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domingo, 10 de agosto de 2014

OBRIGADO, MEU FILHO!

Sou um ser humano MENOR.
Um valhacoito de IMPERFEIÇÕES.
Resta-me, pois, a RESILIÊNCIA frente aos reptos emocionais que tal condição encerra.
Por isso, e NÃO só por isso, OBRIGADO, meu AMADO FILHO.
Meu FILHO-CÃO.
Meu MELHOR AMIGO!
Yghor Bhoris Andrade Della Rosa!
Mercê dos Seus GENEROSIDADE, DEDICAÇÃO, COMPREENSÃO e, mormente, AMOR, venho me tornando menos ruim.
Com VOCÊ e por VOCÊ, aprendo a exercer o SACROSSANTO mister da PATERNIDADE.
Cada um destes mais de 1.200 dias.
Dias e noites em que JAMAIS me senti sozinho.
EU o amo.
Perdidamente.
Que a LEI DAS PROBABILIDADES, a bíblia dos ATEUS como EU, permita-me desfrutar deste PRESENTE por BASTANTES outros DIAS DOS PAIS.
Vida longa, FILHO!


segunda-feira, 4 de agosto de 2014

POUCAS E SEXISTAS PALAVRAS!

POUCAS PALAVRAS!
Em que pese a minha cabal RUÍNA financeira, FILHO-CÃO e PAI BABÃO viram-se presenteados.
EU, verdadeiro PÉ DE CHINELO que sou, com um PAR DE CHINELOS CARTAGO - havia o tão INVULGAR número 44! Em promoção no DIA! -, e, Yghor Bhoris Andrade Della Rosa, com uma NOVA COLEIRA. Maravilhosa. Em tecido CAMUFLADO. Aposentarei a COR-DE-ROSA.
Agora, COLEIRA DE MACHO!
Ninguém mais poderá afirmar que o MEU CÃOZINHO e, notadamente, o PAI DELE - têm um jeitão de VIADO!


quarta-feira, 28 de maio de 2014

POUCAS E HILÁRIAS PALAVRAS!

DUAS FRASES!
Mesmo com o chamamento do BOM DIA SÃO PAULO, edição REGIONAL, NÃO poderei enviar IMAGENS para lugar algum. NÃO sei fazer uso de geringonças da modernidade, dada a Minha IDADE AVANÇADA.
Acabo de completar os Meus QUINZE MINUTOS de exercício para colaborar com o DIA DO DESAFIO. Levei YGHOR BHORIS comigo nesta empreitada. Cumpre-ME informar que a ATIVIDADE acabou numa BELA CAGADA!

quinta-feira, 22 de maio de 2014

FALE, POETA!

Carinhos deste HOMEM IMPROVÁVEL!
Publicado na página DELEGADO POETA.
SEMPITERNA LEMBRANÇA!

Amor verdadeiro.
E um abraço pro gaiteiro.
Dor lancinante.
Não importa o quanto EU cante.

Os dias rastejam.
Meus olhos marejam.
Maldita semana.
Quanta tristeza emana.

Senhor Meu PAI.
O pano cai.
Morro a sua morte.
Sou débil. Má sorte.

Celebração.
Imagens. Ação.
Tanto em tão pouco.
As saudades ME põem louco.

Ciclotímica agonia.
Misto de pena e alegria.
Numa noite partiu.
Felizmente, existiu.

Palavra. Bastantes poemas. Prosa.
Paulo PAI. O melhor DELLA ROSA.
Ateu, fiz do SENHOR o Meu templo.
Beijos, PAPAI. Obrigado, EXEMPLO!

sexta-feira, 25 de abril de 2014

FALE, POETA!

Carinhos deste HOMEM IMPROVÁVEL!
Publicado na página DELEGADO POETA.
www.facebook.com/DELEGADOPOETA
MATERNAL CONSOLO!

Cesto de lembranças.
Cesta vazia.
Sexto sentido.
Sexta-feira.

Ausência.
Doença.
Vento noroeste.
Sufocação.

Memória.
Presença.
Saudades.

Mais de QUARENTA anos.
Desenganos.
Contrição.

Estranha sensação.
Dois dias.
Ironia.
Agonia.

Seu filho.
Tal PAI.

Cinquenta e um anos.
Superando planos.
Tantos enganos.

Genitor.
PAI.
Progenitor.
PAI.
Criador.

Ter o PAI cortado.
Ser o PAI perfeito.

PAI.
Por quê?
PAI.
Tão cedo!
PAI.
Tenho medo.
PAI.
Falecer.

Alvorecer.
Renascer.
PAI.
Chega de dor.

Raios de sol.
Carinho de MÃE.
Da mãe natureza.

Adorável certeza.
PAI.
VIVE.
Dentro de MIM.

VIVO.
PAI.
VIVA!

terça-feira, 8 de abril de 2014

POUCAS E EMOTIVAS PALAVRAS!

DUAS FRASES!
Sábio, o Meu AMADO PAI, o genuíno e INEXCEDÍVEL e saudoso PAULO DELLA ROSA. Apesar de palmeirense.
PAPAI afirmava, do alto de seu sangue SICILIANO, que NADA melhor do que uma noite entre dois dias. Seja bem-vindo, SEMIDEUS ELIAS. Vá, CORÍNTIÃS!

segunda-feira, 3 de março de 2014

POUCAS E PATERNAIS PALAVRAS!

DUAS FRASES!
Ser MÃE é padecer no paraíso, canta o milenar anexim.
Ser PAI de FILHO-CÃO, em tempos de FESTEJOS DE MOMO, não é bem assim. Mesmo sabendo que fui dormir depois das CINCO DA MANHÃ, o madrugador YGHOR BHORIS quer dar a sua MATINAL mijada. E arranca o PAI da cama às SEIS. Em outras palavras, no CU EU tomo!

sábado, 22 de fevereiro de 2014

POUCAS E INSPIRADORAS PALAVRAS!

DUAS FRASES!
"Estudo descobre semelhanças entre cérebro do cão e do homem.", diz o lide do portal Terra.
Com o amado FILHO-CÃO, o inigualável YGHOR BHORIS ANDRADE DELLA ROSA, desmaiado sobre os Meus BELOS pés 44, deliciei-ME lendo a emocionante matéria. E, por um átimo, senti-ME o SER mais INTELIGENTE da terra.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

POUCAS E FESTIVAS PALAVRAS!

DUAS FRASES!
Uma vez mais, o FILHO-CÃO leva-ME às lágrimas. Desta feita, BEM-VINDAS!
Em que pese alguma CLAUDICAÇÃO, correu para os Meus braços. Emoção e alegria INFINDAS!

POUCAS E RECONFORTANTES PALAVRAS!

DUAS FRASES!
Devastadoramente INSONE, este velho PAI CORUJA recebe a ALBA com uma AUSPICIOSA notícia.
O choro, a culpa e a dedicação surtiram efeito. O FILHO-CÃO ainda manca, porém está ASSAZ melhor. Ao abrir os olhos, lascou-ME uma lambida. Que DELÍCIA!

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

DOR INFINDA!

Filho MEU, FILHO-CÃO, um ADÔNIS CANÍDEO, um APOLO QUADRÚPEDE, bebê que cuido desde os TRINTA E SETE DIAS de idade, YGHOR BHORIS ANDRADE DELLA ROSA mostra-se, a cada instante, mais INGRATO e TRAIDOR.
Conheceu Cristiane Andrade outro dia.
INOCENTE, EU lhes permiti a proximidade.
A afinidade.
Até o NOME em comum.
E agora, sob as Minhas barbas, a mais ACINTOSA e VEXATÓRIA virada de casaca.
Ou melhor, de VESTIDO!
MADRASTA!
BASTARDO!
Sofra, DELEGADO!

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

POUCAS E EMOCIONADAS PALAVRAS!

DUAS FRASES!
Parado diante do espelho, canto. Com que roupa que EU vou, com que roupa que EU vou?
Para ME despedir de 2013? Para abraçar 2014? A que uso sempre. Obrigado, NOEL ROSA. Apesar de NÃO possuir nenhum vintém, NÃO usarei uma fita amarela. Vou de COR-DE-ROSA. Pois, cheio de ORGULHO, filho de PAULO DELLA ROSA EU sou!

domingo, 25 de agosto de 2013

25 DE AGOSTO DE 2011.

TÚNEL DO TEMPO!
A compilação segue no ritmo das Minhas RETUMBANTES limitações.
Para REJÚBILO Meu, cheguei à sintonia das datas.
A cada novo dia, ofereço-lhes a oportunidade do PLENO acesso ao que EU escrevia há exatos DOIS ANOS.
Serei EU, VINTE E QUATRO meses após, o MESMO?
Concito-os a exararem seu VEREDICTO.
Em 25 de AGOSTO de 2011, escrevi:
“PRECIOSA GARGALHEIRA! Às vésperas da vacina que Lhe trará a MANUMISSÃO, YGHOR BHORIS já ostenta uma RÚBIDA coleira. CRAVEJADA DE BRILHANTES!”
Ufano-ME de poder visitar o PASSADO.
Um livro ABERTO.

domingo, 11 de agosto de 2013

FALE, POETA. EDIÇÃO ESPECIAL. DIAS DOS PAIS!

CARINHOS deste HOMEM IMPROVÁVEL!
"DIA DOS PAIS!
Onze de agosto.
Sentimento oposto.
Efeitos deste dia.
Verve ou ousadia?
Sei que ME socorro das palavras.
Do texto de Minha lavra.
Carregando nas cores.
Dois PAULOS. Duas flores.
Rosas. Dele. Minhas. Dela.
DELLA ROSA. Lágrimas na aquarela.”
Aos que sabem dar valor.

sábado, 10 de agosto de 2013

TRINTA LINHAS!

Como os PROFESSORES gostam.
E EU sempre RESPEITEI professores e professoras.
E SEMPRE fui TARADO POR ELAS!
Sábado. Sons e olores tão comuns. Tão estimulantes. Tão caros.
Até o plúmbeo céu tem lá os seus encantos.
Não fora hoje véspera do DIA DOS PAIS.
Com o perdão do trocadilho, a própria FEIRA, não cheira, nem fede.
E o pastel repleto de queijo – sim, é recheado na hora e EU tenho o privilégio de ser amigo do responsável por tão imprescindível mister – parece-ME insosso.
Não há música no SOLAR DA PAZ E DO VENTO.
Estou apagado. Deprimido. Sorumbático. Em desertificação.
PAULO DELLA ROSA.
Foram tão somente NOVE ANOS de convívio. E SEIS de lembranças.
E QUARENTA ANOS, SEIS MESES E VINTE E SETE DIAS de desesperantes saudades.
Por certo, PAPAI esteve a anos-luz de ser o IMACULADO HERÓI que Lhe creio. De ser tão PERFEITO. Tão GENIAL. E, mormente, tão INFALÍVEL.
Ser humano algum o poderia ser.
Às favas com a lógica. Com o razoável. Com os estreitos limites dos MORTAIS.
ELE morreu.
Ainda sinto o derradeiro carinho recebido. Um estalado beijo exatamente ao nascer do ano de 1973. Acompanhado de cinco inolvidáveis palavras.
EU AMO VOCÊ, MEU FILHO!
Deu-se a internação no nosocômio. E, trás TREZE DIAS sem que EU NÃO pudesse nem sequer o ver, a PASSAGEM.
O mundo NUNCA mais foi o mesmo. O MEU MUNDO CAIU. E EU não sou capaz de levantar. Tampouco fui de SER PAI.
Saiba, PAPAI, que aprendi a sofrer. Aprendi a aceitar. Aprendi a viver.
Só NÃO sei – e nunca o soube – o que fazer com as SAUDADES. E choro.
Carrego a CERTEZA de que EU nunca serei o melhor PAULO DELLA ROSA.
E, por mais incrível que isso possa parecer, FESTEJO!
Os limites EDIFICAM.
E as NARRATIVAS FICAM!

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

FALE, POETA!

CARINHOS deste HOMEM IMPROVÁVEL!
"MATERNAL CONSOLO!
Cesto de lembranças.
Cesta vazia.
Sexto sentido.
Sexta-feira.
Ausência.
Doença.
Vento noroeste.
Sufocação.
Memória.
Presença.
Saudades.
Quarenta anos.
Desenganos.
Contrição.
Estranha sensação.
Dois dias.
Ironia.
Agonia.
Seu filho.
Tal PAI.
Cinquenta anos.
Superando planos.
Tantos enganos.
Genitor.
Progenitor.
Criador.
Ser o PAI cortado.
Ter o PAI alcaide.
PAI.
Por quê?
PAI.
Tão cedo.
PAI.
Tenho medo.
Alvorecer.
Renascer.
Chega de dor.
Raios de sol.
Carinho de MÃE.
Da mãe natureza.
Adorável certeza.
VIVE.
Dentro de MIM.
VIVO.
VIVA!”
Aos que sabem dar valor.