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segunda-feira, 14 de julho de 2014

FALE, POETA!

Carinhos deste HOMEM IMPROVÁVEL!
Publicado na página DELEGADO POETA.
CIÚME DA COROA!

Mulher.
Extravagante e sensual.
Maior. Madura.
Em que pesem os verdes penduricalhos.
Do alto dos rupestres saltos.
Com um fã clube a me beijar os pés.
Mirando-ME no e fazendo charme para
o espelho d’água chamado de Itararé.
Senhora. Soberana.
Uso e sou COROA.
E desdouro da sua verve.

Marulho! Deuses! Boniteza! Poesia...
Que PIEGAS!
Não se engane, ó pretenso beletrista!
Sou LOBA. E dos homens não tiro os olhos...

Reino entre os mares casados.
E não suporto mais ouvir tantas juras...
Em que pese a Nossa familiaridade, 
a bem da verdade, somos duas.
Nuas, sim. Sempre.
Conquanto, rivais!

Vizinhas, sim.
Separadas tão somente por uma certa feiticeira.
Cada qual a governar a sua cidade.
E eu, pelo menos eu, jamais hei de ser sua.

Minha indômita alma feminil confessa.
Flertamos...
Sabemos disso, o menino Paulo e essa fidalga.
Nos intervalos da aula de Educação Física do Martim Afonso.
Ouvindo ao longe o som da Banda do Grupão...
Não é mesmo, ó DELEGADO POETA?

Coisas do passado!
Melhor para as calendas gregas deixar...
Dama e vagabundo, só no cinema fazem par.

Fervem minhas entranhas agora...
Sendo ou não da tarde a quinta hora,
em sua companhia, NÃO aceito sequer um CHÁ!

Sei que me apontará o longo dedo das tão belas mãos...
Aceito a acusação. Em primeiro lugar, a HONESTIDADE!
Consome-me, sim, a fogueira das vaidades!

Mas, creia-me, ó maldito ateu,
a ampulheta não para. E a juventude acaba.
Passou para mim, rainha.
Passou para você, reles plebeu.
Passará para a piriguete da URUBUQUEÇABA!

Esqueça das minhas sinuosas veias.
Afaste-se do meu MIRANTE!
E até das minhas areias....
Caminhe para o outro lado.
Que o astro rei lhe fustigue o hirsuto peito nu.
Vá, velho babão,
vá lamber aquela menina,
de quem você se acha 
– homens, sempre infantis! –
o eterno namorado!

terça-feira, 8 de julho de 2014

FALE, POETA!

Carinhos deste HOMEM IMPROVÁVEL!
Publicado na página DELEGADO POETA.
Inebriante ferradura.
Divinal pintura.
Beleza pura.
À altura.
Para alguns, de deus.
Para mim, dos seus.

Vívido e contagiante manto.
Azul e romântico pranto.
No vaivém, o encanto.
De tantos.
Sejam fariseus.
Ou filhos seus.

Sorrindo para banhistas e catraias.
Instigantes e convidativas saias.
De dores e amores as raias.
Jamais lacaias.
Acolhe santos e ateus, ricos e plebeus.
Nos fartos seios seus.

Orgulho da terra da caridade e da liberdade.
Ondas que fazem dos sonhos, verdades.
Cartão postal da nossa cidade.
Maré de saudades.
De julietas e romeus.
E de diversificados atletas seus.

Cálidas lambidas em roufenha canção.
Inesgotável manancial de emoção.
Ora plácidas, ora em ebulição.
Das muretas, contemplação.
Dos amantes seus.
E dos olhos meus.

Ostentam cetro e coroa do amor.
URUBUQUEÇABA, a flor.
O porto a todo vapor.
Invulgar cor.
Inspiração dos dias meus.
Minha prece e meu coração são seus.

terça-feira, 6 de maio de 2014

FALE, POETA!

Carinhos deste HOMEM IMPROVÁVEL!
Publicado na página DELEGADO POETA.
RASTOS NA AREIA!

Ilha URUBUQUEÇABA.
Chegada e partida.
Dos sonhos. Das caminhadas.
Encontro do cansado policial com o Paulo menino.
José Menino.
Itararé.
À mão. A pé.
Pra lá e pra cá.
Ao sabor dos ventos.
Valorizando cada momento.
Para a reflexão, a rota do chá.
Aprender, o lado de lá.
Ciumenta Ilha Porchat.
Sacrossanto QUEBRA-MAR!
EU e o amado cãozinho.
Sozinhos.
Ou em efusiva tertúlia.
O suor escorrendo.
Valores apreendendo.
Impactante divisa.
Entre o já longevo passado e o ignoto futuro.
Divinal tela que Meu plangente olhar divisa.
Pra cá e pra lá.
Entre as duas cidades.
Afugentando a pérfida vaidade.
Colecionando emoções.
Substantivas ilações.
Exercitando cordiais veias.
Conjugando o verbo amar.
Rabiscando as areias.
Partida e chegada.
ILHA URUBUQUEÇABA!


sexta-feira, 2 de maio de 2014

FALE, POETA!

Carinhos deste HOMEM IMPROVÁVEL!
Publicado na página DELEGADO POETA.
www.facebook.com/DELEGADOPOETA
NAMORADA ILHA!

Homem algum é uma ilha.
Ajo como se esta fosse Minha.
Relação de pai e filha.
Ainda menino amor lhe tinha.

Menino Paulo. José Menino.
Interfaces de um mesmo ser.
Vó Cida. Posto Um. Sem tino.
Areias. Sal. Sol. Entardecer.

Petiz, receios e arroubos de coragem.
Relação de mãe e filho.
Na mente instalou-se a imagem.
De força. De natureza. De brilho.

Anoso, reflexões e analogias.
Colírio. Tranquilizante. Lenitivo.
Início e fim dos Meus dias.
Ponto de confluência. Arquivo.

Verde. Tons de cinza. Azul. Bege.
Cercada e beijada pelo Atlântico.
Senhora. Moçoila. Santa. Herege.
Paz absoluta. Linearidade. Sexo tântrico.

Entremeando as Ilhas Porchat e de Santo Amaro.
Cuidada de perto pela Feiticeira.
O quebra-mar, obra humana, já lhe é caro.
Vaidosa mulher, a peixe bom e mar manso, cheira.

Pouso dos urubus. Dormir dos urubus. Tupi.
Traz no nome a realeza do Pindorama.
Tanto orgulho tenho por viver aqui.
Sou capaz de avistá-la da Minha cama.

URUBUQUEÇABA. Do paraíso, Meu quinhão.
Imerecida benesse deste romântico delegado.
Sinônimo de poder. De humildade. De paixão.
Obrigado, eterna namorada. Sempre a Meu lado.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

FALE, POETA!

Publicado na página DELEGADO POETA.
www.facebook.com/DELEGADOPOETA
PERDÃO, CASA AMARELA!

Invulgar sintonia.
Seria loucura?
Minhas juntas doem...
Seguimos juntos.

Brumas ocupam-ME a mente nesta manhã...
A noite foi mais longa do que de costume.
Sequer pesadelos tive.
O espelho, cruento inimigo, a confirmar a impressão.

Os olhos. Os tais espelhos da alma.
Baços. Cansados. Tristes.
Toda MEA-CULPA enseja revoluções.
O baú das iniquidades sói ser virulento.

Escrever sobre a CASA AMARELA desarmou o delegado.
Todos os filhos são amados. Alguns partos são doídos.
Horas depois, o cordão umbilical a ME enforcar.
As incoerências sempre ME pareceram desprezíveis...

No panteão da ciência, fui o bobo da corte.
Da fonte da JUSTIÇA, o pelotiqueiro.
Entre SENHORES, um pirracento fedelho.
Mulheres MAIORES a suportar um fariseu.

Bancos da academia, Meu mais contrito perdão.
Professores, doutores da generosidade, escusas.
Coevos e amados formandos de várias turmas, indulto.
Meninas e meninos de agora, atenção!

Eis aqui o relato de uma triste história.
De irresponsabilidade. De insolência. De idiotia.
Desdourar a ciência estando ao lado da sua cabeceira.
Fazer ouvidos moucos à concitação do saber.

Sim, nesta plúmbea manhã doem-ME as juntas.
Dos anosos e agora curvados joelhos. Por haver motejado dos conselhos.
Não se pode escapar do conselho de sentença da razão!
Tarde ou cedo, deparamo-Nos com a pena de Talião...

Seguimos juntos...
Como em todas as manhãs. Faça sol ou faça chuva.
Só mesmo você, eterna namorada, URUBUQUEÇABA,
que hoje também despertou envolta por densa bruma,
a quem neste instante contemplo com a mesma paixão,
pode aplacar a lancinante dor do ARREPENDIMENTO!
Invulgar sintonia...

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

FALE, POETA! TRIBUTO À ILHA URUBUQUEÇABA!

CARINHOS deste HOMEM IMPROVÁVEL!
“UMA ATI PARA TI!
Verde.
Imponentemente verde.
Adoro ver-te.
Cada dia uma novidade.
Perenemente uma beldade.
Cosmopolita, fiz-ME ilhéu.
Esteta, de amor eterno fizeste-ME réu.
O astro rei a te banhar as costas.
Ousado, creio que de MIM um pouco gostas.
Afinal, haja contemplação.
Haja adoração.
Sedução.
Ponto de convergência.
Luxúria e inocência.
Força e mansidão.
Olvidar-te? NÃO!
Sou teu servo.
Teu atalaia.
Desejo ardentemente que sejas a Minha aia.
Sabedor que és rainha.
Minha!
Neste fim de tarde, uma surpresa.
Que beleza.
Voando em tua direção.
Abençoada rota.
Uma linda e alvíssima gaivota.
Como num ritual de celebração.
Como a te beijar as rupestres mãos.
Avoa, gaivota. Plaina, inebriante ati.
Tu também sabes o porquê da coroa.
Tu também sabes o porquê do reinado.
Por ti, MINHA ILHA, tudo voa.
Todos, MINHA ILHA, querem estar a teu lado.
Tu és a deusa do fascínio.
Tu és a musa maior.
Teu nome é poesia.
Tuas formas, pura magia.
Teu hino, o marulho.
Mergulho.
E com as vistas molhadas, embevecido, ouso.
Exatamente no momento que a gaivota em ti faz o pouso.
É encanto que não acaba.
URUBUQUEÇABA.
Ouso, sim. Ouso, assim.
Voa até MIM.
Avoa, Minha amada.
Vem ME fazer feliz.
VEM, Minha ETERNA NAMORADA!”
Aos que sabem dar valor.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

CORRA, DELEGADO!

Não como se estivera empreendendo uma fuga.
Lembrando uma gíria de priscas eras, quase CHAMANDO O HUGO!
O percurso, paradísico.
Do EMISSÁRIO SUBMARINO até a ILHA PORCHAT.
Ida e volta.
O que ME permitiu passar por duas vezes em frente da MINHA ILHA!
Minha eterna namorada.
URUBUQUEÇABA!
Desta feita, acompanhado não somente do FILHO-CÃO.
Dupla emoção.
Conosco, FILHO e PAI, o Meu amado SOBRINHO-AFILHADO-FILHO, o DULCÍSSIMO Yuri Faria!
Quanta alegria.
E que progresso.
Na ida, CINQUENTA passos em trote intercalados por CEM em caminhada acelerada.
Na volta, a superação.
CEM correndo e CEM caminhando.
Sem trégua. 
Quase uma LÉGUA!
Realmente, hei de alardear, estou evoluindo fisicamente.
Quiçá para contrabalançar o que se dá comigo economicamente.
Meu corpo muda a olhos vistos.
Outrossim, os Meus olhos diabéticos.
Presbita desde os TRINTA E NOVE ANOS, vejo-ME - adoro ANTÍTESES - cada vez com maior dificuldade para enxergar à distância.
Conquanto a MATURIDADE haja-ME dirimido a ânsia.
Regalando-ME com a paciência.
O catalizador de todas as virtudes humanas, como desde muito afirmo.
CORRER!
Quem diria.
Obrigado, uma vez mais, YURI FARIA.
Amante do BIG BROTHER BRASIL - perdão, VERISSIMO. As Suas críticas, diferentemente da esmagadora maioria das demais, ao menos trazem um tipo raro de RESPEITO. À protolíngua -, neste exato momento sinto-ME como uma extensão do MEMORÁVEL reality show.
O BBB 14 e EU estamos BOTANDO OS BOFES PRA FORA!
O ALISSON já rodou.
Cansado, estou.
Ouso dizer, extenuado. E extasiado.
Para um SEDENTÁRIO DE CARTEIRINHA VERMELHA, com o perdão do trocadilho, tal fadiga NÃO é motivo de lamentações, é bom que se diga.
Prova, de forma cabal, a pujança da Minha VOLIÇÃO.
Longe dos outrora CENTO E VINTE E NOVE quilos, ainda NÃO estou satisfeito.
Portanto, corpo em ação.
Na balança, pela manhã, OITENTA E NOVE.
Diabético sim.
GORDO de novo, JAMAIS.
Não importa a quantidade, a intensidade ou a VELOCIDADE do exercício requerido para tal mister.
NÃO sou um qualquer.
Sou PAULO DELLA ROSA.
Hoje um nome, amanhã uma LENDA!
Que cedo EU não morra.
CORRA, DELEGADO!

sábado, 12 de outubro de 2013

CAFÉ COM O PREFEITO!

Diligente espaço deste HOMEM IMPROVÁVEL.
Que tem amigos. Que não largo.
E um PERFEITO para o CARGO.
CICLOVIA.
Há cerca de DEZ MINUTOS.
Justamente no trecho de MAIS RECENTE INAUGURAÇÃO.
Margeando as areias da PRAIA DO JOSÉ MENINO.
Bem em frente da MINHA ILHA!
Das CINQUENTA E CINCO LÂMPADAS dos recém instalados postes de iluminação, CINQUENTA E DUAS estavam APAGADAS.
Sim, tão somente TRÊS em funcionamento.
Uma VERGONHA!
AVILTANTE!
Uma OBSCURA agressão aos cânones da CIVILIDADE.
E ao viés ordeiro e pacífico e TURÍSTICO da Nossa cidade.
Levando a exponenciais níveis a sensação de INSEGURANÇA. 
AFEANDO esse pedacinho do éden e constrangendo os cidadãos.
Perdão, URUBUQUEÇABA. Você, ETERNA NAMORADA, jamais mereceria tão VEXATÓRIO DESDOURO!
Onde estão as LUZES da municipal administração?
As trevas acabam obnubilando o PROGRESSO.
E desperdiçando DINHEIRO.
Seu, MEU AMIGO.
E MEU!