sexta-feira, 15 de novembro de 2013

REPÚBLICA DA FELICIDADE!

Eis a PROCLAMAÇÃO!
Sinto-ME o mais feliz dos súditos da RAINHA.
Em que pese vivermos sob o manto republicano.
Mercê do DIA-SANTO - como dizem os coirmãos cariocas, não é mesmo, ADORADO Belsito Carlos Belsito? -, este PLEBEU teve direito à real alegria.
No SOLAR DA PAZ E DO VENTO, a AUGUSTA visita da Minha SOBRINHA.
FILHA do coração.
Terceira na linha sucessória do Meu IMANE amor.
AMO a MIM MESMO acima de todos e todas as coisas. 
A YGHOR BHORIS, o mais leal dos FILHOS. O mais lindo dos CÃES.
E a este MONUMENTO de MULHER, um ser que veio ao mundo há mais de oito anos - nasceu um dia depois que perfiz 42 anos, exatamente no dia 24 de março de 2005 - e diuturnamente ME ensina, fascina, alucina.
Minha NAMORADA.
Minha MENINA.
Pernas de mandioca.
Fôlego de pororoca.
Tiradas genias.
E tantos outros que tais.
ANOSO e MAZELENTO, recebo-a, ó ALTEZA, no seio de Meu HÚMIL lar, tomado do mais emocionado e comovente ORGULHO.
Repleto de emoção. E gratidão.
Sua DIVINAL presença esparrama sobre a Minha velha carcaça paradísico UNGUENTO.
Este seu VELHO TIO, inebriado, saúda o FERIADO.
No ultrapassado aparelho de som, sons de EPIFANIA.
Ela, a perenal MARIA BETHÂNIA.
Na televisão do quarto, desenhos. Mais precisamente PEPPA, uma PORQUINHA NACARADA, bem ao gosto da AMADA SOBRINHA-FILHA desta ANTA ROSA.
Como se fora EU uma versão mal-ajambrada de DEODORO DA FONSECA, declaro extinta a TRISTEZA.
Doravante, tão somente FELICIDADE.
Monarquista que sou e sequioso de saber - conquanto limitado intelectualmente -, em concomitância com a SOLENE companhia, deleito-ME com a leitura de "1889". 
Paulos e Pedros, apogeus e decadências, ficção e ciência, têm lá as suas similitudes.
E atrações.
Em meio a tantas GARRIDAS canções, uma CERTEZA.
A vida é feita de atitudes.
Mormente daquelas ornadas pela genuína essência da beleza.
O AMOR.
EU a AMO, Giullia Faria Santos!
Às favas as agruras da POLÍTICA MODERNA.
Erramos quando da deposição do IMPERADOR.
Erramos a cada oportunidade que o BRASIL Nos concita na condição de ELEITOR.
Ficam, porém, os LAÇOS.
De carinho. De afeição. De fraternidade. De comoção. De FAMÍLIA.
A você, MEU AMOR, o mais ACOLHEDOR dos ABRAÇOS.
Minha casa é Meu castelo.
E aqui, neste NACARADO reino, VOCÊ é eternamente BEM-VINDA.
GIULLIA. Minha LINDA!


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