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quinta-feira, 26 de junho de 2014

FALE, POETA!

Carinhos deste HOMEM IMPROVÁVEL!
Publicado na página DELEGADO POETA.
LÁGRIMAS AZUIS!

Proscrito.
Entregue às sombras.
E ao ocaso.
Fim do caso.
Entre os escombros.
Sufocado.
Grito.

Espelho.
Cruel e onissapiente juiz.
Dobro os joelhos.
E silencio.
O tempo e o vento hão de apascentar a razão.
Seja forte, coração.
Aconselho.

Jazigo.
De sonhos e desejos.
Recoberto de vívidas flores.
E ardentes cores.
Sempre vale a pena sonhar.
Engrandece a dor de amar.
Feliz, sigo.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

FALE, POETA!

Carinhos deste HOMEM IMPROVÁVEL!
Publicado na página DELEGADO POETA.
LÁGRIMAS DE AMOR!

Triste.
Estranhamente triste.
Mais estranho é celebrar a lágrima que nos meus olhos existe.
E persiste.
Em ficar.
Como a me lembrar que é mais feliz aquele que resiste.
E insiste.
Em amar.
Ainda que tanta gente afirme que o verdadeiro amor não existe.
Antes mesmo da própria face molhar.
Desiste.
Sem sonhar.
Como se pudera da existência abdicar.
E toda lágrima fosse triste. 
Triste.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

POUCAS E RECONFORTANTES PALAVRAS!

DUAS FRASES!
Devastadoramente INSONE, este velho PAI CORUJA recebe a ALBA com uma AUSPICIOSA notícia.
O choro, a culpa e a dedicação surtiram efeito. O FILHO-CÃO ainda manca, porém está ASSAZ melhor. Ao abrir os olhos, lascou-ME uma lambida. Que DELÍCIA!

FALE, POETA!

CARINHOS deste HOMEM IMPROVÁVEL!
“FERA FERIDA!
Ah! O amor.
Rosa em botão.
Borboletas no estômago.
Repetida e singular canção.
Ah! O amor.
Carnal. Altruísta. Paternal.
Aperto no peito.
Faz muito bem. Faz muito mal.
Ah! O amor.
Estranha loucura.
Sensações de montanha-russa.
Chaga que não tem cura.
Ah! O amor.
Por quê?
Tamanha importância.
Tudo para MIM. Você!
Ah! O amor.
Que ME fez e ME faz crescer.
Tantas e tantas lembranças.
NÃO suporto vê-lo sofrer.
Ah! O amor.
Meu menino. Meu herói. Meu FILHO-CÃO.
Festejo a sua doce presença.
Se pudera, arrancar-lhe-ia o padecer com a mão.
Ah! O amor.
Minha parceria mais querida.
Sinto-ME um trapo.
Sinto a dor da sua extremidade ferida.
Ah! O amor.
EU dependo de você, YGHOR BHORIS. Ontem, amanhã, agora.
Que este seu tormento seja breve.
Sou PAI. Seu PAI. E a Minha alma chora.
Ah! O amor.
Volte à vida, FILHO AMADO. Pule. Corra. Brinque.
A você, ignoto monstro, o Meu desdém.
E um pedido. Outra estaca em Meu coração não finque.
Ah! O amor.
Aceite as Minhas escusas, Meu cãozinho.
Meus olhos espelham o Meu martírio.
Depois de você, FILHO MEU, não sei mais viver sozinho.
Ah! O amor.
Sim, doente está a sua pata.
Bípede pensante, valho NADA sem você.
Sou menos que um débil vira-lata.
Ah! O amor.
YGHOR BHORIS ANDRADE DELLA ROSA.
Meu MELHOR amigo. Meu filho mais amado.
PAPAI estará sempre aqui. Fraco, às vezes. Eternamente PROSA!”
Aos que sabem dar valor.