quinta-feira, 28 de novembro de 2013

FALE, POETA!

CARINHOS deste HOMEM IMPROVÁVEL!
“BELA E TRISTE NOVELA!
Reflexo que haveria de ser uno.
É certeza muito mais que clara.
Torço pelo diálogo. Repilo os golpes de vara.
Sofro silente. E sem cessar ME puno.
E o faço assistindo ao folhetim.
Ora colorido, ora sem cor.
Interfaces da alegria e da dor.
Tão dorido e tão querido pra MIM.
Explode ali a humana pequenez.
De uma crueldade que não se compara.
Contraposta pela VOZ de uma gente que o AMOR declara.
O bem e o mal. O fim e o recomeço. A união e a viuvez.
Fonte inesgotável de ensinamentos.
Que mesmo um nefelibata repara.
Laço que força alguma separa.
Nem ocasos. Nem acasos. Nem tormentos.
Porcos devorando pérolas.
Estranho misticismo, onde a razão impera.
Aulas de cidadania. Do poder de quem coopera.
Armas frias. Porém ornadas de madrepérolas.
Moçoilas. Senhoras. Mulheres na tina.
E uma MENINA que o mais plúmbeo céu aclara.
Como NÃO sofrer por sua distância, ó JOIA RARA.
SAUDADE da Minha NETINHA PIETRA VALLENTINA!”
Aos que sabem dar valor.




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