Até quando, MÍTICO deus, versão DELLAROSIANA e ATEIA da interjeição santo deus!?
Que tipo de ser humano compõe o plantel dos ubíquos TELEATENDIMENTOS das prestadoras de serviço em solo do PINDORAMA?
Por que tamanha incompetência?
De que serve tamanha falta de cortesia?
E de interesse. E de disposição. E de atenção. E de respeito.
Oxalá fôssemos atendidos por um SERVOSSISTEMA.
Máquina alguma superaria a DESCORTESIA e o DESPREPARO da esmagadora maioria dos profissionais que se dedicam a tal mister.
A explicação é simples.
Diria EU, simplória.
EDUCAÇÃO!
Artigo de luxo em solo tupiniquim. De um luxo assaz inatingível, posto que ausente quaisquer sejam as classes sociais.
NAÇÃO alguma – haja lá o PRODUTO INTERNO BRUTO que for – resiste ao desdouro, ao olvido e ao descaso para com esse BEM maior.
EDUCAÇÃO.
Há culpa sim nos tímpanos das senhoras e senhores que, via de regra, fazem ouvidos moucos a Nossos anseios poucos e reclamações em cascata. Cumpre a cada funcionário – E A TODO SER HUMANO – a incessante busca pelo aperfeiçoamento.
Anarquista por essência, jamais ME afastei, contudo, da CERTEZA de que a vida carece de certo ORDENAMENTO.
Que se dá através da HIERARQUIA.
Isso posto, CULPA MAIOR recai sobre os ombros das DONAS e DONOS de cada uma das BASTANTES empresas que garimpam os seus FARTOS sustentos nos limites da TERRA BRASILIS.
Creio – como ME parece estranho o uso desse verbo, ÍMPIO empedernido que sou – que as próprias SANGUESSUGAS preocupam-se em NÃO exterminar os seus “DOADORES”.
Na linha ascendente da responsabilização, o GOVERNO.
E suas RISÍVEIS agências reguladoras. Invisíveis, quer no espaço, quer no tempo. Seja o das bandeiras estreladas, o dos bicos compridos ou o das dragonas e castas fardadas.
E, COROLÁRIO da ironia, no TOPO da CULPABILIDADE, estamos NÓS, os eternos sofredores que respondem pela VEXATÓRIA alcunha de CLIENTES.
Sim, ao frigir dos ovos – no caso dos homens TORRAR DOS OVOS e no das MARAVILHOSAS mulheres TORRAR DOS OVÁRIOS -, somos NÓS os maiores RESPONSÁVEIS pelo absoluto DESAPREÇO que vivenciamos a cada ligação.
SAC!
SACO!
Acrograma e vocábulo que no dicionário do PORTUGUÊS MODERNO DO BRASIL significam a mesmíssima coisa.
Ou seja, coisa fétida.
MERDA, em português MARROM-ESCURO, ou, se preferirem, em português CLARO, como dizia Minha AMANTÍSSIMA VÓ CIDA, a mais bela das DAMAS, que, obviamente, viveu e se foi em tempos onde o SER HUMANO não era tão somente uma SEQUÊNCIA NUMÉRICA de um PROTOCOLO do – por pouco NÃO sou acometido por um ESTUPOR somente ao pensar na palavra – SISTEMA!
Até quando, senhoras e senhores operadores de telemarketing?
Até quando, EMPRESÁRIAS e EMPRESÁRIOS?
Até quando, POLÍTICAS E POLÍTICOS?
A resposta, uma vez mais, é simples.
Diria EU, SIMPLÓRIA.
Até quando NÓS, povo brasileiro, NÓS, clientes, operadores de telemarketing, empresárias, empresários, políticas, políticos, TODOS NÓS, insistirmos em tratar a URNA ELETRÔNICA Nossa de cada BIÊNIO da maneira como somos tratados pelos SERVIÇOS DE ATENDIMENTO AO CLIENTE.
Com IRREFLEXÃO. Com MENOSCABO. Com DESCONSIDERAÇÃO. Com DESDÉM. E, mormente, com interesses MENORES. CABOTINOS. Rés do chão.
Enfim, IMPATRIÓTICOS.
Basta de HIPOCRISIA.
Arroubos momentâneos.
VERBORRAGIA!
Clamam por leis mais severas.
Endurecimento das penas.
SANGUE!
Desde que seja o de OUTREM.
Desde que os compêndios sejam FÉRREOS para com o próximo. E misteriosamente permeáveis aos interesses próprios.
A tal MERDA que só fede se vier do CU ALHEIO.
ANOSO e MAZELENTO, aprendi a NÃO nutrir ESPERANÇAS.
Nem DESESPERANÇAS.
É da Minha índole viver o PRESENTE.
2014 Nos reserva NOVA oportunidade.
Com nome pomposo e que rima com a MAIS PREMENTE necessidade do BRASIL, que, queiramos ou NÃO, gastemos BILHÕES no exterior ou NÃO, amemos e respeitemos ou NÃO, é a Nossa casa.
O Nosso CHÃO. E, muito provavelmente, o BERÇO de Nossos filhas e filhos, netas e netos, o SACROSSANTO rio que há de manter perpétua a fluidez do NOSSO SANGUE.
2014.
Teremos ELEIÇÃO.
Que o RESULTADO dela se traduza em EDUCAÇÃO!
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