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sexta-feira, 26 de julho de 2013

TRINTA LINHAS!

Como os PROFESSORES gostam.
E EU sempre RESPEITEI professores e professoras.
E SEMPRE fui TARADO POR ELAS!

Esquisita simbiose.
Os dedos e os olhos a refutar os mandamentos da razão.
Convoco-a amada VÓ CIDA. Minhas forças estão anos-luz aquém do razoável para que este Dom Quixote nacarado desafie os lancinantes golpes deste adorado moinho.
Sou inteiramente responsável por esta recidiva sina.
Filhos hão de ser gerados no sacrossanto leito do AMOR.
Resiliente, mantenho indene a idiossincrática postura de suportar a dor.
Mormente aquelas a que dou ou dei gênese.
Permito-ME, tão somente, uma imperiosa exegese.
Lá se vão vinte e quatro anos.
Dezesseis em dose dupla.
Contrito, vez alguma ME afastei da certeza da pujança dos grilhões de Minhas bastantes imperfeições.
E limitações.
Que atingem seu acume na desdourada e pífia persona PATERNAL.
Incompetente. Incapaz. Inepto.
Maldito fado. Tão bom filho. Tão bom NETO.
Por inolvidáveis átimos, migalhas de carinho. Em poucas palavras. Contados sorrisos. Minguadas jornadas.
Momentos em que exultei. Celebrei. CHOREI.
EFEMÉRIDES.
Bençãos? Vilãs!
Dia dos AVÓS.
EU ME sinto mal. Menor. TÃO SÓ.
Onde quer que esteja você, amantíssima netinha, que este pleito percorra-lhe a nívea pele.
EU A AMO DESESPERADAMENTE.
Nessa noite fria. Nos dias de calor. Desde sempre. AMOR DEMAIS. De AVÔ.
Como queria EU ouvir agora o seu mavioso "OI, FOFÔ"!

Os limites EDIFICAM.
E as NARRATIVAS FICAM!