DUAS FRASES!
Parado diante do espelho, canto. Com que roupa que EU vou, com que roupa que EU vou?
Para ME despedir de 2013? Para abraçar 2014? A que uso sempre. Obrigado, NOEL ROSA. Apesar de NÃO possuir nenhum vintém, NÃO usarei uma fita amarela. Vou de COR-DE-ROSA. Pois, cheio de ORGULHO, filho de PAULO DELLA ROSA EU sou!
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terça-feira, 31 de dezembro de 2013
SIMPLESMENTE EU!
PAULO DELLA ROSA.
NOVENTA quilos.
No derradeiro dia do ano de 2013.
UFANO. Vaidoso. TODO PROSA!
Cada vez mais GOSTOSO.
Cada vez mais TARADO.
E cada vez mais NACARADO.
Não há sombra de dúvida. Sou mesmo um HOMEM IMPROVÁVEL.
Um MACHO DESEJÁVEL.
Que DELÍCIA de DELEGADO!
NOVENTA quilos.
No derradeiro dia do ano de 2013.
UFANO. Vaidoso. TODO PROSA!
Cada vez mais GOSTOSO.
Cada vez mais TARADO.
E cada vez mais NACARADO.
Não há sombra de dúvida. Sou mesmo um HOMEM IMPROVÁVEL.
Um MACHO DESEJÁVEL.
Que DELÍCIA de DELEGADO!
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sábado, 28 de dezembro de 2013
FALE, POETA!
CARINHOS deste HOMEM IMPROVÁVEL!
“O CÃO E O DESTINO!
Salvo engano, a derradeira feira do ano.
Seguem, entretanto, os desenganos.
E a dura constatação de que NÃO se fizeram reais os planos.
E o cachorro a fazer xixi no pano.
Seguem, entretanto, os desenganos.
E a dura constatação de que NÃO se fizeram reais os planos.
E o cachorro a fazer xixi no pano.
Na telinha, a anual retrospectiva.
Provando que a liça e a desgraça são repetitivas.
A abissal distância entre as vozes ativas e passivas.
E dando eco ao poder da iniciativa.
Provando que a liça e a desgraça são repetitivas.
A abissal distância entre as vozes ativas e passivas.
E dando eco ao poder da iniciativa.
Na cansada mente, imperiosa reflexão.
Por que tamanhos desejos e sonhos vãos?
A opulência e o poder são de fato sãos?
A resposta pode estar no xixi do Meu cão.
Por que tamanhos desejos e sonhos vãos?
A opulência e o poder são de fato sãos?
A resposta pode estar no xixi do Meu cão.
Um ano a mais de idade.
Crescem os PIBs, o consumo e as cidades.
Que se dane que à custa de inverdades.
Amargo reflexo do que chamamos de felicidade.
Crescem os PIBs, o consumo e as cidades.
Que se dane que à custa de inverdades.
Amargo reflexo do que chamamos de felicidade.
A ampulheta decididamente não para.
Somos um rebanho levado a golpes de insensíveis varas.
Disfarçadas com ornatos, presentes ou joias raras.
E o odor da urina do cãozinho, uma ferida que não sara.
Somos um rebanho levado a golpes de insensíveis varas.
Disfarçadas com ornatos, presentes ou joias raras.
E o odor da urina do cãozinho, uma ferida que não sara.
Lucubrações que torram os miolos neste dia quente.
Pela rua, fim de ano, sacolas, cores, ror, novas gentes.
Apressadas, estressadas, embriagadas, doentes.
Esquecidas de que o essencial é aquilo que se sente.
Pela rua, fim de ano, sacolas, cores, ror, novas gentes.
Apressadas, estressadas, embriagadas, doentes.
Esquecidas de que o essencial é aquilo que se sente.
As metas e as decisões feitas em 2012 deram em nada.
Em compensação, surgiram outros caminhos. Impensadas estradas.
É o ciclo que se completa. Apesar de Nós. Conto de fadas.
CARPE DIEM. O tempo e o vento. Não há como se evitar uma mijada!”
Em compensação, surgiram outros caminhos. Impensadas estradas.
É o ciclo que se completa. Apesar de Nós. Conto de fadas.
CARPE DIEM. O tempo e o vento. Não há como se evitar uma mijada!”
Aos que sabem dar valor.
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