Carinhos deste HOMEM IMPROVÁVEL!
Publicado na página DELEGADO POETA.
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JANELAS DO BRASIL!
Pé de vento.
Insone e de pé, esquadrinho o momento.
Furacão.
Tomado por uma incontrolável vontade de gritar não.
Ao silêncio.
Dos supostos inocentes.
Uns poucos sim. Que tanto mal fazem a Nossa gente.
Mãos suaves desde sempre fora do tom.
Já na menor brisa, promovem trovoadas.
Clamam por sangue e por pancadas.
Se e quando outros paguem por seus pecados.
Como se fossem um mal-intencionado tufão.
Nem seus cabelos balançam no dia a dia.
Assistem ao povo cair e sofrer na ventania.
Pairam, ilesos e imunes, sob o bem e o mal.
Lucros e importados lacres a brotar do vendaval.
Pé de vento.
Insone e de pé, choro neste momento.
Mulheres e homens em desabalada corrida.
Guarda-chuvas e sonhos alquebrados.
Semáforos e vans e futuros parados.
Cenário indecente. Sofrida gente. Maioria silente.
Dormem os grandes culpados.
Em fortalezas e almas ressequidas e doentes.
Alheios à e infelizes da vida.
Pé de vento.
Insone e de pé, esquadrinho o momento.
Furacão.
Tomado por uma incontrolável vontade de gritar não.
Ao silêncio.
Dos supostos inocentes.
Uns poucos sim. Que tanto mal fazem a Nossa gente.
Mãos suaves desde sempre fora do tom.
Já na menor brisa, promovem trovoadas.
Clamam por sangue e por pancadas.
Se e quando outros paguem por seus pecados.
Como se fossem um mal-intencionado tufão.
Nem seus cabelos balançam no dia a dia.
Assistem ao povo cair e sofrer na ventania.
Pairam, ilesos e imunes, sob o bem e o mal.
Lucros e importados lacres a brotar do vendaval.
Pé de vento.
Insone e de pé, choro neste momento.
Mulheres e homens em desabalada corrida.
Guarda-chuvas e sonhos alquebrados.
Semáforos e vans e futuros parados.
Cenário indecente. Sofrida gente. Maioria silente.
Dormem os grandes culpados.
Em fortalezas e almas ressequidas e doentes.
Alheios à e infelizes da vida.
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