Publicado na página DELEGADO POETA.
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PERDÃO, CASA AMARELA!
Invulgar sintonia.
Seria loucura?
Minhas juntas doem...
Seguimos juntos.
Brumas ocupam-ME a mente nesta manhã...
A noite foi mais longa do que de costume.
Sequer pesadelos tive.
O espelho, cruento inimigo, a confirmar a impressão.
Os olhos. Os tais espelhos da alma.
Baços. Cansados. Tristes.
Toda MEA-CULPA enseja revoluções.
O baú das iniquidades sói ser virulento.
Escrever sobre a CASA AMARELA desarmou o delegado.
Todos os filhos são amados. Alguns partos são doídos.
Horas depois, o cordão umbilical a ME enforcar.
As incoerências sempre ME pareceram desprezíveis...
No panteão da ciência, fui o bobo da corte.
Da fonte da JUSTIÇA, o pelotiqueiro.
Entre SENHORES, um pirracento fedelho.
Mulheres MAIORES a suportar um fariseu.
Bancos da academia, Meu mais contrito perdão.
Professores, doutores da generosidade, escusas.
Coevos e amados formandos de várias turmas, indulto.
Meninas e meninos de agora, atenção!
Eis aqui o relato de uma triste história.
De irresponsabilidade. De insolência. De idiotia.
Desdourar a ciência estando ao lado da sua cabeceira.
Fazer ouvidos moucos à concitação do saber.
Sim, nesta plúmbea manhã doem-ME as juntas.
Dos anosos e agora curvados joelhos. Por haver motejado dos conselhos.
Não se pode escapar do conselho de sentença da razão!
Tarde ou cedo, deparamo-Nos com a pena de Talião...
Seguimos juntos...
Como em todas as manhãs. Faça sol ou faça chuva.
Só mesmo você, eterna namorada, URUBUQUEÇABA,
que hoje também despertou envolta por densa bruma,
a quem neste instante contemplo com a mesma paixão,
pode aplacar a lancinante dor do ARREPENDIMENTO!
Invulgar sintonia...
Invulgar sintonia.
Seria loucura?
Minhas juntas doem...
Seguimos juntos.
Brumas ocupam-ME a mente nesta manhã...
A noite foi mais longa do que de costume.
Sequer pesadelos tive.
O espelho, cruento inimigo, a confirmar a impressão.
Os olhos. Os tais espelhos da alma.
Baços. Cansados. Tristes.
Toda MEA-CULPA enseja revoluções.
O baú das iniquidades sói ser virulento.
Escrever sobre a CASA AMARELA desarmou o delegado.
Todos os filhos são amados. Alguns partos são doídos.
Horas depois, o cordão umbilical a ME enforcar.
As incoerências sempre ME pareceram desprezíveis...
No panteão da ciência, fui o bobo da corte.
Da fonte da JUSTIÇA, o pelotiqueiro.
Entre SENHORES, um pirracento fedelho.
Mulheres MAIORES a suportar um fariseu.
Bancos da academia, Meu mais contrito perdão.
Professores, doutores da generosidade, escusas.
Coevos e amados formandos de várias turmas, indulto.
Meninas e meninos de agora, atenção!
Eis aqui o relato de uma triste história.
De irresponsabilidade. De insolência. De idiotia.
Desdourar a ciência estando ao lado da sua cabeceira.
Fazer ouvidos moucos à concitação do saber.
Sim, nesta plúmbea manhã doem-ME as juntas.
Dos anosos e agora curvados joelhos. Por haver motejado dos conselhos.
Não se pode escapar do conselho de sentença da razão!
Tarde ou cedo, deparamo-Nos com a pena de Talião...
Seguimos juntos...
Como em todas as manhãs. Faça sol ou faça chuva.
Só mesmo você, eterna namorada, URUBUQUEÇABA,
que hoje também despertou envolta por densa bruma,
a quem neste instante contemplo com a mesma paixão,
pode aplacar a lancinante dor do ARREPENDIMENTO!
Invulgar sintonia...
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