à época EU ME entupia de chocolates e da INVENCÍVEL torta de limão da Kátia Castelão! - de a outrem servir.
E proteger.
Acrisolado binômio que dá luz e sentido à valorosa - e ora vergonhosamente DESDOURADA - Polícia Civil do Estado de São Paulo.
Na DELEGACIA VELHA DO ITAPEMA.
Em Vicente de Carvalho!
Naturalmente, para o seio dos CASTELÃO.
Minha FAMÍLIA!
Desta feita, com um DULCÍFERO azo, em que pese esta ANTA ROSA que lhes brinda com consuetos perlíferos vocábulos padecer do DIABETES MELITO.
Festejar a VIGÉSIMA SEXTA PRIMAVERA de um ser humano que reúne em si as grandezas e formosuras dos JARDINS SUSPENSOS DA BABILÔNIA.
Suave no trato e rígido nos princípios.
Fulgurante no ser e húmil no proceder.
Pássaro formoso a polinizar a alegria e o congraçamento, sem distinção de espaço e tempo e, mormente, entre seus pares.
E ímpares. Homem de invulgar capacidade.
E celebrada diversidade.
Desde a puerícia, inarredavelmente ME endereçou o seu melhor olhar. E hoje o repetiu.
Receptivo. Caloroso. Afável. Aconchegante. E VERDADEIRO.
Marca registrada dos ungidos com o nome de família que só encontra paralelo nos GRANDES REINOS.
E nos grandes castelos.
Feliz aniversário, Meu adorado e adorável SOBRINHO.
A cada ano - em progressão geométrica -, aprendo a ADMIRÁ-LO por um novo viés seu.
O Meu amor por você, se não aumenta por impossibilidades cúbicas do Meu NACARADO coração, aprimora-se. Nobilita-se. Faz-se e faz-ME maior.
Rodrigo Castelão!
Para MIM, sempre um menino.
Com ou sem bolo - este outrora GLUTÃO E TOLO NÃO pode mais -, aqui estou para ratificar uma velha promessa Minha que muito provavelmente você nem se recorde de havê-la ouvido.
Você SEMPRE pode contar COMIGO, RODRIGO!

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

POUCAS E LUSÓFILAS PALAVRAS!

DUAS FRASES!
O dia inicia-se com TANTO MAR, do genial CHICO BUARQUE.
Na figura do BONDADOSO IMPERADOR Jorge Castelão e em reverência aos mui dignos VINTE E CINCO POR CENTO DE SANGUE LUSITANO que correm em Minhas NACARADAS veias, regalos da amantíssima VÓ CIDA, um efusivo e emocionado VIVA de PAULO DELLA ROSA aos CRAVOS!

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

ANTA ROSA NA VARANDA!

Com os PRESBITAS e DIABÉTICOS olhinhos grudados no certame da arena do Grêmio, em morna partida contra o Santos.
CORINTIANO até a mais DULCÍFERA das vísceras, submeto-ME a tais TORTURAS.
QUARENTA E CINCO MINUTOS.
Exatamente o que leram, MALTA de ÍMPIOS, foram 45 minutos montado na ignominiosa BICICLETA ERGOMÉTRICA.
Havendo percorrido comprovados VINTE E SEIS QUILÔMETROS E QUATROCENTOS METROS.
O NACARADO coração alcançou 144 batimentos por minuto. Retornando a 100 em TRÊS minutos. Estou evoluindo!
Algumas dores.
Sina dos atléticos. E dos PATÉTICOS como EU.
A camiseta cabalmente ensopada. E LASSA!
Ainda lograrei atingir o atual INVEJÁVEL corpo do Meu amigo Carlos Gomes, o PORTUGUÊS. Nem que para isso tenha EU de ME submeter aos mais cruéis suplícios das mais infectas masmorras de um sombrio e longínquo e enorme castelo, com o perdão do trocadilho.
CASTELÃO!
Como EU AMO esse clã!
Que o IMPERADOR Jorge Castelão NÃO se haja olvidado da Minha CALOI!
Lá se vão TRINTA E CINCO DIAS do fatídico e METUENDO dia 16 de agosto de 2013, nefanda data da constatação do DIABETES MELITO.
A POLIÚRIA e a POLIDIPSIA, felizmente, fazem parte do passado. Saudoso passado, de MARAVILHOSOS e insalubres excessos.
A GLICEMIA em 137.
Em franca involução, como se fora ela uma extensão da Minha conta bancária.
O BOM HUMOR, apesar da dieta de COELHO e dos anos-luz de distância do DEUS DO SABOR, mais conhecido como QUINDIM, permanece.
Assim como a GRATIDÃO, marcas registradas desta ANTA ROSA.
Muito obrigado, consorte COM SORTE, Cristiane Andrade! Sem você, NÃO sei se conseguiria. E SEI que esta ATEIA VIA CRUCIS seria ainda mais DORIDA.
Estranhamente, a língua HOJE NÃO está a saltar da boca, como diriam os coirmãos e ascendentes de CARLOS GOMES CASTELÃO e dos GOMES DA COSTA e suas ABENÇOADAS sardinhas.
De qualquer sorte - EU realmente esbanjo SORTE -, esteja a Minha língua onde estiver, sim, transformei-ME num CINQUENTÃO OUSADO, opto por NÃO falar.
Em genuflexão, saúdo a ÚLTIMA FLOR DO LÁCIO, e ME entrego ao indizível prazer da materialização da ideia.
ESCREVO!

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

ANTA ROSA NA VARANDA!

Com os ouvidos e os olhos atentos às bocas e ORELHAS - FESTIVAL de tamanhos, formas e PROVA cabal de que ELAS NÃO param de crescer - dos egrégios membros do SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL.
TRINTA E UM MINUTOS!
MEIA HORA e mais um.
Alcançando 19,6 quilômetros. Quase VINTE MIL METROS!
INACREDITÁVEL, em se tratando de uma ANTA ROSA ANOSA como esta que lhes brinda com o seu - no caso, MEU, PARVOALHOS! - português invulgar.
A faina, uma vez mais, deu-se sobre a ignominiosa ASPA que se homizia no SACROSSANTO terraço do SOLAR DA PAZ E DO VENTO.
A PRECITA BICICLETA ERGOMÉTRICA!
Não há para MIM suplício de maior monta, com o perdão do trocadilho.
Os batimentos cardíacos chegaram a 150. Despencando para 109 trás DOIS MINUTOS E MEIO.
Que o NADA MUSICAL Carlos Gomes, com a sapiência haurida nos bancos da Nossa saudosa e querida FEFIS, ainda nos tempos da ARABUTÃ, julguem-LHOS. 
LHOS!
Pessoa, o mais FENOMENAL dos Fernandos.
Os tempos de ADIAPNEUSTIA cessaram. Com a ANELADA subida dos termômetros na COSTA DA MATA ATLÂNTICA, a camiseta começa a parecer MINHA de verdade.
MOLHADA.
Sempre fui capaz desta proeza com as Minhas vestes e as PARTES PUDENDAS das Minhas MULHERES.
Diria EU, que este é o MEU FADO, já que no texto citamos o mavioso PORTUGUÊS de CAMÕES e o bronco PORTUGUÊS da adorável DONA EMÍLIA.
A perenal luta contra o DIABETES MELITO prossegue.
Outrossim, a guerra em contra das ADIPOSIDADES.
Fora EU um EXPERTO nas ciências jurídicas, urraria, com relação aos INSALUBRES atos de outrora, a plenos pulmões, EMBARGABILIDADE JÁ!
Em sendo EU um BEÓCIO nas sendas do DIREITO, em havendo EU propensão visceral para o TORTO e, mormente, estando EU com a língua mais para fora do que a dos INSIGNES CAUSÍDICOS dos MENSALEIROS, NÃO falo.
ESCREVO!

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

ANTA ROSA NA VARANDA! EDIÇÃO ESPECIAL!

QUARENTA E CINCO MINUTOS E DOZE SEGUNDOS!
Com o cronômetro sendo parado religiosamente a cada momento estanque, com a disciplina de JUÍZES DO JUDÔ!
Desta feita, numa MAGRELA, como dizem os santistas de nascimento ou os FORÂNEOS que aqui vivem e NÃO são CARETAS ou QUADRADOS como EU.
Sim, uma BICICLETA.
Absolutamente REAL. E VELHA. Como EU.
Uma CALOI POTI.
Com mais ferrugem que a cara do MENINO PROPAGANDA homônimo.
PRESENTE do Meu querido amigo Carlos Gomes!
O mais PÃO-DURO dos CASTELÃO.
O percurso até para MIM parece IMPROVÁVEL.
Conquanto, PERFEITO.
Desde o quartel-general da já LENDÁRIA família, na avenida Oswaldo Cruz em Vicente de Carvalho, até o SOLAR DA PAZ E DO VENTO, na divisa entre a TERRA DOS ANDRADAS e a de MARTIM AFONSO DE SOUSA.
Com direito a BARCA GRANDE, como chamavam os antigos CORNOS daquelas paragens.
CORNO EU, sei bem que TODO CASTIGO PARA NÓS É POUCO!
Tudo em MIM dói.
DÓI MUITO.
Pernas, pés, mãos, ombros e, mormente, as COSTAS.
O peso da IDADE.
E da PETULÂNCIA.
Cri-ME em plena infância.
E assim conduzi o CLAUDICANTE veículo de duas rodas. Pondo em risco a MINHA e a de OUTREM seguranças.
Sou um NEÓFITO na saudável e politicamente correta arte do CICLISMO.
Por várias oportunidades, na CICLOVIA, quase dei origem a um CATACLISMO.
Coisas de VELHO IDIOTA.
Coisas de um pupilo de Daniela Thompson, a notável nordestina bretã.
CHEGUEI VIVO, querida IRMÃ!
Novos tempos. Nova vida.
DIABÉTICO. E atlético.
Caminhemos.
Não, PEDALO.
E com os bofes de fora, NÃO falo.
ESCREVO!

FALE, POETA!

CARINHOS deste HOMEM IMPROVÁVEL!
"SAL E SOL!
Vicente de Carvalho.
O poeta e o poema.
Anos de trabalho.
Delegacia do ITAPEMA.
A travessia na catraia.
O povo humano e gentil.
Meninas de curtas saias.
Sotaques e cores mil.
O histórico e olvidado farol.
A gente de luta e ação.
O astro rei no arrebol.
A FAMÍLIA CASTELÃO.
O rejúbilo no retorno.
Bons papos. Grandes histórias.
Comida saída do forno.
Palco de tantas glórias.
Nas roupas o tempero marinho.
Na alma benfazejo e doce alívio.
Aqui NUNCA ME senti sozinho.
Para MIM, o MELHOR CONVÍVIO!"
Aos que sabem dar valor.

domingo, 4 de agosto de 2013

BODAS DE OURO!

Nem mesmo um ATEU como EU passa incólume a emoção desta CELEBRAÇÃO.
Afinal, não são todas as noites que podemos Nos sentir tão pertinho do céu. 
Um céu de raro anil, em que pese o breu. Um pedacinho de um céu de mais de oito milhões e meio de quilômetros quadrados.
O céu do BRASIL!
Como sói ocorrer com a esmagadora maioria das histórias do Pindorama, um céu fotografado pelas lentes e as coordenadas do eixo Rio-São Paulo.
Conquanto ali, sob aquele céu, fôssemos a minoria.
Havia um clima de generosidade no ar.
De calor humano. De comunhão.
Churrasco. Na laje!
Como se fora um convidativo detalhe, no Jardim BRASIL.
Na Pérola do Atlântico, que de tão beijoqueiro das Nossas encostas, pode sim ser chamada de MAR BRASILEIRO.
Em se tratando de Guarujá, e em se tratando de MIM, eles estavam sim.
Como não poderia deixar de ser, na administração. Com as mangas arregaçadas. Na declaração. Com devoção. Dedicação.
Os CASTELÃO!
Desta feita, sem o imperador. Na batuta e na churrasqueira, o sucessor. O filho com comportamento de estadista. Com coração de artista. Com denodo de seminarista. E inteligência que salta à vista.
Kátia, Seu Paulo, o HEITOR – os mais doces e expressivos olhos do orbe – e a mamãe. E, o colírio e a cereja do bolo. Lidiane e Miguel. Afinal, estávamos todos pertinhos do céu.
Carlos e Leonardo. Pai e filho. O pai, adorável mala. O filho, sem a mala.
Casamento em andamento.
Os cabelos longos e as escovas de dente há muito divididas.
Prole farta. Comida farta. Sorriso farto. Um PARTO!
Trás muitos anos de frutífera união, a consagração.
LUCIANA e JUCÉLIO.
Seres de invulgar luz e um delicioso e carregado sotaque nordestino.
Tão nordestino quanto o feijão tropeiro. Que a Minha consorte COM SORTE, Cristiane Andrade, quase devora inteiro.
Palavras novas em diversas bocas. Como é rico o vocabulário tupiniquim!
E como são ricos os que têm e podem desfrutar da família.
Memorabilia. Na casa que roubou as escadarias da Penha, suvenires e ícones do sagrado rincão onde os nubentes nasceram.
E que lhes emprestou por toda a eternidade, o jeito faceiro. Altaneiro.
BRASILEIRO.
EU, em plena comoção.
Tratado como um rei. O porquê NÃO sei. Merecimento jamais.
Festa que ficará para os anais.
Luciana e Jucélio. 
Mais do que um assentamento em um cartório qualquer, uma história onde todos devem meter a colher.
E retirar substanciais porções do exemplo que esse particular e invejável casal dá sem nenhum comedimento.
AMOR.
Nos vívidos olhos da dona da casa.
Nas incansáveis mesuras do anfitrião.
Coisa de NORDESTINO. De cabra arretado. De gente FORTE. De um povo que se espalhou pelos quatro cantos do país. E fez do Brasil uma terra ainda mais abençoada. Colorida. Saborosa. E gigante.
Aos noivos, toda sorte.
Ao povo santo de um quadrante santo de uma nação santa que necessita de compromisso, responsabilidade e amor-próprio antes e depois de cada eleição, o reconhecimento.
Ao Nosso Brasil, um alerta com viés de conselho.
Ontem à noite, no Jardim BRASIL, uma porta estava aberta.
A que dava acesso ao CORAÇÃO de LUCIANA e JUCÉLIO. 
Dois brasileiros que trabalham muito. Que driblam as adversidades. Que sonham e vivem no alto. Que não têm vergonha do sucesso. Porque tudo alcançam com DIGNIDADE.
Votar e casar.
Quiçá os dois mais importantes passos da vida adulta.
Há entre eles memorável liame.
A perfeita escolha de quem acordará ao Nosso lado todos os dias da vida é o mais importante passo para a FELICIDADE.
O desdouro na escolha de Nossos representantes costuma furtar-Nos a paz.
E sem PAZ, não há FELICIDADE.
Seja no PARADÍSICO NORDESTE brasileiro, seja na sua ou na Minha cidade.
Obrigado, JUCÉLIO.
Realmente a SUA CASA não é um lugar para MIM, como você e a SUA Luciana tanto repetiram.
EU precisaria viver bastantes vidas para talvez reunir méritos para estar neste olimpo.
Felizmente, vocês têm este jeito especial de ser.
Tão bem desenhado no bordão “CHEGOU, ESTÁ CHEGADO”!
Parabéns, amigos.
E MUITO OBRIGADO!

segunda-feira, 22 de julho de 2013

HENRIQUE CASTELÃO!

IMPONENTE CASTELÃO!
Naturalmente, erigido por mãos suadas.
E abençoadas.
Do SEU ARTUR, saudoso patriarca. Que a todos ensinou o valor do TRABALHO.
Ao ARTURZINHO, saudoso ÍCONE. Uma efêmera e perenal lição de AMOR.
Da DONA EMÍLIA, inexcedível matriarca. Que faz da vida um FAROL. A iluminar tantos quantos têm o privilégio de a ela acorrer. Uma MAGNA luz. Uma penetrante e abrangente luz. Uma inspiradora e CÁLIDA luz. Uma proficiente, pujante e HÚMIL luz.
A LUZ DO EXEMPLO!
Ao HEITOR. A quintessência da simpatia. Um vívido e apaixonante regalo. A coroação de toda uma história.
Há o Jorge Castelão. Empunhando CETRO e ESPADA. A todos Nós guiar. E sempre a todos defender.
O Rodrigo Castelão. Artista. Sensível. Intrépido. O tom mavioso desta orquestra.
Kátia Castelão. MULHER. Distinção maior. Pródiga em adjetivos. E antíteses. Adoro antíteses. Forte. E doce. Moleca. E Moleque. Ácida nas palavras. E mais que generosa nas ações. MINHA IRMÃ!
Carlos Gomes. O PORTUGUÊS. A pessoa CERTA. Meu contraponto. Todo CORAÇÃO. Uma fraternidade com feições de amalgamação. Um AMOR puro. Que transcende ciências. E diferenças. Que é. Quaisquer sejam as configurações, as intempéries, os sucessos e as Minhas limitações.
CASTELÃO.
Não apenas pela grandeza dos moradores deste invencível castelo.
Não apenas pela reverberação que suas paredes e moradores alcançam.
Não apenas pelo gigantismo da obra que se renova a cada instante, a cada tempo, a cada geração.
CASTELÃO.
Tijolo por tijolo.
Um TOTEM à mais atávica e essencial das instituições humanas.
A FAMÍLIA.
TIJOLO.
Um TIJOLO hoje foi capaz de NÃO DEIXAR PEDRA SOBRE PEDRA no Meu  NACARADO coração.
Uma acachapante e revolucionária TIJOLADA.
Que há de deixar marcas em cada parte do Meu ser.
Por todos os poucos anos que ME restam de vida.
TIJOLO DO TIMÃO!
"O alicerce do Corinthians está na base sólida da sua torcida."
"CORINTHIANS    SCCP    ARENA 2014"
Dizeres do envólucro. Incrustações na argila.
TIJOLO DO TIMÃO.
A MIM regalado pelo FILHO-SOBRINHO.
O filho do Jorge. O neto da Dona Emília. O sobrinho do Carlos.
O PAI DO HEITOR.
Um HOMEM DE VALOR.
Um SER HUMANO DE ESCOL.
Para MIM, sempre o MENINO INTELIGENTE. DOCE. GÊNIO. GENIAL.
Que desde sempre ME chama de TIO. E ME trata por SENHOR.
Logo EU, um ente com bastantes imperfeições.
Um APRENDIZ do MENINO, do MOÇO, do HOMEM.
Um APAIXONADO e ARDOROSO fã seu.
Henrique Castelão!
Os olhos ME traem. E choro.
De emoção.
De agradecimento.
Pela cabal compreensão do quanto sou UNGIDO.
De quanto a vida vale a pena quando a AMIZADE NÃO é pequena.
VALEU, HENRIQUE.
Obrigado, FILHO!
Vá, CORÍNTIÃS!